Mais Música!

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Um Artigo Escrito por Mim...

Janeiro de 2007.

Domingo, para variar o final de noite é uma tortura televisiva,:música do “Fantástico” anunciando que amanhã será segunda-feira e que, claro, temos que correr atrás das promessas feitas para o Ano-Novo.
Mas, como a tecnologia é maravilhosa (em alguns casos), com meu controle remoto mudei de canal e assisti o final de uma palestra do psicoterapeuta PauloGaudêncio, no Café Filosófico (um programa excelente da TV Cultura).
E ele estava dissertando sobre ”Companheirismo na crise”, de como educamos nossos filhos, como introduzimos as normas, como eles nos testam na adolescência,...
Fui dormir, mas quem disse que consegui.
Fiquei pensando nos meus projetos e a frase do psicoterapeuta voltou como se fosse um raio “EDUCAR É DIZER E VIVER AS NORMAS”.
Percebi quanto podemos trazer essa realidade para a sala de aula.
Eu sempre achei que ia ser professora de História, de repente me vi numa sala de Educação Infantil, totalmente perdida, fora da minha realidade (de educadora do EJA).
O que fazer?
Li muito a respeito, levei um pouco da minha bagagem freireana, e claro joguei fora boa parte do que tinha aprendido no magistério.
Deu certo, quer dizer, mais ou menos certo, mas certo ao ponto de me apaixonar por Educação Infantil e trabalhar nos anos seguintes com os pequenos.
Mais ou menos certo? Por quê?
Porque eu tinha um defeito: eu falo alto, e sou agitada, ligada no 220, como dizem. Para uma educadora de Educação Infantil isso não pode ocorrer.
E aí entra a frase que não me deixou dormir...
Como dizer para uma criança de 5 anos que ela não deve falar alto se eu falava?
Minha primeira classe de Educação Infantil era uma competição: eles falavam alto (38 crianças de 5 anos) e eu falava mais alto para que eles me escutassem. Eu saia cansada.
Segunda experiência: Creche Municipal num bairro afastado do centro da cidade. Foi um drama, as crianças não tinham modelo e não entendiam a palavra NÃO. Conclusão: eu saia derrotada.
E novamente chegamos à frase do glorioso terapeuta: ”temos que ser a norma”, tanto para os nossos filhos de sangue quanto para os filhos de coração.
E aí me lembro de um texto maravilhoso da Silvia Costa (coordenadora do Projeto Jornal Escola do jornal A TRIBUNA de Santos), que se chama “SE...” e começa assim:
“Se eu vivesse novamente minha vida de professor, não teria tanto medo de errar...
Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais, correria mais riscos, “viajaria” mais durante as aulas...”
Nós temos tempo de relaxar, de correr riscos, de “viajar”, de sermos modelos e modificar a realidade dos nossos educandos num simples gesto de nos modificarmos.

Camila Luana Genaro

Caderno de Leitura


Um recurso a favor da alfabetização

Como surgiu a proposta?

Surgiu da observação de que muitas crianças aprendiam a ler a partir da “leitura” de textos que já sabiam de cor (músicas, poemas, listas de nomes de familiares e amigos e outros textos de conteúdo conhecido).

A observação dessa prática motivou a proposta de organizar um caderno de leitura contendo diferentes tipos de textos conhecidos das crianças, como apoio à alfabetização.


O que se pode aprender?

O caderno de leitura possibilita:

• Trabalhar com textos reais, de diferentes gêneros

• Apresentar um repertório de textos conhecidos das crianças

• Organizar os textos trabalhados em classe

• Desenvolver atividades de leitura compartilhada

• Incentivar as crianças a lerem antes de saber fazê-lo de forma convencional

• Socializar com os familiares alguns dos textos que circulam na sala de aula

• Promover a leitura e consulta dos textos sempre que as crianças desejarem e/ou necessitarem

• Criar um referencial estável de textos/palavras que podem ser usados no momento de produzir outros textos.


Que textos selecionar?

O caderno de leitura pode ter duas partes. Uma delas com textos como parlendas, poemas, quadrinhas, músicas, listas e outros textos que as crianças sabem de cor. E outra com textos que as crianças demonstrarem interesse em ter disponíveis para compartilhar com familiares e amigos: fábulas, piadas, receitas e outros


Quais os objetivos?

