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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Projeto Cordel - 4° ano




"Projeto Cordel – Refletindo e escrevendo nossa cultura"

Professora: Camila Luana Genaro da Silva Santos

Coordenadora: Elaine Cristina Vidal

Série: 4°ano

Ano: 2010


JUSTIFICATIVA:

O Cordel, forma tradicional de nossa literatura popular, é escrito para ser lido e cantado. Feito em versos, com vocabulário acessível e estrutura rítmica cativante, a história corre como uma canção bonita. Sem nos darmos conta, a aventura já terminou. Essa forma de expressão popular apresenta uma riqueza cultural que pode ser explorada junto a nossos alunos, a partir da divulgação da produção cultural do povo e da região em que a escola está inserida.

O gênero "Literatura de Cordel" expressa em seus versos traços marcantes da diversidade cultural presente na sociedade brasileira: cada região tende a proclamar seu modo de viver, seus costumes, suas crenças em produções características de sua região. A primeira e mais importante constatação a respeito desta poesia, é que ela é uma expressão cultural do povo. Utiliza-se de sua linguagem, sua visão de mundo, seus problemas, suas lendas e seu cotidiano.

Para Freire (1988) é necessário que o indivíduo leia seu próprio mundo para depois decifrar as palavras, pois as mensagens que lê só têm significado quando se relacionam com o mundo à sua volta:


"A leitura do mundo precede a leitura da palavra (...) A velha casa, seus quartos, seu corredor, seu sótão, seu terraço – o sítio das avencas de minha mãe -, o quintal amplo em que se achava, tudo isso foi o meu primeiro mundo. Nele engatinhei, balbuciei, me pus de pé, andei, falei. Na verdade, aquele mundo especial se dava a mim como mundo de minha atividade perceptiva, por isso mesmo como mundo de minhas primeiras leituras. Os "textos", as palavras", as "letras" daquele contexto (...) se encarnavam numa série de coisas, de objetos, de sinais, cuja compreensão eu ia apreendendo no meu trato com eles nas minhas relações com meus irmãos mais velhos e com meus pais. (...) A decifração da palavra fluía naturalmente da "leitura" do mundo particular. (...) Fui alfabetizado no chão do quintal de minha casa, à sombra das mangueiras, com palavras do meu mundo e não do mundo maior dos meus pais. "O chão foi meu quadro-negro; gravetos, o meu giz". (FREIRE, 1988 , 11)




Aprender a ler e escrever num país como o Brasil significa lidar com os diferentes falares regionais, presentes numa dada sociedade, num dado momento histórico. Percebem-se muitos preconceitos decorrentes do valor social que é atribuído aos diferentes modos de falar, pois "é muito comum se considerarem as variedades linguísticas de menor prestígio como inferiores ou erradas". (BRASIL, 1998, 31); assim, a
Literatura de Cordel propõe como objetivo conhecer, recriar e expressar-se artisticamente respeitando as mais variadas culturas.


Objetivos gerais

  • Ler, produzir e interpretar cordéis
  • Ampliar o conhecimento dos educandos quanto à leitura e à escrita, explorando diferentes caminhos para a formação dos leitores.

Tempo de duração

O Projeto será realizado durante todo o segundo semestre

Conteúdos conceituais

  • Origens da Literatura de Cordel no Mundo e no Brasil, principalmente no Nordeste Brasileiro.
  • O papel da literatura de cordel na formação da cultura regional do povo nordestino
  • Principais Cordelistas brasileiros
  • O bairro e cidade onde está inserida a escola, sua origem - pesquisa
  • A linguagem do cordel: versos, estrofes, metro...
  • O que é xilogravura? Sua origem e inter-relação com a linguagem oral


Conteúdos procedimentais

  • Analisar a estrutura dos cordéis, observando sua organização em versos e a presença de rimas.
  • Identificar marcadores temporais e espaciais nos textos
  • Participar das interações que envolvam os usos da linguagem nas diversas situações do cotidiano escolar, escutando com atenção.
  • Ler e apresentar oralmente diferentes tipos de textos.
  • Contribuir para o desenvolvimento da oralidade dos educandos.
  • Desenvolver a competência comunicativa através de dramatizações de obras literárias.
  • Produzir livreto coletivo, fazendo o uso dos conhecimentos adquiridos durante o projeto.


