Mais Música!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Literatura de Cordel


Chapeuzinho vermelho

Autor: Daniel Fiuza



O lobo mau esperava
O chapeuzinho vermelho
De tocaia na estrada
Esperto como coelho
Ele queria devorar
Aquele lindo manjar
A fome dava conselho.

Ela fez outro caminho
Sem atentar pro perigo
Cantando pela vereda
Procurava seu abrigo
Na casa da vovozinha
Que lá morava sozinha
Isolada e sem amigo.

O lobo mau foi na frente
A vovozinha devorou
Vestindo a roupa dela
Na vovó se transformou
A menina bem cansada
Não desconfiou de nada
E logo na casa entrou.

- Mas que olhos imensos?
A menina perguntou
- É para te ver melhor!
O lobo arrematou
- E essa orelha grande
Que a touca esconde
De onde você tirou?

- E pra te ouvir bastante!
Disse o lobo descarado
- Nossa! Que nariz enorme?
Pra ele foi perguntado
- É pra te da muito cheiro
Sentir teu aroma inteiro!
Respondeu o danado.

- E essa boca gigante
De longe dar para vê?
O lobo se revelou
Mostrou o que foi fazer
Arreganhando a boca
E tirando sua touca
A menina quis comer.

De repente ela viu
Que a sua vó era o lobo
Começou logo a gritar
Fazendo a fera de bobo
Os caçadores ouviram
Mataram o lobo a tiro
Ali mostrando arroubo.

Abriram a barriga dele
E salvaram a vovozinha
Que foi engolida inteira
Mas ainda tava vivinha
Chapeuzinho ficou feliz
É isso que o conto diz
Nessa bonita estorinha.

Brincando de Artesão






















Na escola temos um Projeto que se chama "Artistas e Arteiros"

E nesse dia fizemos esculturas de argila reproduzindo a arte indígena.
Foi muito legal!
E saiu cada escultura linda!!!!





domingo, 25 de maio de 2008

Jogos de Seriação e Classificação - Pedido da Linadia


A CONSTRUÇÃO DO NÚMERO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O ser humano desde que nasce está em contato com o número, a começar pela própria idade, onde uma criança pequena sem saber quanto é, mostra com os dedos os anos que tem. Nesta situação, ela não está fazendo a conservação do número, pois ainda não associa número a quantidade, este processo , segundo Kamii (1997, p.26) não ocorre antes dos cinco anos.
O trabalho com o número na maioria das escolas infantis baseiam-se basicamente no reconhecimento dos algarismos e escritas do mesmo; muitos educadores esquecem da importância da exploração da variedade de idéias matemáticas existentes, referentes a classificação e seriação.
Toda criança passa por descobertas, ela precisa mexer, experimentar, tocar para poder assim conhecer o novo. Necessita do concreto para poder organizar seus conhecimentos, o qual é adquirido naturalmente através do contato com outras pessoas, das interações com o grupo de amigos. Ou seja é uma construção resultante das ações da criança com o mundo.
A criança da faixa etária entre 2 e 7 anos está construindo a conservação do número, e para isto necessita do contato com materiais concretos, precisa tocar, manipular e experimentar. Se dermos a uma criança pequena vários cubinhos de madeira, a primeira reação será pegar, virar de um lado para outro, bater um com o outro, e por fim atira-lo longe. Nesta situação, ela pode reconhecer o objeto, construiu um novo conhecimento, necessitou perceber a singularidade do objeto para agir sobre ele, organizando suas percepções e relações entre formas, peso, tamanho, espessuras.
Uma criança um pouco maior, a qual já fez este tipo de relação parte para um novo conhecimento, o da classificação, a qual já é capaz de perceber semelhanças e diferenças. Um exemplo é o trabalho com os blocos lógicos, o importante é deixa-lo ao alcance da criança para que explore o material. Assim que manteve um bom contato, podemos lançar desafios para que formule hipóteses:

- Dê uma peça como esta.
- Dê mais uma como esta.
- Agora separe os parecidos.
- Existe outra maneira de separar os parecidos?
- Podemos separar os parecidos de outra forma ainda?

O importante é que a criança crie estratégias, ela deverá perceber que existem os grupos das cores, do tamanho, das formas, das espessuras.
A próxima etapa é a da seriação, a qual é explorado a construção de série. Exemplo de atividades:

- formar fila por tamanho dos alunos (do maior ao menor);
- propor atividades com diversos tamanhos de cabo de vassoura para ordená-lo;
- ordenar brinquedos da sala de aula.

Além do material diversificado, o professor poderá explorar o jogo-matemático da "Centopéia". O jogo consiste em um saquinho com vários de círculos de cartolina nas cores azuis, amarelas e vermelhas, e de um tabuleiro com o desenho da centopéia.
No tabuleiro está o desenho da centopéia com alguns círculos do corpo colorido, a criança retira do saco um círculo (é importante que não veja qual a cor escolhida), se fizer parte da seqüência ela completa o corpo, se for uma outra cor que não a da ordem dada, coloca o círculo de volta e espera a sua próxima jogada. Neste jogo a criança estabeleceu uma seqüência de cores que deve ser seguida.

O trabalho com a classificação, seriação e quantificação são decorrentes das relações que a criança faz entre os objetos.
Estas atividades iniciais auxiliam a criança a construção do número, a relacionar o numeral à quantidade.
Através da atividade lúdica a criança constrói símbolos. Elas devem ter a oportunidade de inventar (construir) as relações matemáticas em vez de simplesmente entrar em contato com o pensamento pronto, formular suas hipóteses a partir de ensaio e erro, para confirmá-las ou refutá-las.
Segundo Kamii “... embora a estrutura mental de número esteja bem formada em torno dos cinco para os seis anos, possibilitando à maioria das crianças a conservação do número elementar, ela não está suficientemente estruturada antes dos sete anos e meio de idade para permitir que a criança entenda que todos os números consecutivos estão conectados pela operação de “+ 1”. ( 1997, pág.28)
A criança está se preparando para formar esta estrutura (relacionar quantidade a escrita do número) nos jogos e brincadeiras. Por isso a atividade lúdica, o contato com diferentes materiais é tão importante na Educação Infantil.
As brincadeiras, construções e jogos que fazem espontaneamente com eles, levam as trocas, comparações, descobertas estratégicas. Através dos jogos construirão um pensamento produtivo e raciocínio lógico, bem como terão melhores condições para enfrentarem situações novas e envolver-se com aplicações matemáticas.
Com a criança pequena, devemos começar trabalhando com a quantidade, atividades que envolvam a noção do + 1. Só através do concreto ela poderá perceber que dentro do 3 tem o 2, que dentro do 2 tem o 1.