O caderno de leitura tem como objetivos principais:

• Incentivar a prática da leitura e o desejo de ler

• Possibilitar o contato direto das crianças com textos reais

• Ampliar a diversidade de gêneros textuais conhecidos pelas crianças

• Garantir um repertório de textos de boa qualidade que se constitua num material de consulta para a escrita de outros textos

• Incentivar as crianças a lerem mesmo quando ainda não sabem ler convencionalmente

• Apresentar situações reais em que as crianças tenham que utilizar estratégias de leitura e ajustar o que sabem de cor ao que está escrito

• Desencadear atividades de leitura que exigem reflexão sobre a escrita convencional

• Favorecer algumas aprendizagens importantes: sobre o fato de todo escrito poder ser lido, sobre a linguagem que se usa para escrever, sobre a disposição gráfica dos diferentes gêneros textuais, sobre o valor sonoro convencional das letras...

• Ajudar as crianças a avançarem nos seus conhecimentos sobre a escrita.


Desde quando?

O caderno de leitura pode ser organizado com as turmas de três anos em diante:

• Com as crianças de 3 a 5 anos, o caderno será uma oportunidade para que elas se reconheçam capazes de ler. A seleção dos textos deve sempre ter como critérios principais: as características, conhecimentos e preferências da turma e a qualidade do material (tanto do ponto de vista do conteúdo como da apresentação gráfica). Nessa faixa etária o caderno possibilita (principalmente) resgatar textos significativos da cultura popular, ampliar o repertório de textos conhecidos, aprender que tudo o que dizemos, cantamos, recitamos pode ser escrito, que os textos são diferentes e se organizam graficamente de modo diferente, que escrevemos com letras...

• A partir dos 6 anos, além dessas vantagens, o caderno serve também como fonte de consulta para a escrita das crianças, em situações espontâneas ou orientadas pelo professor.


Alguns cuidados com o caderno de leitura

É importante:

• Garantir, na página inicial, uma breve apresentação do caderno com os seus objetivos, para que os familiares saibam para que serve e como será utilizado em casa e na escola

• Deixar, em seguida, um espaço para elaboração progressiva de um índice dos textos

• Garantir uma boa apresentação do material (textos bem impressos, com letra legível e de tamanho adequado, recortados e colados com capricho pelo professor etc)

• Incentivar as crianças a terem uma atitude de cuidado com o caderno

• Apresentar às crianças os portadores de onde são transcritos os textos

• Manter a diagramação dos textos tal como é feita nos portadores de origem

• Não permitir a ilustração do caderno, pois não se pretende que as crianças reconheçam os textos a partir de imagens, mas sim de outras estratégias

• Deixar claro que o caderno deve ser mantido sempre na mochila das crianças, para que circule além da escola..
Retirado do blog: Era Uma Vez... by Hilary

terça-feira, 29 de abril de 2008

Ando meio sumida....

Mas juro que não é de propósito, não os abandonei!!!!
Estou dodói, muito dodói. Mas logo, logo estarei de volta, na ativa....rsrsrsrs

Beijocas

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Sugestão para o Dia das Mães - Poesias

Mãezinha (J.G. de Araujo Jorge)

A coisa melhor da vida ao nascer me aconteceu:
- foi a mãezinha querida que, por sorte,
Deus me deu!
Procuro ser obediente faço tudo que ela diz, pois quero vê-la contente, sempre orgulhosa e feliz.
Agora, eu sou pequenino, mas quando um dia eu crescer vou zelar por seu destino, vou cuidar do seu viver...
Foi bom eu nascer menino, pra mãezinha proteger.

(in Cantiga do Só, J.G. de Araujo Jorge, 1964)



Mãezinha - só uma
(George Cooper)
Tantas estrelas, no céu, estão brilhando,
Tantas conchinhas brincando com o mar,
Tantos carneiros no campo pulando
E passarinhos voando a cantar.
Tantas abelhas fazendo zum-zum, e borboletas azuis a voar,
Tantas gotinhas de orvalho na grama,
Mãezinha - só uma eu tenho para amar.

(Trad. de Edvete da Cruz Machado, in O Mundo da Criança vol.2)



Marcas de Dedos

.Às vezes, você se aborrece
Porque ainda sou criancinha
E sempre deixo marcas de dedos
Nos móveis da casa inteirinha.
Mas estou crescendo dia a dia
E logo adulto vou ser
E essas marcas de dedos
Vão todas desaparecer.
Agora deixo uma marca bem especial
Pra você nunca esquecer
Como eram meus dedinhos
Antes de eu crescer.
Para você mamãe, com todo o meu carinho!!