Conteúdos atitudinais

  • Apreciar e valorizar o texto de cordel como manifestação popular.
  • Desenvolver comportamento leitor, valorizando diferentes gêneros textuais.
  • Desenvolver atitudes de escuta de textos, compreendendo seus possíveis significados e mensagens.
  • Perceber os muitos preconceitos decorrentes do valor social que é atribuído aos diferentes modos de falar.


Metodologia

  • Apresentação do gênero, literatura de cordel, através das leituras de algumas histórias, mostrando as gravuras, instigando a curiosidade dos alunos, destacando as características desse gênero.
  • Realizar pesquisas através dos sites pré-selecionados, guiados por um questionário para identificar a origem e os aspectos históricos da Literatura de Cordel.
  • Confecção de cartazes com os cordéis e xilogravuras para a diferenciação de cordel e quadrinha
  • Apresentar os principais nomes da Literatura de Cordel
  • Fazer um levantamento dos temas utilizados pelos cordelistas e discutir a forma como os apresentam.
  • Trabalhar a língua escrita e a linguagem do cordel
  • Ouvir diversos gêneros musicais que se utilizam de rimas (repente, Cordel do Fogo Encantado, rap...) relacionando com a literatura de Cordel
  • Recolher o material conseguido pela professora e pela turma, selecionando os que serão usados durante o desenvolvimento do projeto;
  • Pesquisar sobre o tema "Santos" para elaboração de folhetos de cordel.
  • Propor aos alunos que tentem expressar um tema qualquer na forma de versos;
  • Organizar uma exposição dos trabalhos na própria escola, imitando a disposição tradicional das feiras nordestinas.


Avaliação

A avaliação será feita ao término do Projeto, considerando as apresentações orais e escritas dos educandos durante o processo criativo.

Também serão levados em conta o interesse e a participação dos alunos nas diversas atividades.

Produto final

Como ponto de culminância do "Projeto Cordel – Refletindo e escrevendo nossa cultura" será na Feira Cultural do Colégio Átrio, onde teremos uma tarde de exposição dos trabalhos, imitando uma tradicional feira nordestina e convidando os visitantes a participarem do "Cordel coletivo"


Bibliografia

FREIRE, Paulo, A Importância do Ato de ler em três artigos que se

complementam, SP Cortez 1988

Vaz, Débora, Conviver, Língua Portuguesa 4° ano, Guia de recursos didáticos

para o professor, SP Moderna 2009


Sites para Pesquisa

http://uijoaquimgomes.blogspot.com

http://recantodasletras.uol.com.br

http://sites.google.com/site/projetosereflexoes

terça-feira, 25 de maio de 2010

Comenius

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domingo, 9 de maio de 2010

Produção Textual

Nome:_______________________________ - 4° Ano

Disciplina: Produção textual

Data: ____/____/____


A Lenda do Quero-quero




Era uma vez um pássaro que vivia na floresta.
Ele não sabia o porquê, mas todas as coisas que ele queria não dava certo.
_ Tudo que eu quero não dá certo!
Ele era muito agitado e só sabia dizer:
_ Quero!
Quando encontrava com os outros pássaros ia só gritando:
_ Quero!
E gritava o tempo todo:
_ Quero!
Um dia achou que ninguém era amigo dele e todos só queriam seu mal...
_ Ninguém gosta de mim!
Ficou muito triste e saiu a andar pela floresta chorando muito.
E mesmo chorando gritava...
_ Quero!
E gritava:
_ Quero!
No alto da árvore estava Dona Coruja que vendo aquele pássaro gritando e chorando não se agüentou e foi até o chão: [...]