Um exemplo para esta assimilação são os jogos de compra. Propomos ao grupo que façam uma rodinha, no centro colocamos vários pauzinhos de picolé e um dado com a quantidade 1, sugerimos a criança, cada uma respeitando a sua vez, que jogue o dado e compre a mesmo tanto de pauzinho que o dado indicou. Após a compra o professor explora com o grupo:

- Quantos pauzinhos de picolé o João comprou?
- E a Ana, quantos comprou?
Bem explorada esta rodada, passa-se para próxima, onde irão jogar o dado e comprar mais um pauzinho de picolé. O professor lança novos questionamentos:
- João comprou 1 pauzinho de picolé na outra rodada, agora ela comprou + 1, quantos pauzinhos ficou o João?
- E a Ana, ela tinha 1 pauzinho, comprou + 1, quantos ela tem agora?

Este tipo de exploração proporciona a criança perceber a existência do mais 1, que a quantidade 3 não é um único objeto, e sim 1 + 1 + 1.
É uma tarefa difícil, mas se bem explorada a criança poderá construir a conservação de número de uma forma simples e prazerosa.

Outro exemplo de jogo é o jogo do tapa certo, onde as crianças confeccionam uma mãozinha de cartolina com um pauzinho de churrasquinho, a mesma proposta, que façam uma rodinha, no centro várias frutas desenhadas. O professor após explorar bem as gravuras, cita uma fruta e a criança com a mãozinha bate sobre ela, aquela fruta fica reservada com ela e passa-se para uma próxima citação. Terminado o jogo, o professor irá lançar alguns questionamentos:

- Quantas maças eu comprei?
- Quantas laranjas?
- Quantos limões eu comprei?
- O que eu comprei mais maças ou laranjas?
- O que eu comprei mais maças ou frutas?

Questionamentos sobre a inclusão também auxiliam no processo da construção do número.
Assim que a quantidade estiver bem assimilada pela criança o professor poderá propor jogos intermediários, ou seja que trabalhem o número e a quantidade.
Cito como proposta o jogo do bingo. Cada criança recebe uma cartela, onde o professor canta o número e com uma tampinha de garrafa o aluno marca o número ou a quantidade. O interessante que na cartela tenha a escrita de alguns números e a quantidade de outros. Aquele que acabar grita BINGO !

Um outro jogo que desperta muito o interesse das crianças é o “Jogo do Troca”, onde ela irá relacionar a topologia do número com a sua quantidade. Os procedimentos do jogo consiste no seguinte, o grupo estará em rodinha e dividido por equipes, as quais receberão um tabuleiro; no centro estarão as fichas contento a escrita dos numerais de 1 a 6.
Cada equipe, respeitando a sua vez de jogar, irá virar a ficha do centro, se esta for correspondente a cor do seu tabuleiro, deverá comprá-la e preencher o tabuleiro (caso não haja correspondência de cor o representante da equipe deverá desvirar a ficha e passar a vez para a próxima equipe);
Se alguma equipe virar a ficha com a palavra TROCA TROCA, deverá trocar todo o seu tabuleiro com a equipe correspondente a cor mostrada na fichinha;
Termina o jogo assim que completarem seus tabuleiros;
O interessante deste jogo, é que quem estiver na frente não será necessariamente, o vencedor.
Este tipo de atividade, entre outras, auxiliará a criança no processo de construção do número.


Bibliografia:
KAMII, Constance. A Criança e o Número: implicações educacionais da teoria de Piaget para a atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. 23ªed. Campinas: Papirus,1997
KOCH, Maria Celeste Machado. Descoberta do Número: conquista da criança. O papel da pré-escola neste processo. Revista do Professor. Porto Alegre, 24-30; out/dez, 1988
SARA, Pain. Diagnóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem. 4ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992
SEBER, Maria da Glória. Construção da Inteligência pela Criança: atividades do período pré-operatório. 4ª ed. São Paulo: Scipione, 1995
SMOLE, Kátia Cristina Stocco. A Matemática na Educação Infantil: a teoria das inteligências múltiplas na prática escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996
Crédito: Luciane Knüppe – Pedagoga, especialista em educação infantil e mestranda em educação

Atividade de Inclusão - Deficientes Visuais


Artigo

Recursos didáticos na educação especial
Jonir Bechara Cerqueira
Elise de Melo Borba Ferreira

Resumo
Os materiais didáticos são de fundamental importância para a educação de deficientes visuais. Este texto pretende definir, classificar e ilustrar alguns destes materiais, além de apresentar recursos disponíveis a partir da utilização de equipamentos de informática.
Talvez em nenhuma outra forma de educação os recursos didáticos assumam tanta importância como na educação especial de pessoas deficientes visuais, levando-se em conta que:

1) um dos problemas básicos do deficiente visual, em especial o cego, é a dificuldade de contato com o ambiente físico;
2) a carência de material adequado pode conduzir a aprendizagem da criança deficiente visual a um mero verbalismo, desvinculado da realidade;
3) a formação de conceitos depende do íntimo contato da criança com as coisas do mundo;
4) tal como a criança de visão normal, a deficiente visual necessita de motivação para a aprendizagem;
5) alguns recursos podem suprir lacunas na aquisição de informações pela criança deficiente visual;
6) o manuseio de diferentes materiais possibilita o treinamento da percepção tátil, facilitando a discriminação de detalhes e suscitando a realização de movimentos delicados com os dedos.

Definição
Recursos didáticos são todos os recursos físicos, utilizados com maior ou menor freqüência em todas as disciplinas, áreas de estudo ou atividades, sejam quais forem as técnicas ou métodos empregados, visando auxiliar o educando a realizar sua aprendizagem mais eficientemente, constituindo-se num meio para facilitar, incentivar ou possibilitar o processo ensino-aprendizagem. De um modo genérico, os recursos didáticos podem ser classificados como:


Naturais: elementos de existência real na natureza, como água, pedra, animais.
Pedagógicos: quadro, flanelógrafo, cartaz, gravura, álbum seriado, slide, maqueta.
Tecnológicos: rádio, toca-discos, gravador, televisão, vídeo cassete, computador, ensino programado, laboratório de línguas.
Culturais: biblioteca pública, museu, exposições.


O bom aproveitamento dos recursos didáticos está condicionado aos seguintes fatores:
1) capacidade do aluno;
2) experiência do educando;
3) técnicas de emprego;
4) oportunidade de ser apresentado;
5) uso limitado, para não resultar em desinteresse.