MÃE

.Mãe...
São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o céu tem três letras
E nelas cabe o infinito;
Para louvar a nossa mãe,
Todo bem que se disser
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer;
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do CÉU
E apenas menor que Deus!

Mário Quintana

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Birra de Criança!!!!



As manifestações de tensão da criança de seis anos atingem o máximo dos cinco anos e meio aos seis. Entre essas manifestações incluem-se explosões de gritos, birras e agressões físicas aos pais. Perde o domínio de si mesma, tanto que por vezes é necessário que a mãe a leve ao quarto e deixe-a pensando no que fez. A mãe pode então fazer como a Super Nany, e dar-lhe um cantinho de pensamento, tirar-lhe algumas coisas que a ajude a compreender que errou e ainda, fazer-lhe um quadro que a auxilie a lembrar-se de suas obrigações.
É a idade de roer as unhas, colocar os dedos na boca, coçar o nariz, enrolar os cabelos, bufar, xingar, pestanejar, limpar a garganta, contrair os músculos da face, abanar a cabeça, gaguejar são algumas das reações da criança dessa idade.

Crédito: Blog ABC da Prô Erika

terça-feira, 22 de abril de 2008

Diferença entre Planos de aula, Sequencias Didáticas e Projetos







Módulo mínimo de planejamento, essa atividade é dada em uma única aula. Pode ser avulsa ou
estar inserida em uma seqüência didática ou em um projeto.
Devem estar claros para o professor: o conteúdo a ser trabalhado, os objetivos de aprendizagem, que recursos serão necessários para desenvolver a aula e como será avaliado o aproveitamento do aluno.

Nessa modalidade, a duração é limitada a algumas semanas de aula. O conteúdo é mais específico que o de um projeto e é explorado em atividades seguidas, que se tornam cada vez mais complexas. Um exemplo de Matemática é a resolução de uma série de problemas que explorem a adição e a subtração, cuja dificuldade aumente a cada aula.

PROJETOS DE ENSINO

Tem duração longa, pode levar até um ano. Envolve a construção de um produto final – um livro, uma exposição, uma campanha, por exemplo – destinado a um público definido, que podem ser outros alunos, os pais, os moradores do bairro etc. Nesse caso, a participação da turma se dá em todas as etapas do planejamento.

O QUE É PROJETO DE APRENDIZAGEM?


O QUE É PROJETO DE APRENDIZAGEM?


Lançar nossas idéias e ideais de desenvolvimento de autonomia capacidade de saber fazer escolhas e de posicionar-se, elaborar projetos pessoais e participar enunciativa cooperativamente de projetos coletivos, ter discernimento, organizar-se em função de regras eleitas, governar-se participar da gestão das ações coletivas, estabelecer critérios e eleger princípios éticos, etc. Parâmetros Curriculares Nacionais - 1998), cidadania, sociedade, justiça e liberdade a um alvo que atinja todos envolvidos no processo de aprendizagem, onde estes percebam-se co-autores/participantes responsáveis pela construção do conhecimento. O Projeto de Aprendizagem oportuniza as novas forma de ensinar e aprender, além da quebra de paradigmas antigos na forma seqüencial de apresentação dos conteúdos, na classificação dos alunos por séries, fatos estes que serão quebrados totalmente no decorrer do processo, e principalmente, na quebra, de nossas atitudes frente ao conhecimento, fazendo com que este através das inúmeras possibilidades de aquisição de informações (pela temática) possa tornar possível a aquisição/construção do verdadeiro saber, a todos os envolvidos neste processo. As informações, o conhecimento e o saber são tecidos através das interações e trocas que os Projetos de Aprendizagem viabilizam, onde as experiências e conhecimentos anteriores de alunos e professore pelos confrontos pedagógicos ocorridos na busca de responder a "dúvidas temporárias" e "certezas provisórias", encontram-se enredados na construção da Aprendizagem, pelos nós da cooperação. ASSUNTO
No projeto de aprendizagem consideram-se as dúvidas/indagações vindas das necessidades e interesses do aluno/professor, inicialmente através do levantamento de hipóteses, partindo geralmente do conhecimento que o aluno/professor já tem, onde a aprendizagem será construída pelas interações reflexivas através da cooperação.
O trabalho através de situações problemas é umas das fortes características do projeto de aprendizagem, e quando se busca solucionar estes, toda a comunidade escolar vê-se envolvida, sendo estas situações "sustentadas por um levantamento de questões feitas pelo próprio estudante".