Atividade


  • Sua tarefa é continuar "A lenda do Quero – quero" no seu caderno. Faça com capricho e não esqueça a pontuação!!





Produção Textual

Geralmente o professor pensa: "Vou dar uma redação de tema livre!", sem pensar nas consequências que isso pode causar.
Escrever é mais difícil do que parece. É um desafio!
O escritor tem que compreender o sistema alfabético, escrever as palavras de forma que os leitores entendam, tem que se preocupar com a ortografia, precisa pensar como expressar a ideia para o papel, com o elaborar as frases, dividí-las em parágrafos, ter coerência e coesão e ainda pensar no enredo.
Ufa, quanta coisa!
Vocês já pensaram que para escrever temos que planejar tudo isso?
É hora de refletir sobre nossa prática!!

beijocas

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Depois de um longo tempo....

Eis-me aqui novamente!!!
Bom, minha vida deu uma reviravolta:
Resolvi enfrentar um desafio este ano letivo. Peguei uma sala de 4°ano numa escola construtivista!
Está sendo muito legal, mas trabalhoso. Por isso dei uma sumidinha!! Ando comendo, dormindo, respirando os conteúdos para dar conta de tudo...fora os pequenos, casa, roupa, marido...kkkkkk...affff.

Mas o intuito da postagem é dizer que:

1) vou postar minhas atividades aqui, e fiquem a vontade

2) meus alunos criaram um blog chamado "alunos do átrio", onde postaremos os projetos, passeios, opiniões...enfim, faz parte de uma sequência didática sobre jornal.
Adoraria ver vcs lá, visitando meu pequenos!

Olha eles aqui:

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Teoria do Filtro Afetivo


O lado afetivo da aquisição de uma língua atrai a cada dia mais a atenção de pesquisadores. Resultados de pesquisas sobre a afetividade na aquisição de uma língua mostraram relações substanciais entre variáveis afetivas e proficiência. Variáveis afetivas como motivação, autoconfiança e ansiedade afetam a aquisição de uma segunda língua, tendo como efeito o aumento ou a diminuição da penetração de qualquer insumo compreensível que é recebido. Krashen acredita que professores podem fazer a diferença na motivação, nos níveis de ansiedade e na autoconfiança do alunos através de um ensino afetivo, mantendo assim o filtro afetivo baixo. O ensino afetivo, então, representa a esperança de aperfeiçoar as atitudes, a motivação, a autoconfiança e os níveis de ansiedade, e conseqüentemente, o empenho tanto de alunos como de professores em fazer de uma aula boa, uma aula ainda melhor.

Palavras-chave: motivação, atitude, ansiedade, afeto, aquisição

Sempre quando escutamos falar em Stephen Krashen lembramos imediatamente da sua Teoria de Aquisição da segunda língua, porém seus estudos sobre filtro afetivo são de extrema relevância para o dia dia do professor em sala de aula.

Somos responsáveis pelo bloqueio cerebral de um aluno, seja em qual for a matéria.A postura do professor, a voz agressiva...tudo influencia.

A gente só aprende o que gosta!!!


Teoria da Psicogênese da Pessoa Humana

A obra de Henri Wallon é perpassada pela idéia de que o processo de aprendizagem é dialético: não é adequado postular verdades absolutas, mas, sim, revitalizar direções e possibilidades.

Uma das consequências desta postura é a crítica às concepções reducionistas: Wallon propõe o estudo da pessoa completa, tanto em relação a seu caráter cognitivo quanto ao caráter afetivo e motor. Para Wallon, a cognição é importante, mas não mais importante que a afetividade ou a motricidade.