Seleção, adaptação e confecção
Na educação especial de deficientes visuais, os recursos didáticos podem ser obtidos por uma das três seguintes formas:


Seleção
Dentre os recursos utilizados pelos alunos de visão normal, muitos podem ser aproveitados para os alunos cegos tais como se apresentam. É o caso dos sólidos geométricos, de alguns jogos e outros.


Adaptação
Há materiais que, mediante certas alterações, prestam-se para o ensino de alunos cegos e de visão subnormal. Neste caso estão os instrumentos de medir, como o metro, a balança, os mapas de encaixe, os jogos e outros.


Confecção
A elaboração de materiais simples, tanto quanto possível, deve ser feita com a participação do próprio aluno. É importante ressaltar que materiais de baixo custo ou de fácil obtenção podem ser freqüentemente empregados, como: palitos de fósforos, contas, chapinhas, barbantes, cartolinas, botões e outros.



Com relação ao uso, os recursos devem ser:
Fartos — para atender a vários alunos simultaneamente;
Variados — para despertar sempre o interesse da criança, possibilitando diversidade de experiências;
Significativos — para atender aspectos da percepção tátil (significativo para o tato) e/ou da percepção visual, no caso de alunos de visão subnormal.



ATIVIDADE:


Caixinha Surpresa


Costumo trabalhar com caixas de diversos tamanhos e colocamos uma dentro da outra e dentro da última caixa tem sempre um objeto. A criança vai manusear bem a caixa, balançar para escutar.


Depois, faço perguntinhas: "faz barulho?", "é pesado ou leve?"...


Agora vamos tenter adivinhar: "O que é o que é..."


Podem abrir...eles tem que tentar abrir sozinhos uma caixa após a outra.


quinta-feira, 22 de maio de 2008

Um Bichinho Diferente


Esse bichinho é lindinho....e extremamente útil na sala de aula, né?!

Projeto Histórias Infantis



HISTÓRIAS INFANTIS

- Objetivos:
• Conhecer diversas Histórias infantis;
• Utilizar a técnica de dramatizar e fazer recontos;
• Oportunizar a criatividade, imaginação, humor, ilusionismo;
• Desenvolver habilidades sociais;
• Desenvolver o hábito de ouvir com atenção;
• Enriquecer e ampliar o vocabulário;
• Intervir, posicionar, julgar e modificar subvenções sociais;
• Desenvolver o pensamento lógico e a rapidez de raciocínio;
• Criar atitudes desejáveis;
• Permitir a livre expressão. - Formulação dos Problemas:
• Quais são as leituras que vocês preferem: gibis, livros de histórias, histórias em quadrinhos, poemas, etc.?
• Vocês sabem algum história?
• Vocês lêem jornais ou revistas? Quais?

- Tempo da Atividade: 36 horas (módulos de 3 horas)

-Material:
Para as oficinas: usar material reciclado como retalhos de tecido, papéis coloridos, pratos de papelão, saquinhos de embalagens, fitas, brocal, embalagens diversas, durex colorido, tinta guache, cola colorida, lápis de cor, giz de cera, canetinhas hidrocor, lã, etc.

Para as apresentações das histórias: vídeo, aparelho de som, livros de literatura, C.D.,teatro, (apresentações feitas por turmas mais velhas, da própria escola).

Para a apresentação da teia de histórias: tapete, almofadões, aparelho de som com música suave, incenso, baú ou caixa grande de papelão enfeitada com brilho, estrelas, lua.

Para a avaliação: Papel, lápis, lápis de cor, giz de cera.

-Planejamento Apresentação:

1º Módulo:
Procurar conhecer quais as histórias infantis que mais interessam à turma.
Planejar oito histórias e a maneira de serem apresentadas:
* Branca de Neve e os Sete Anões – vídeo
* Dona Baratinha – Contada
* João e Maria – Leitura
* Os Três Porquinhos -C D
* Cinderela – vídeo
* A Bela e a Fera – teatro
* O Príncipe Sapo – contada
* Chapeuzinho Vermelho – teatro

(Cada história será apresentada em um dia, e o procedimento será o mesmo, em todas as apresentações)

Apresentar a história;
Fazer o reconto conjunto, interpretando a história;
Traçar o perfil dos personagens principais;
Copiar o nome da história no caderno ilustrando-a.

2 º ao 9º Módulo:
Apresentação e interpretação das histórias.

10º e 11º Módulos:
Preparar material de artes para a dramatização das histórias.
Serão duas oficinas de fantoches, máscaras, acessórios e objetos que caracterizam as histórias apresentadas.
Exemplo: maçã da Branca de Neve, máscara do Lobo Mau, chapéu de Bruxa, varinha mágica da Fada, espelho mágico da Madrasta, Sapatinho da Cinderela, Caixinha com moeda de Dona Baratinha, Coroa do Príncipe Sapo, Fantoches dos Três Porquinhos, capa do Chapeuzinho Vermelho, rosa encantada da Fera, saquinho com as pedrinhas de Joãozinho, coroa de Princesa.

-Temas Transversais

Ética: Diálogo, respeito mútuo, responsabilidade, cooperação, organização, solidariedade. Trabalho coletivo, compartilhar descobertas.
Pluralidade Cultural: Educação – Diferentes formas de transmissão de conhecimento: práticas educativas e educadores nas diferentes culturas;
Cidadania: Direitos e deveres individuais e coletivos.
Literatura e tradição: línguas, dialetos, variantes e variação lingüística.

-Desenvolvimento:

Das oficinas: Usar material reciclado para confeccionar as fantasias e adereços. Os moldes já serão entregues devidamente riscados e cortados. Os alunos se dividirão em grupos de trabalho e orientados por professora e estagiárias, executarão as atividades estipuladas.
(Algumas peças já se encontravam à disposição da turma, adquiridas anteriormente, pela escola).

Das apresentações das histórias: Propiciar aos alunos um ambiente aconchegante e confortável para conhecer as histórias, observando o planejamento das atividades.