OS PAPÉIS


Na formulação das suas dúvidas e certezas o aluno/professor ator do projeto de aprendizagem, formula, pensa, confronta, expressa questões que tem significado pessoal, onde, enquanto indivíduo com suas histórias de vida, únicas e reais que necessitam ser, muitas vezes, repensadas/reconstruídas/orientadas, se vêem motivados a aprender e descobrir inventivamente sobre si mesmos, a sociedade e o conhecimento .
Neste processo tanto alunos como professores são atores e eternos aprendizes, desenvolvendo a autonomia, através da prática interdisciplinar, onde a intuição, imaginação e prazer são possibilidades construídas pelos desafios.
Na aprendizagem por projetos os alunos/professores levantam hipóteses, analisam, organizam, selecionam informações, buscam desenvolver novas formas de comunicação, expressão nas diversas áreas do conhecimento, refletem, imaginam e exercitam a cidadania através de atitudes solidárias e autônomas, enfim mostram o que querem, o que sabem o que podem fazer - são autores e atores que criam e inovam nos procedimentos e metodologias utilizadas/descobertas/recriadas.
O professor deve ter a competência técnica/conhecimento de sua área e disciplina neste processo para poder dar suporte como especialista/articulador as discussões das questões levantadas pelos alunos, para apurar mais claramente o nível de conceituação acerca do conteúdo em estudo, a linha de raciocínio e/ou compreensão do aluno, a fim de poder criar mais e mais desafios, nas relações criadas para sistematização e formalização dos conteúdos que surgem. As análises realizadas pelo professor orientador do projeto devem contemplar/sugerir questões que desestabilizam, provocam discussões, reflexões, análises e criticas, que contribuam para a formação do cidadão que deverá ter/desenvolver atitude e comprometimento com o grupo de desenvolvimento do projeto..


OS CONTEÚDOS


Os conteúdos são, no desenrolar do projeto, aprendidos, através de meios, onde o desenvolvimento da capacidade de aprender e continuar a aprendendo é natural neste processo contínuo de ir e vir nos questionamentos quanto as suas dúvidas e certezas, respeitando a individualidade quanto aos ritmos de aprendizagem de cada aluno, bem como, dando possibilidade de verificação das necessidades de aprendizagem específicas.
Os temas e conteúdos cruzam-se nas diversas atividades construídas/sugeridas para cada aluno e grupo de trabalho, onde em determinados nós todos se encontram, seja de forma simultânea ou não.



AVALIAÇÃO


Em projetos de aprendizagem a avaliação ocorre durante todo o processo, e o crescimento é percebido pelas trocas e interações ativas de cada um dos envolvidos, com o uso da Informática, tanto alunos quanto professores podem avaliar o processo desde seu início (as primeiras dúvidas e certezas) até a sua reestruturação (abrangendo novas dúvidas e certezas), pois um projeto de aprendizagem não tem fim, pois, neste processo todos somos eternos aprendizes.
Os registros dos textos de interações e pesquisas realizadas em grupo e/ou individualmente , as imagens, os sons ficam todos arquivados, possibilitando a melhor compreensão da construção do conhecimento, onde cada indivíduo envolvido no processo pode estar avaliando as suas produções, as do grupos, através de Portfólios e/ou Webfólios, desenvolvendo a auto-crítica quanto aos seus limites e possibilidades.


REFERÊNCIAS
1- COSTA, Irís F. Tempel; MAGDALENA, Beatriz C. Conteúdo: Para quê? Por quê?
____________________. 2- E Qual é a Questão?
____________________. 3- Introdução de Novas Tecnologias na Escola: Por quê? Para quê?
_____________________.4- Perguntas inteligentes: O que é Isto?
5- FAGUNDES, Léa. Projeto? O que é? Como se faz? Um repetente fala sobre o currículo.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Jogral para o Dia das Mães

Dia das Mães
de Emílio Carlos

(As criança entram. Cada criança faz uma fala. Outra opção é todas falarem juntas. Enquanto falam elas fazem gestos de mímica que ilustrem o que elas estão falando).
(Música: dedilhado de guitarra/violã o ou de teclado)