Wallon reconhece que o fator orgânico é a primeira condição para o desenvolvimento do pensamento; ressalta, porém, a importância das influências do meio. O homem, para Wallon, seria o resultado de influências sociais e fisiológicas, de modo que o estudo do psiquismo não pode desconsiderar nem um nem outro aspecto do desenvolvimento humano. Por outro lado, para Wallon as potencialidades psicológicas dependem especialmente do contexto sócio-cultural. O desenvolvimento do sistema nervoso, então, não seria suficiente para o pleno desenvolvimento das habilidades cognitivas.

O desenvolvimeto ocorreria, para Wallon, por uma sucessão de estágios, à maneira da teoria de Piaget, mas através de um processo assistemático e contínuo, em que a criança oscila entre a afetividade e a inteligência. O desenvolvimento é movido por conflitos, dialeticamente, de maneira análoga à combinação de acomodação, assimilação e equilibração na teoria piagetiana. Entretanto, ao contrário de Piaget, Wallon acreditava que o processo não é tão bem delimitado, mas constante, podendo haver, inclusive, regressão: as aquisições de um estágio são irreversíveis, mas o indivíduo pode retornar a atividades anteriores ao estágio. Um estágio não suprime os comportamentos anteriores, mas sim os integra, resultando em um comportamento que é a acumulação das partes.


Diferenças:

Piaget - Biológico para o Social

Vygotsky - Social para o biológico

Wallon - Pensamento Sincrético. Conhecimento construído simultaneamente, respeitando o biológico, o social, o aftivo e o motor. Educador integral.

Lev Semnovich Vygostsky

Vygotsky tem uma abordagem SÓCIO INTERACIONISTA, SÓCIO HISTÓRICA.
Somos seres sócio históricos e a interação que nos faz seres humanos.
Vygotsky e Paulo Freire tem teorias muito parecidas.

Diferença :
Piaget - aprendizagem do biológico para o social.
Vygotsky - aprendizagem do social para o biológico.

4 Fundamentos:

Ontogênese - Ser/Sujeito interage consigo mesmo.
Para ficar claro o que é a ontogênese podemos utilizar como exemplo a fase da LALAÇÃO (entre 2 e 7 anos), onde a criança fala sozinha durante uma brincadeira.
E até mesmo, nós adultos, quando estamos sozinhos dentro do carro, por exemplo, "lalamos"...."entro para a direita ou vou reto e entro mais pra frente?".
Começamos a interagir com a linguagem e com a linguagem formamos o pensamento.
"Há uma íntima relação entre a linguagem e o pensamento"

Filogênese - É a apredizagem coletiva. Que aprendemos uns com os outros!
Nós imitamos os semelhantes consciente ou inconsciente.
Utilizando o mesmo exemplo do trânsito: quando estamos parados no semáforo, distraídos, de repente o carro ao seu lado acelera...automaticamente aceleramos também.
Por essa razão a forma de um professor explicar interfere na maneira do aluno aprender!!!

Microgênese - O conhecimento que é restrito a uma cultura, um costume.
Ex: gírias, músicas, até mesmo no mundo virtual vemos essa microgênese quando acessamos a página do site de relacionamento dos nossos alunos. Meu Deus, não entendo uma palavra do que eles escrevem....rsrsrsrs
O professor tem que se adequar ao grupo!!!

Macrogênese ou Sociogênese - O conhecimento globalizado, construído num planeta.
Ex: Todos sabemos que temos que usar roupas! (apesar de algumas pessoas fingirem não saber...kkkkk).
A mídia e as novas tecnologias auxiliam nessa interação global!!


A palavra-chave de Vygotsky é "internalização".
Internalizar é a diferença em ter a informação e o conhecimento. É sair de um nível abstrato para o concreto profundo.
SABE E SABE QUE SABE!!!
O papel do professor não é confrontar e sim transformar a informação em conhecimento. É ser mediador.