Da teia de histórias: Desafiar os alunos a fazerem o reconto de todas as histórias ao mesmo tempo, numa mistura aleatória de personagens. Fazendo uso do tapete, almofadas, música e incenso, preparar um ambiente propício e agradável.
Colocar no baú as fantasias e acessórias confeccionados e numeradas, afixando na tampa do mesmo, uma lista apenas com o número de peças nele contidas.(Ao colocar as peças , exibi-las novamente às crianças relembrando a quem pertencem, de que história foi retirada, seu uso na história, etc).
Quando todas as crianças estiverem acomodadas no tapete, a professora iniciará a história:

Era uma vez, num bosque rodeado de lindas montanhas, onde dezenas de pássaros cantavam nos galhos floridos das árvores e agitavam suas asinhas num vôo apressado na busca de frutinhas para alimentar seus filhotes a piar nos ninhos. Naquela tarde ensolarada e perfumada de primavera, debaixo de um ipê amarelo, bem ao lado de um límpido lago, encontrei...
Aí a professora toca uma das crianças e ela dirá um número, retirando do baú a peça correspondente, continuando a história com o que lhe remete na lembrança, o objeto vindo do baú.
A criança dará asas a sua imaginação para colocar o objeto ou o personagem sorteado na história, continuará contando um pedacinho, depois tocará outra criança e esta deverá dar seqüência com outro objeto.
A história prossegue até todos os objetos e personagens forem usados ou até quando as crianças permanecerem interessadas.

-Avaliação:
Ao final de cada módulo, professor e alunos farão suas observações e avaliações, oralmente. Terminando por desenharem o que sentiram com as atividades, o que mais gostaram, ou como gostaria...

Bibliografia: BARRIE, J. M..Peter Pan e outras histórias. Rio de Janeiro, Gamma. Histórias da Carochinha. São Paulo, Ática,1987,p.23-

FAZ-DE-CONTA






PLANO DE AULA: FAZ- DE- CONTA


Tempo: 1 hora.
Espaço: Sala de aula ou área aberta.
Idade: A partir de 2 anos.
Material:Fantasias diversas, roupas do cotidiano de crianças e adultos, panos e retalhos de diversos tamanhos, chapéus, perucas, adereços, fantoches, blocos de espuma e almofadas.
Objetivos:Canalizar a agressividade natural para a experiência lúdica.
Descrição:Estimule a brincadeira com figuras como um lobo ou um monstro.No faz-de-conta, a criança enfrenta aquilo que gera medo – sentimento muito ligado à agressividade.Os outros materiais podem ser usados para fazer cabanas ou muros para se proteger.
Entre na brincadeira sempre que sentir a necessidade de interferir, como no momento em que perceber algum conflito.
As crianças devem expressar o medo e a agressividade, sem se machucar ou bater no outro.


MAIS UM FAZ- DE- CONTA

Idade: A partir de 4 anos.
Tempo: De uma a duas horas.
Espaço: Brinquedoteca ou sala de aula.
Material:Kits com objetos que alimentem o jogo simbólico.
Exemplos de kits: carrinho de supermercado infantil com embalagens de alimentos ou produtos de higiene pessoal e limpeza, todos limpos;fantasias;maleta com ferramentas que imitem as utilizadas em oficinas mecânicas;caixa com utensílios de cozinha;bolsa com escovas e pentes de cabelo, potes de creme e xampu.
Objetivos:Brincar com os colegas e expressar os sentimentos quanto ao processo de adaptação por meio de diferentes papéis.
Descrição:Coloque os kits espalhados em diferentes pontos da sala. Deixe as crianças explorarem os kits, escolhendo livremente os papéis que pretendem desempenhar e os colegas com quem desejam brincar.
Acompanhe atentamente o enredo das histórias criadas durante a brincadeira.Você pode perceber se elas expressam sentimentos relacionados ao período de adaptação e ajudá-las posteriormente, ao planejar outras atividades.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Pedido da Graziela - Coreografia Junina


Para crianças tão pequeninas sugiro para você que seja uma coreografia fácil, com poucas contagens, ou alguma música que eles já tenham conhecimento prévio.

Por exemplo: Música "Vamos pular"
DVD: Xuxa só para baixinhos 3
Vestimenta: Country


Ou



Dança: É noite de São João
Coreografia: É noite de São João
Cd: Eliana
Coreografa: Monique Saliba
Sanfona: Fazer com 2 caixas de leite vazia pintada e enfeitada com estrelinhas e papel dobrado para dar a idéia de sanfoninha, colocar fita para dependurar no pescoço, pintar as teclas da sanfoninha numa das caixinhas de leite.
Localização: Crianças localizadas em meia lua (roda semi aberta)

Tem, tem, tem pipoca, tem
Tem animação
Tem pé-de-moleque,
paçoquinha, pinhão
(Abrir e fechar a mão mostrando que tem quantidade)

É noite de São João
(Rodar com o braço no alto balançado as mãos)

A fogueira tá queimando
Vamos pular e dançar
Quando a sanfona tocar
(Pular abrindo e fechando a perna como se fosse polichinelo)

Quero ver cada um
pegando seu par
(Pegar a sanfoninha e segurar pela caixinha de leite cada uma com uma mão para dar a idéia de sanfoninha mesmo abrindo e fechando)

Toca, toca safoneiro
Toca, toca sem parar
O "arraiá" tá enfeitado
Minha gente vamos lá
(Virar para o coleguinha da direita e tocar a sanfoninha abrindo e fechando)

Toca, toca safoneiro
Toca, toca sem parar
Não quero ninguém parado
balanceio, vamos lá
(Virar para o coleguinha da esquerda e tocar a sanfoninha abrindo e fechando)


Parte Instrumental: Fazer uma rodinha e rodar e depois voltar para o lugar.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Atendendo Pedido


O que é Folclore?
A palavra folclore é formada pelas palavras inglesas foIk, que significa povo, e lore, que é estudo, conhecimento. Ele é o estudo dos costumes e das tradições de um povo, representado pelos seus diversos movimentos culturais regionais. Conhecê-lo permite a valorização daquilo que é uma das principais marcas de um país: a sua cultura.

Dia do Folclore
No Brasil, o Dia do Folclore é comemorado em 22 de agosto. Nosso folclore é um dos mais ricos do mundo. Nele, estão presentes as características dos povos que contribuíram para a formação de nossa nação, principalmente os africanos, os indígenas e os europeus. As pessoas que o estudam são chamadas folcloristas. Um dos principais estudiosos brasileiros foi Luís da Câmara Cascudo (1898-1986).

Mitos e Lendas
A maioria das lendas são pequenos contos sobre o surgimento de um ser fantástico. Mitos geralmente são personagens criados pelo imaginário popular para explicar fenômenos naturais ou representar valores como coragem, poder ou esperteza. A principal diferença entre mitos e lendas é a crença de que as lendas tenham uma base de verdade, embora ninguém saiba ao certo se o fato aconteceu. Mitos são mais ligados ao incrível e ao inexplicável.