Quando eu era bem pequeno
Ainda era neném
Eu morava dentro da sua barriga
E queria muito lhe conhecer
Eu ficava pensando
Como será que você era
Se era magra ou fofinha
Se era azul ou amarela
Você me dava carinho
Você me dava atenção
Passava a mão na barriga
E aquilo era muito bom
Eu vivia andando por aí
Com você pra todo lugar
Porque você é muito dinâmica
Não é de sentar e parar
O esquisito era quando
Aquele médico passava um gelzinho
E queria, curioso,
Ficar olhando meu rostinho
Nessa hora eu tinha vergonha
E até virava de lado
- Ei dá licença, olha pra lá
Não vê que eu estou pelado?
O tempo passou e eu
Fui ficando maiorzinho
E aí dentro, que era tão gostoso,
Começou a ficar apertadinho
Então eu fiquei sabendo
Que era hora de nascer
Fiquei naquela dúvida
Mas eu queria te ver
Papai do Céu tinha falado
Que um anjo eu ia ter
Mas esqueceu de dizer
Que esse anjo era você.

(Nessa hora as crianças entregam botões de rosa para as mães que estão sentadas na frente, e para as outras mães. Música em homenagem às mães.)

Músicas para o Dia das Mães...by Hilary

A Hilary tem uma comunidade no Orkut chamada "Musicas para Crianças" e ela reuniu 80 músicas para o Dia das Mães....Muito legal!!!

Esse é o link para baixar as músicas:
http://www.4shared.com/dir/5516090/d72159b2/Dia_das_Maes_-_by_HILARY.html

Mensagem Dia das Mães

Idéia para colocar num lindo cartão

Para o dia da mamãe
Fiz um lindo presentinho
Não é igual o da loja
Mas ficou bem bonitinho.
Não é um presente caro
Uma jóia ou perfeição
Mas nele trabalharam
Os dedinhos da minha mão.

Adorei Essa Idéia!!!!

Livro Comestível

*Faça a capa do livrinho com cartolinas, desenhos das crianças, retrato da mãe ou no EVA
Cada página deverá ter um chocolate ou bala.
Exemplos de páginas:
1-mamãe, hoje quero te fazer uma… (Cole um chocolate SURPRESA)
2-Você é a expressão de…(cole um chocolate TALENTO)
3-É tão importante que está no meu…(cole um sonho de valsa)
4-Você me deixa com uma…(Cole um chocolate sensação) de proteção!
5-Como é…(cole um pacote de balinhas DELICADO) seu beijo e abraço!
6- Você é meu maior( cole um chocolate PRESTÍGIO)
7- TE AMO!!! FELIZ DIA DAS MÃES!!!( Cole 2 chocolates BIS)

Crédito: Cinthia Borher

Tarde de autógrafo!
Esse ano na escola da Cinthia Borher vai ter tarde de autógrafos uma idéia muito original
Confeccionar um livrinho para as mães e depois fazer uma tarde de autógrafo!
As crianças vão enfeitar a sala com trabalhos feitos por elas, depois terá uma apresentação com a música da Marisa Monte (Amor, I love you) e os livros serão entregues....Vai ficar lindo...
Se Todas as Coisas Fossem Mãe

Se a lua fosse mãe, seria mãe das estrelas.
O céu seria sua casa, casa das estrelas belas.
Se a sereia fosse mãe, seria mãe dos peixinhos.
O mar seria um jardim e os barcos seus carrinhos.
Se a casa fosse mãe, seria a mãe das janelas.
Conversaria com a lua sobre as crianças estrelas
Falaria de receitas, pastéis de vento, quindins.
Emprestaria a cozinha pra lua fazer pudins !!!!
Se a terra fosse mãe, seria a mãe das sementes.
Pois mãe é tudo que abraça, acha graça e ama a gente.
Se uma fada fosse mãe, seria a mãe da alegria.
Toda mãe é um pouco fada...Nossa mãe fada seria.
Se a bruxa fosse mãe, seria uma mãe gozada;
Seria a mãe das vassouras, da família vassourada.
Se a chaleira fosse mãe, seria a mãe da água fervida,
Faria chá e remédio para as doenças da vida.
Se a mesa fosse mãe, as filhas, sendo cadeiras,
Sentariam comportadas, teriam boas maneiras.
Cada mãe é diferente.
Mãe verdadeira ou postiça,
Mãe vovó ou mãe titia,
Maria, Filó, Francisca, Gertrudes, Malvina, Alice.
Toda Mãe é como eu disse!
Dona Mamãe ralha e beija, erra, acerta, arruma a mesa, cozinha, escreve, trabalha fora,Ri, esquece, lembra e chora,
Traz remédio e sobremesa......
Tem até pai que é "tipo mãe"...
Esse, então, é uma beleza !!!!!
Assim é a minha mãe !!!!!!!!!!!!!!!!!!