Internalização *saber Abstrato *entender
*compreender
*internalizar Concreto


ZONAS DE DESENVOLVIMENTO

Zona de desenvolvimento Real - Quanto o ser humano pode aprender sozinho. (informações)

Zona de desenvolvimento Proximal - É o espaço entre o que o aluno já sabe e o que ele precisa aprender. A avaliação diagnóstica existe exatamente para nos mostrar o que o aluno necessita, ou seja a Zona de desenvolvimento Proximal (mediação)

Zona de desenvolvimento Potencial - O quanto o ser humano é capaz de aprender. (conhecimento)

Dica: Pergunta de concurso:
Qual a importância da Zona de desenvolvimento potencial?
R: O trabalho coletivo. Precisamos do outro para aprender. O ser humano sozinho só aprende 20%, para adquirir o restante do conhecimento necessita de ajuda.







Teoria da Epistemologia Convergente.

Chamada também de PROTO APRENDIZAGEM.

Jorge Visca, psicopedagogo, sua teoria propõe uma atividade clínica voltada para a integração de três frentes de estudo da psicologia: Escola de Genebra(Psicogenética, de Piaget), Escola Psicanalítica (Freud) e Psicologia Social (Enrique Pichon Rivière). Pesquisou sobre apredinzagem dentro do útero materno. E desobriu que através da música, a partir dos 3 meses de gestação o feto já é capaz de aprender. Ele constrói aprendizagem.
Fazendo uma relação entre Visca e Freire: Proto aprendizagem é o que Paulo Freire denomina GNOSIOLOGIA.
Na verdade Visca descobriu o que nós mães já sabíamos a muito tempo, por pura intuição. Quando acariciamos, cantamos e conversamos com a barriga, né flores!?

Vamos falar de teoria um pouquinho?

Estamos com muitos concursos abertos e outros que vão surgir em breve, então resolvi fazer um resumão das Concepções de Aprendizagem para estudarmos um pouquinho e fazer relação entre os autores.

CONSTRUTIVISMO: O aluno deve construir o conhecimento!
NÃO é um método e sim uma concepção de aprendizagem.
"Toda criança é capaz de aprender quando são dadas as condições"

Sócrates foi o primeiro a falar sobre construtivismo e citava 3 entradas para o conhecimento e sua construção:

Maiêutica: Parto das ideias. Construir por conta própria.

Peripatético: Passeio pelo conhecimento. Construir pelo exemplo.

Irônia: Recurso para avaliar o aprendizado. A gente faz muito isso no nosso dia a dia. Fingimos que não sabemos para saber se o aluno internalizou o conhecimento.

Piaget provou a teoria de Sócrates e deu-lhe o nome de TEORIA DA EPISTEMOLOGIA GENÉTICA.
Segundo Piaget, o conhecimento é cerebral, biológico e temos 4 entradas para aprendizagem:

Assimilação: O conhecimento que entra a primeira vez no cérebro.
EX: Quando escutamos uma língua desconhecida, ficamos curiosos. O cérebro quer aprender coisas novas, ele é motivado, estimulado.
O construtivismo é uma maneira eficaz de despertar, motivar o aluno.
Vai ao encontro com o que Terezinha Rios diz: "O papel do professor é dar sabor ao saber".

Acomodação: Verificar os conhecimentos já existentes.
Vejam bem: conhecimento prévio não é conteúdo prévio!!!
O cérebro acomoda quando levanta hipóteses.

Equilibração: O cérebro de fato aprendeu. É aquele famoso "AH, ENTENDI!!!"
Segundo Vygostisky é a "internalização" do conhecimento.

Desequilíbrio: Provocar incertezas. O Ser Humano só aprende quando há dúvidas.
Este é o papel do professor: provocar contínuos desequilíbrios!

Piaget também fala sobre o PROCESSO CEREBRAL PARA GUARDAR O CONHECIMENTO:
Memória, Conexão e Sinapse.

Memória: como se fosse uma gaveta bagunçada com informações embaralhadas. Toda informação captada pelos nossos sentidos são depositadas na memória.
Memória NÃO é igual a competência que NÃO é igual a conhecimento!!!