O Folclore no Brasil
As festas populares e o folclore brasileiro são um dos mais expressivos e ricos do mundo, manifestando-se nas canções, lendas, danças, crendices e na literatura. A mistura das raças e povos na formação da nação brasileira diversifica as festas e os eventos folclóricos em todas as regiões do país.
São tantas as práticas folclóricas brasileiras! Algumas chegam a interferir no cotidiano da população. As fases da lua, por exemplo, determinam a época do plantio e da colheita.

Nas regiões Norte e Nordeste do país, o bumba-meu-boi está inserido no calendário cultural. O bumba é uma brincadeira tradicional das festas juninas do Brasil, com personagens vestidos de índios e vaqueiros dançando e cantando ao som de zabumbas, matracas, pandeiros e orquestra .
O Festival Folclórico de Parintins, uma cidade do estado do Amazonas é o maior espetáculo da região, tendo como motivo a disputa entre dois grupos de bumba-meu-boi.

Em Pirenópolis, cidade histórica de Goiás, a festa do Divino Espírito Santo, conhecida como Cavalhadas, lembra a luta de conversão dos mouros ao cristianianismo.

Na Bahia, no Nordeste, o sincretismo religioso é praticado nas festas de Nosso Senhor do Bonfim, com a lavagem das escadarias da igreja, e de Iemanjá, senhora dos ventos e das tempestades que recebe flores em alto mar.
Na Região Sul, no estado do Rio Grande do Sul, é forte a tradição dos fandangos, bailes campestres de danças sapateadas ao som de músicas regionais. A Festa de Reis, uma homenagem aos reis magos que anunciam a chegada do Messias, está no calendário de várias regiões do país.

O folclore está presente no teatro, com os autos populares; na música, com as cantigas de roda e de ninar; e na dança, com o frevo, maracatu, maxixe, a folia de Reis e a congada; no vestuário, nos trajes das baianas e dos dançarinos dos maracatus e da chula.
Personagens fantásticos do folclore brasileiro povoam o imaginário popular, como o Saci Pererê, o moleque das pradarias gaúchas que anda numa perna só, o Lobisomen, que se transforma em monstro em noite de lua cheia, e o Boto, que surge das águas amazônicas sob a forma de um belo rapaz para seduzir as mocinhas.
Em todas as suas manifestações, é evidente a presença do folclore no ambiente brasileiro.
A maior festa popular do Brasil é o Carnaval.
A região sudeste para durante três dias em função dos folguedos de Momo, com o deslumbrante e longo desfile das escolas de samba na avenida.
Na Região Nordeste, especialmente no Carnaval do estado da Bahia, o que reúne o povo nas ruas são os trios elétricos, invenção baiana, arrastando multidões pelas ruas da cidade.
Em contrapartida ao período carnavalesco, na região norte do país, o brasileiro festeja com reverência as festas religiosas. Em Belém, no Pará, cerca de 2 milhões de pessoas participam do Círio, uma procissão de fé que se realiza em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré.
Nas regiões Norte e Nordeste, as festas juninas preservam a cultura interiorana, com cantigas de roda, e a tradicional quadrilha, que é uma sátira aos costumes do roceiro. São também realizados os chamados forrós, bailes populares tradicionais organizados ao redor de fogueiras que ardem e de variadas comidas típicas.
No Sul do país, as festas populares revivem os costumes e a cultura do imigrante. A Oktoberfest, festa tradicional da cerveja realizada na cidade de Blumenau, em Santa Catarina, exibe danças e trajes típicos da Alemanha. No Rio Grande do Sul, dezenas de festas populares homenageiam a arte e a tradição do gaúcho e de seus antepassados europeus.


PROJETO FOLCLORE

Justificativa:


Propiciar as crianças conhecer algumas brincadeiras folclóricas tradicionais, buscando nas brincadeiras a dimensão do aprender brincando.


Objetivo específico:


Estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de outros grupos, identificar e compreender a sua pertinência aos diversos grupos dos quais participam, respeitando suas regras básicas de convívio social e a diversidade que os compõe.


Objetivos Gerais:


-Identificar e valorizar o folclore brasileiro;


-Resgatar brincadeiras folclóricas;


-Estimular e desenvolver o gosto pela música e danças da cultura popular.


-Vivenciar, a partir de jogos e brincadeiras, laços de companheirismo e vínculos afetivos;


-Desenvolver a organização e autonomia para o trabalho individual, em dupla e grupos.


-Sistematizar os conhecimentos sobre folclore


Conteúdos:


-Possibilitar à criança conhecer e comparar os diferentes grupos sociais e as suas diferenciações, suas tradições históricas.


-Interessa-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural elaborando hipóteses, formulando perguntas, imaginando soluções para compreendê-lo, manifestando opiniões próprias sobre os acontecimentos, buscando e consultando diferentes formas de informações acompanhando experiências e confrontando idéias.


-Participação em atividades que envolvam histórias, brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às tradições culturais de sua comunidade e de outras.


Metodologia:


-Selecionar com as cças uma música e uma dança folclórica para realizar apresentação;


-Contar histórias diversas, lendas, parlendas, sobre folclore;


-Explorar as histórias, emitando personagens, sons, falas, etc, (Saci Pererê, Boitatá, Boto, Caipora, Cuca, Curupira,Iara, Lobisomem, Mantintapereira, Mula-sem-cabeça, Negrinho do Pastoreio, etc.


-Explorar as historias a partir de recursos como teatro de vara, fantoche, historias em quadrinhos historia com interferência, trabalhando com quantidade, vogais, noite e dia, partes do corpo, textura, cores.


-Trava língua, Provérbios


-Construir mural;


-Comparar os personagens das histórias, local, tempo, diferenças, semelhanças, forma, tamanho, cores, etc..


-Surpreender as crianças com cartas ou bilhetes do Saci-Pererê,


-Escolher com as crianças algumas brincadeiras folclóricas para serem realizadas ao longo do projeto; (que envolvam contagem, sons diferentes, etc...)


-Realizar uma oficina de confecção de Pipa;


-Construir pés de latas para brincadeiras;


-Fazer cachimbo do Saci Pererê com massa de modelar ou argila


-Realizar tarde de danças e brincadeiras



BILBOQUE DE BOLITAS


Materiais: Duas garrafas pet, cinco bolitas, tesoura e fita adesiva.


COMO FAZER:1. Corte uma garrafa ao meio, 2. Introduza as bolitas na garrafa não cortada, 3. Una as garrafas com fita adesiva, colocando a parte inferior da garrafa cortada sobre a garrafa inteira.


PETECA


MATERIAIS: Um saco de salgadinho vazio, tesoura, jornal e 20 cm de elástico.