Sylvia Orthof

Texto informativo sobre o Dia das Mães


Introdução

No Brasil, o Dia das mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio ( de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas). É uma data especial, pois as mães recebem presentes e lembranças de seus filhos. Já se tornou uma tradição esta data comemorativa. Vamos entender um pouco mais sobre a história do Dia das Mães.

História do Dia das Mães

Encontramos na Grécia Antiga os primeiros indícios de comemoração desta data. Os gregos prestavam homenagens a deusa Reia, mãe comum de todos os seres. Neste dia, os gregos faziam ofertas, oferecendo presentes, além de prestarem homenagens à deusa.
Os romanos, que também eram politeístas e seguiam uma religião muita parecida com a grega, faziam este tipo de celebração. Em Roma, durava cerca de 3 dias ( entre 15 a 18 de março). Também eram realizadas festas em homenagem a Cibele, mãe dos deuses.
Porém, a comemoração tomou um caráter cristão somente nos primórdios do cristianismo. Era uma celebração realizada em homenagem a Virgem Maria, a mãe de Jesus.
Mas uma comemoração mais semelhante a dos dias atuais podemos encontrar na Inglaterra do século XVII. Era o “Domingo das Mães”. Durante as missas, os filhos entregavam presentes para suas mães. Aqueles filhos que trabalhavam longe de casa, ganhavam o dia para poderem visitar suas mães. Portanto, era um dia destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos atualmente.
Nos Estados Unidos, a idéia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em 1904, por Anna Jarvis. A idéia de Anna era criar uma data em homenagem a sua mãe que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte-Americano. A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional, foi aprovada pelo presidente Woodrow Wilson. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário.
Após estes eventos, a data espalhou-se pelo mundo todo, porém ganhando um caráter comercial. A essência da data estava sendo esquecida e foco passou a ser a compra de presentes, ditado pelas lojas como objetivos meramente comerciais. Este fato desagradou Anna Jarvis, que estava muito desapontada em ver que o caráter de solidariedade e amor da data estavam se perdendo. Ela tentou modificar tudo isso. Em 1923, liderou uma campanha contra a comercialização desta data. Embora com muita repercussão, a campanha pouco conseguiu mudar.

Crédito:
http://www.suapesquisa.com/historia_dia_das_maes.htm

Vamos aprender Matemática?


Amarelinha!!!!


Cristiane ChicaCoordenadora do NUTEC- MathemaRecomendado para crianças a partir dos 4 anos.Conteúdo: Números, noção de espaço e medidas.Competências e habilidades: Reconhecimentos de algarismos, seqüência numérica, contagem e comparação de quantidades. Avaliação de força e distância.Recursos: amarelinha desenhada no chão.


Quem não conhece a amarelinha?
É uma das mais tradicionais brincadeiras de rua deste país. Nela a criança tem de pular - ora com um pé só, ora com os dois - sobre quadrados riscados no chão, evitando pisar na casa onde foi lançada a pedrinha com que se marca a progressão em direção ao "céu", o ponto final da brincadeira.Durante o jogo, é preciso abaixar sem encostar um dos pés no chão, rodopiar no ar, deslocando-se ora para um lado, ora para o outro, ora para frente, ora usando as mãos, ora os pés. É um exigir constante do controle sobre o corpo e o espaço.Adotar a amarelinha nas aulas de matemática significa poder desenvolver a inteligência corporal a partir das relações realizadas entre as crianças com seus recursos corporais e elementos do meio.Além do desenvolvimento do esquema corporal e noção espacial, podemos dizer que a amarelinha também auxilia no desenvolvimento de noções de medidas e números.Ao lançar a pedrinha no quadrado desejado é preciso avaliar a quantidade de força a ser colocada na mão, avaliar a distância entre o corpo e a casa atingida.Contagem, seqüência numérica, reconhecimento de algarismos, comparação de quantidades, são alguns conceitos e habilidades que podemos desenvolver a partir desse trabalho.