Conexão: é o mediador entre a memória e a sinapse. Ou seja novamente o papel do professor e da escola, que com aprendizagem significativa transforma a informação em equilibrio.
Ausubel também fala sobre isso!!!

Dica: Pergunta de concurso;
Qual o papel do professor frente a Sinapse?
R: O professor tem que criar mecanismos práticos e educativos interessantes, pois ele faz a conexão entre a memória e a sinapse.

FASES DO DESENVOLVIMENTO segundo Piaget:
Todas as pessoas passam por 4 fases:

0 a 2 anos - fase dos sentidos. Sensório motor. Desenvolvimento da linguagem e do pensamento.

3 a 7 anos - Pré Operatório. Imita os adultos. Aprende a mentir. É a fase criativa e que desenvolve o juízo moral, sabe o que é certo e errado.

7 a 11 anos - operatório Concreta. Já é um adulto em miniatura, sabe fazer tudo, porém de forma concreta. Com exemplo prático. Desenvolvimento da personalidade.

Após os 11 anos - Operações formais. Já conseguem abstrair. As meninas amadurecem mais rápido. Só acaba de fato a fase concreta entre os 15 anos para as meninas e mais ou menos 16 para os meninos.

Projeto de Leitura e Escrita - Para Andrea (sugestão)

Então amiga, depois de conversarmos hoje a respeito do Projeto, fiquei pensando etenho alumas sugestões:

*Cada semana desenvolva um gênero literário (livro, poesia, manchetes de jornal...), interessante pedir que eles tragam também, porque assim exige uma prática de leitura diária.
Com isso você pode trabalhar toda revisão textual, matemática, geografia, história....
Apresente o texto fazendo um suspense. Coloque-o dentro de uma caixa decorada "caixa mágica" ou "baú dos tesouros" e faça com que eles falem uma palavra mágica todas as vezes para abrir a caixa e desvendar o que tem dentro.
Você pode inventar um nome para esse Projeto relacionado a caixa.

*Como este ano vamos falar muito de África, pois tem a Copa do Mundo, você pode desenvolver um projeto de intercâmbio de cartas com os países de língua portuguesa, trabalhando assim toda a gramática, ortografia, revisão textual, diferença da fala e da escrita...

BOA SORTE, AMIGA!!!


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Acolhimento: Acabou o descanso!!!


"Eu fiz um bonequinho com smilles de papel de presente, colados em palito de picolé. Para os meninos, colei gravatinhas- borboleta de papel crepon e para as meninas lacinho de papel crepon na cabeça. Pedi q as mães entrassem na sala, colocassem os crachas na caixinha de chamada e indicassem as cadeirinhas nas quais os seus filhos iriam sentar. Logo após eles distribuiram os bonequinhos para elas e as levaram até o portão, com a condição de levarem os bonequinhos para casa para substituí-los e depois trazerem na saida . As mães vieram buscá-los e as q trouxeram os bonequinhos foram aplaudidas. As q esqueceram, prometeram trazer no outro dia. "
Cleusa Regina

HISTORINHA PARA COMPLETAREM...

MINHA ESCOLINHA

Carlinha chegou em frente ao prédio agarrada na mão da mãe. Ela não sabia o que era uma escola. Estava com medo. Será que as outras crianças iriam gostar dela? Será que não iriam machucá-la. O irmão mais velho disse que em uma escola tem muitas crianças.
Ele falou também que tem a tia que brinca com as crianças. Dessa parte ela gostou.
A tia iria protegê-la. Ela sentia que ela era boazinha. A mãe falou que tinha joguinhos, música e historinha.
Ela apertou mais a mão da mãe, quando viu a porta abrir-se.
Clarinha olhou para a tia que abriu a porta e....


A professora começa a contar e as crianças criam o resto da história.

Cleusa Regina


Bem legais as ideias da Cleusa. Aliás ela tem uma criatividade incrível que vamos aproveitar aqui com toda certeza!!!!