COMO FAZER:1. Faça uma bola de jornal tamanho pequeno, 2. Introduza a bola de jornal no saco de salgadinho, 3. Amarre o elástico procurando deixar a base arredondada. 4. Picotar a parte superior do saco (como um penacho).


BOLA DE MEIA


MATERIAIS: Um pé de meia (nylon), jornal e tesoura.


COMO FAZER:1. Faça uma bola de jornal, 2. Introduza no pé de meia, 3. Procure dar formas arredondadas à bolinha, 4. Dê um nó próximo à bolinha, 5. Corte o excesso.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Para Alfabetizar - Crédito Blog ABC da Prô Erika


OBJETIVOS:

Analisar os diversos usos da escrita na vida cotidiana,
Descobrir que letras e números são diferentes,
Comparar a grande variedade de tipos de letras existentes (cursiva e de imprensa, maiúsculas e minúsculas, etc),
Descobrir que mesmo sem saber ler já se sabe alguma coisa de útil sobre a leitura,
Provocar o desejo de saber mais.
Antes de ensinar a decodificar letras e sons mostrar aos alunos o que se ganha com a leitura por meio de atividades de compreensão de leitura, para que a mesma faça sentido e lhe permita perceber os vários usos sociais da escrita.

NA ESCOLA:
· Passear pela escola, com o desafio de adivinhar o que está escrito: nome da escola, na fachada; o número do prédio; cartazes; placas das portas; avisos; números, dentre outros.
· Deixar a turma pensar o que está escrito em diferentes suportes de texto.
· Propor problemas para alunos que não se manifestam:
· O que será que está escrito na frente do ônibus, em uma lata de óleo, etc
.Pedir que os alunos tragam de casa: rótulos de vários produtos (alimentos, higiene, produtos de limpeza e remédio)
Buscar com os alunos:
· Placas de ruas e praças,
· Letreiros de ônibus e de lojas,
· Placas de veículos (letras e números),
· Rótulos de produtos diversos,
· Frases de pára-choque de caminhão,
· Cartazes e folhetos de publicidade,
· Embalagens,
· Latas,
· Jornais velhos,
· Revistas velhas
Colocar o material que os alunos trouxerem à vista de todos. Olhar e comparar o que trouxeram.
Questionar:
Alguém conhece este rótulo, ou produto?
O que será que está escrito aqui?
Ler para a turma e deixar que troquem os materiais.

FORA DA ESCOLA:
Observar coisas escrita fora da escola. No outro dia cada um falará sobre o que viu, letras ou números.
A professora pergunta:
· Onde estavam escritos?
· O que será que estava escrito?
Outras atividades para explorar os diferentes tipos de textos:
Um envelope endereçado e a carta que ele contém:
é pessoal ou comercial?
O que pode estar escrito em uma carta?
Livros variados,
Contas variadas
Dinheiro
Documentos
Calendários,
Listas de telefones úteis
Catálogos de telefone
Quando apresentar analisar:
· São escritos à mão ou à maquina,
· Que tipos de letras aparecem?
· São entremeados com figuras, fotos ou ilustrações? Ou não?
· Tem números e letras, ou só letras?
· Identificar o que é letra e o que é número.
· Há números e letras iguais?
· Tem palavras iguais?
· Tem algo repetido?

ATIVIDADES COM O NOME
Escreva os nomes dos alunos e as pregue na parede na ordem alfabética.
Compare com os alunos:
· Quantidade de letras dos nomes, qual tem mais, qual tem menos?
· Há nomes com poucas e muitas letras,
· Há nomes que começam, ou acabam com a mesma letra,
· Os nomes maiores nem sempre são das pessoas mais altas. O nome das pessoas não tem a ver com o tamanho do seu nome,
· Os nomes podem ser iguais,
· Podem ter o mesmo número de letras.

HORA DA LEITURA
Ler em voz alta para os alunos todos os dias.
Leituras de:
Anedota, Adivinhação, Material de propaganda, Anúncios variados
Receitas simples e econômicas:
suco de limão, sopa,macarrão, receitas da escola.
Convidar a merendeira para ditar a receita, o professor escreve no quadro para os alunos verem
Histórias:
Notícias de jornal, de preferência de interesse da turma e que tenha sido divulgada no rádio ou na televisão, jogo de futebol, chuva que caiu na cidade, aumento dos preços de comida, eleições.
As histórias não devem ser apresentadas para dar lições de moral, nem para transmitir conteúdos.
Leia algo que você mesmo goste.
Não mude a pronúncia e atente para a pontuação.
Mude o tom de voz para os personagens, para realçar passagens importantes do texto e as emoções que aparecem.
Não altere as palavras.
Dê explicações que forem necessárias, mas evite interromper freqüentemente a leitura.
Não leia por muito tempo.
Explore:
· as ilustrações.
· As informações contidas na capa e na contracapa (título, autor, etc)
· Numeração das páginas,
· Direção da escrita.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Atendendo Pedido


Olá Luciane,
Atendendo ao seu pedido, está aqui o link da música "Olha pro Céu"
Realmente a música é muito bonitinha para trabalhar nessa data....
O primeiro link tem a letra na voz de Dominguinhos e Nando Cordel e no segundo somente o instrumental de Luiz Gonzaga.
Aproveite!!!
beijocas

http://www.4shared.com/file/44465386/210c7e7c/Dominguinhos_-_Olha_pro_Cu__Com_Nando_Cordel_.html?s=1


http://www.4shared.com/file/46937029/f27032/Festa_Junina_-_Luiz_Gonzaga_-_Olha_pro_ceu.html

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Festa Junina









Atividades em sala de aula

Os professores de todas as disciplinas participarão do projeto desenvolvendo atividades em sala relacionadas com a data que estamos comemorando.


De Educação Infantil a 1ª série:


Português: Explorar a leitura de textos informativos, de poesias, músicas juninas, de texto formal e informal, bem como quadrinhas, caça-palavras e cruzadinhas.
Montar um livrinho com as comidas e bebidas típicas juninas.

História:Conhecer a origem das festas Juninas e os Santos do mês.
Conhecer o significado das danças típicas da festa junina, como a dança do-pau-de-fitas, quadrilha e outras.

Matemática e Ciências: Conhecer as comidas típicas junina e explorá-las no que se refere à quantidades, preços, tempo de duração da culinária, medidas de massa e fração.
Fazer, como culinária, algumas das comidas típicas.
Criar desafios envolvendo situações da festa junina, bem como a gincana que estamos desenvolvendo.

Artes: Produzir cartazes com as simpatias, receitas típicas e representações da festa. Ornamentar as salas e a escola.

Geografia:Localizar, geograficamente, os países que deram início às festas juninas, como França e Portugal. Fazer o mesmo no mapa do Brasil, destacando as regiões e a maneira como a festa junina é comemorada em cada uma delas.

Educação Física: Conhecer as danças típicas e apresentá-las na festa junina.

Crédito: comunidade do Orkut Projeto de Educação Infantil - Cintia

As diferentes festas juninas no Brasil
Histórias, brincadeiras e comidas típicas para você se divertir com a família e os amigos
Por Ana Carolina Soares
Fonte: Revista Ana Maria nº 141, 21 jun. 1999, págs. 60-63.

Comemorar o mês de junho é um hábito antigo em várias partes do mundo. Nos países católicos da Europa, as festas juninas são uma tradição desde o século 4º. O primeiro nome que receberam, "joaninas", foi em homenagem a São João e acabou sendo modificado ao longo dos anos. "Os Santos Antônio e Pedro também são festejados em junho, mas São João sempre teve mais devotos no continente europeu. Por isso, a festa recebeu o nome dele", diz Maria do Rosário Tavares de Lima, vice-presidente da Associação Brasileira de Folclore.
O costume chegou ao Brasil junto com os colonizadores portugueses e acabou recebendo influências culturais de cada região. São vários os modos de comemorar as festas juninas de norte a sul.

Nordeste: No embalo do forró, as festas juninas são destaque em Campina Grande, na Paraíba, e Caruaru, em Pernambuco. Nessas cidades, elas duram um mês. Em Campina Grande, as principais atrações ficam por conta dos shows (grátis), no Parque do Povo, e da brincadeira conhecida por "trem forroviário", em que os passageiros viajam dançando nos vagões ao ritmo do forró. Ele circula entre Campina Grande e o distrito de Galante nos dias 13, 20, 23 e 27 de junho e 4 de julho. O "trem do forró" também anima Caruaru. Ele parte da capital, Recife, com destino a Caruaru, nos dias 12, 13, 19, 20, 23, 26 e 27 de junho.

Sudeste: Além da comida típica (pipoca, pé-de-moleque e quentão, entre outros), nas festas juninas desta parte do país come-se cachorro-quente, pastel e até mesmo pizza. Na hora de brincar, todos participam das pescarias, dos concursos de quadrilha e do casamento na roça ao som de música sertaneja.

Centro-Oeste: Nessa região, a festa é influenciada por hábitos típicos dos países fronteiriços (em especial o Paraguai). Além da quadrilha e dos pratos típicos, as festas juninas acontecem ao som da polca paraguaia e toma-se a sopa paraguaia (que, na verdade, é uma espécie de bolo de queijo). O ritmo sertanejo dá o compasso da festa.

Sul: A tradição gaúcha ordena que se reúna a família ao redor da mesa de jantar. E que se passe a noite saboreando comidas típicas, como arroz-de-carreteiro, feijão-mexido e pinhão cozido na água ou assado na brasa.

Norte: A festa típica é ofuscada pelo festival folclórico de Parintins, que ocorre no final de junho no Amazonas. Em lugar da quadrilha, ouve-se a toada do boi-bumbá. São servidas receitas regionais como tapioca (à base de mandioca) e tacacá (bebida de origem indígena).




Músicas Juninas


Cai, Cai Balão
domínio público

Cai, cai balão
Cai, cai balão/
Aqui na minha mão
Não cai não,
Não cai não, não cai não
Cai na rua do sabão.


Olha Pro Céu Meu Amor
Autores:José Fernandes e Luiz Gonzaga

Olha pro céu meu amor
Vê como ele está lindo
Olha prá quele balão multicor
Como no céu vai sumindo.
Foi numa noite igual a esta /
que tu me deste o teu coração/
O céu estava em festa /
porque era noite de São João /
Havia balões no ar /
xote, baião no salão /
E no terreiro o teu olhar /
que incendiou meu coração.

Capelinha de Melão
domínio público

Capelinha de melão /
É de São João /
É de cravo, é de rosa /
É de manjericão.
São João está dormindo /
Não me ouve não /
Acordai, acordai /
Acordai, João.

Pula a fogueira
Autores: Getúlio Marinho e João B. Filho
Pula a fogueira,
Iaiá
Pula a fogueira,
Ioiô
Cuidado para não se queimar
Olha que a fogueira
Já queimou o meu amor
Nesta noite de festança
Todos caem na dança
Alegrando o coração
Foguetes, cantos e troca
Na cidade e na roça
Em louvor a São João
Nesta noite de folgueto
Todos brincam sem medo
A soltar seu pistolão
Morena flor do sertão
Quero saber se tu és
Dona do meu coração

Balão vai subindo
domínio público


O Balão vai subindo
Vem vindo a garoa
O Céu é tão lindo
E a Noite é tão boa
São João, São João
Acende a fogueira do meu coração.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Olha essa idéia que máximo!!!




Esse jogo é bem simples de ser confeccionado... é feito com caixinhas de fósforo (sucata)... Junte uma boa quantidade de caixinhas (Peça ajuda às crianças... elas colaboram bastante)
Encape as caixinhas (a capinha somente) - de preferência com cartolina americana, pois, tem maior durabilidade. Cole em cada caixinha uma figura, se preferir pode passar ainda o papel contact transparente - fica melhor ainda. Dentro das caixinhas coloque as letras ou sílabas (separadamente) correspondente a respectiva figura. Veja na imagem como fica...
Deixem as crianças manusearem à vontade o jogo, montar a palavra relacionada à figura com as letrinhas ou sílabas contidas dentro da caixinha... acompanhando as crianças você poderá observar em qual estágio de leitura e escrita cada uma está... de acordo com a correspondencia que ela faz (figura e escrita)... Essa atividade pode ser desenvolvida individualmente, em duplas ou em grupos! É bem divertido... as crianças aprovam! rs


Credito:http://blog.orolix.com.br/blog/criandoeaprendendo/


quinta-feira, 1 de maio de 2008



Esse eu ganhei da minha amiga virtual Carla - http://gospel-gifs.zip.net/.
O Blog dela é fantástico!!
Se você também tem uma amiga muito querida e gostaria de homenageá-la, participe dessa campanha que é uma forma muito especial de conhecer, ser conhecida e de presentear os blogs amigos que sempre visitam o seu cantinho.
Propague essa onda de amizade e participe vc também.

INSTRUÇÕES
Pegue o selo no Gospel Gifs (clike no selo), nomeie 10 blogs amigos e visite cada um deles avisando da nomeação. se vc foi nomeado por alguém, passe adiante e visite os outros nove blogs que foram nomeados junto com vc.Ao repassar a campanha, pode copiar o texto acima ou criar o seu próprio texto. O importante é não esquecer de avisar onde se encontra o selo e de nomear os seus 10 blogs amigos.
Aí vão os links:
http://pedagogiadoafeto.blogspot.com/
http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com/
http://cantinhoencantadodaeducacaoinfantil.blogspot.com/
http://baudasdobraduras.blogspot.com/
http://gimenes-gentequeduca.blogspot.com
http://jacirinha.blogspot.com
http://abcdaproerika.blogspot.com
http://luzimara-prazerdeensinar.blogspot.com
http://marciliacampos.blogspot.com

PROJETO: "QUEM AUMENTA UM PONTO...INVENTA UM CONTO!" na íntegra


“Projeto de Produção Coletiva Quem aumenta um ponto...inventa um conto!”

Justificativa

O Projeto partiu de um simples plano de aula, apenas mais uma atividade. Sem pretensão de se tornar um projeto.
Minha classe desse ano são crianças de seis anos e está no primeiro ano da Escola Municipal Oswaldo Justo, no município de Praia Grande – litoral sul de São Paulo.
São crianças muito inteligentes, de fácil apreensão dos conteúdos, porém têm atitudes agressivas quando se frustram ou não têm argumentação e acabam resolvendo as diferenças batendo nos amigos.
Detectada a “deficiência” da classe comecei a trabalhar com mais freqüência a “HORA DO CONTO”. Utilizei diversos Contos de Fadas que trabalham as virtudes, levei personagens confeccionados por mim para ilustrar as histórias na hora da narrativa, além de outros meios para recontá--las.
Comecei a ter uma resposta positiva em relação a disciplina neste momento. Eles gostam muito da “hora da história”. Gostam, mas já sabiam os contos “de trás para frente”, e pensei para uma atividade “Vamos inventar uma história, ou pelo menos vamos tentar”.
Planejei no semanário o dia da “invenção”.
No dia coloquei um papel pardo preso na parede e comecei a atividade com uma “roda de conversa” sobre o precisamos para ter uma história, título (o nome da história), os personagens, o enredo.
De repente a história foi acontecendo. Funcionou.
A resposta foi surpreendente. O enredo ficou lindo!
Li e reli. Jamais poderia permitir que uma história tão bem estruturada ficasse dentro de um armário enrolada num papel pardo.
Então surgiu o “Projeto de Produção Coletiva: Quem aumenta um ponto... inventa um conto”.



Objetivos

· Despertar o amor pelos livros e pela leitura;
· Trabalhar valores morais (virtudes);
· Desenvolver a criatividade;
· Envolver os alunos em atividades que necessite participação em grupo;
· Diferenciar, de forma lúdica, a linguagem oral da escrita.



Conteúdos

· Produção textual coletiva ditado para um escriba;
· Utilização correta de expressões usadas em contos, tempos verbais e adjetivos;
· Estudo das palavras-chave do texto produzido;
· Revisão de texto;
· Estudo lúdico das formas antigas e atuais de marcação de tempo (relógios e calendário);
· Recontar a história por meio de diversos recursos pedagógicos: flanelógrafo, tapete de histórias e dramatização;
· Confecções de cartazes que diferenciem atividades realizadas durante o dia, das que são realizadas a noite pelos seres humanos;
· Música: Sol, Lua e estrela, do “Palavra Cantada”;
· Leitura de diversos contos;
· Utilização da sala de informática para a ilustração da história.



1º Etapa

“Vamos inventar uma história”
Produção de uma história inventada pelas crianças. Com título, personagens e enredo.
Através de uma roda de conversa iniciamos a problematização inicial: “o que precisamos para ter uma história?”.
Coloquei um papel pardo preso na parede e começamos a criar. Fui apenas escriba e organizadora do pensamento para que não dispersasse.
Surgiu o conto: “A Lua e a Noite”.


2º Etapa

Apresentar diversos contos infantis.
Deixar as crianças manusearem livremente os livros, afim de que percebam sua estrutura.


3º Etapa

Trabalhar com as crianças o conceito de “Dia e Noite” através de cartazes e do relógio.
Explicar que o dia é dividido por horas.
Mostrar diversos tipos de relógio.



4º Etapa

Revisão da história.
Revisar o texto incluindo diálogos, retirando as expressões “aí”, “daí”, “né”, “então” e acrescentar a linguagem típica de contos. Conseqüentemente acrescentaremos, também, conteúdo a história.


5º Etapa

As crianças farão uma contação da História inventada, para outros alunos da Escola utilizando alguns recursos pedagógicos, tais com: flanelógrafo, avental de histórias, tapete de histórias.


6º Etapa

Montar uma peça de teatro com o enredo da história.



7º Etapa

Transcrever a história no computador no formato de um livro (folha A4 dividida ao meio) deixando espaço para a ilustração.
Os autores-ilustradores serão escolhidos através de votação dos professores de várias classes.
Para a votação será utilizado material pré-selecionado (desenhos com o tema da história).


8º Etapa

Reproduzir o original do livro para cada aluno ter seu exemplar.
Enviar a história original para a Editora para estudo de uma possível publicação.


Avaliação

Avaliar a participação e interesse dos alunos nas atividades propostas
Propor um ditado com alfabeto móvel: as crianças montarão palavras-chave da história (dia, noite, lua sol).
Fazer uma “roda de conto” um aluno começa a contar a história, ao ouvir uma palma outra criança continua.
Registrar os avanços da oralidade e da escrita. Compartilhar estes avanços com os pais.



ATENÇÃO O RETIRAR ESSE PROJETO DO BLOG DÊ OS CRÉDITOS, POIS ELE TÁ PROTEGIDO PELA LEI DE DIREITOS AUTORAIS
BEIJOCAS

Desabafo!!!

“Sonho que se sonha só,
Pode ser pura ilusão,
Sonho que se sonha juntos
É sinal de solução
Então, vamos sonhar, companheiros,
Vamos sonhar ligeiro,
Sonhar em mutirão”.

Essa é uma canção que as comunidades eclesiais de base cantam, ou cantavam com mais freqüência. Numa época em que a militância era tomada por um espírito de luta, de utopia. Uma utopia movida por amor.
Infelizmente o que vemos são militantes, (se é que podemos chamá-los assim) corrompidos pela maldita ambição,pelo maldito dinheiro.
Pessoas que eu tinha como exemplo, não posso contar com elas neste momento de luta pessoalpor uma causa solcial.
É necessário que sonhemos em “mutirão” para que nosso “sonho utópico”volte a ser prioridade.