Você já havia notado quanta matemática podemos explorar numa simples brincadeira?

Dicas para iniciar a brincadeira pela primeira vez: Faça uma roda com os alunos e pergunte a eles:

- Quem conhece a amarelinha?

- Quais os tipos de amarelinha que conhecem?

- Deixe que desenhem como elas são.

- Como se joga a amarelinha?

- Como podemos organizar essa brincadeira?

- Como se decide quem joga primeiro?

Após levantar o que os alunos sabem sobre essa brincadeira, a professora pode propor que todos vão conhecer uma amarelinha .Pode-se iniciar explorando com as crianças somente a maneira de pular, uma vez que não é simples esse pular, elas precisam coordenar muitas ações ao mesmo tempo. Num outro momento então, pode-se ensiná-las como é a brincadeira. Enquanto algumas crianças são convidadas a iniciar, as demais observam sentadas em círculo ao redor do diagrama. Uma criança também pode auxiliar a outra.Uma nova organização da classe:Quando os alunos já estiverem familiarizados com a brincadeira, o professor pode desenhar de dois a quatro esquemas da amarelinha para que possam brincar, sendo que em cada grupo seja colocado duas crianças que já tenham maior conhecimento para auxiliar as demais.Ao final, reúna a turma para fazer um fechamento da atividade: pode ser uma roda onde os alunos falem sobre como foi jogar, o que foi fácil e o que foi difícil, tomem decisões sobre como realizar a brincadeira numa próxima vez, ou realizar um desenho da brincadeira, ou ainda produzir um texto coletivo sobre as regras aprendidas.Repita a brincadeira, pelo menos umas quatro vezes, para que todas as crianças tenham oportunidade de aprender a brincadeira e superar suas dificuldades, vencendo os desafios propostos, bem como, apreender todas as regras.

A amarelinha tradicional:
Desenvolvimento:

- As crianças devem decidir a ordem dos jogadores, ficando a primeira de posse da pedrinha;- Cada jogador, ao chegar a sua vez, se coloca atrás da linha de tiro, de frente para o diagrama, e atira a pedrinha na casa número 1. Aproxima-se, então do diagrama, pulando a casinha onde está a pedrinha, caindo com os dois pés no 2 e no 3, com um pé só no 4 e repetindo esta seqüência até chegar ao 10. Na volta, sem entrar na casa número 1, nem pisar nela, ela deve pegar a pedrinha com os pés nas casas antecedentes, no caso, 2 e 3. Deve pular a casa 1 e agora arremessar a pedra à casa número 2, repetindo o mesmo processo, e assim sucessivamente até chegar a última casa ou até errar, quando então cede a sua vez ao seguinte.

- Constituem erros jogar a pedrinha fora da casa desejada ou sobre uma linha da figura; apoiar-se com dois pés no interior de uma mesma casinha; trocar o pé de apoio durante o percurso e esquecer de pegar a pedrinha.

- Depois de cada criança ter tido sua vez, o primeiro recomeça da casa onde estava ao errar, e assim por diante, até alguém alcançar o 10.

- Vence quem terminar a amarelinha toda primeiro.



Para saber mais:Brincar: crescer e aprender, de Adriana Friedmann, editora Moderna, 1996Brincadeiras infantis nas aulas de matemáticaKátia Stocco Smole, Maria Ignez Diniz e Patrícia Cândido, editora Artmed, 2001
Crédito: Blog Espaço da Criança - Márcia

sexta-feira, 18 de abril de 2008

DIA DO LIVRO!!!!















UM DIA ESPECIAL!!!!!!!!!
Todas as Atividades propostas foram realizadas.
As crianças adoraram fazer os livrinhos para dar de presente para os bebês do berçário.
depois de prontos fizemos uma mini cerimônia de entrega.
Concluindo o Dia do Livro fizemos um teatro de fantoches sobre o "Sítio do Pica-Pau Amarelo"

Foi muito legal!!!!

quarta-feira, 16 de abril de 2008

4ª Etapa da Projeto Quem Aumenta um Ponto...inventa um Conto!!!

Revisão da história.
Revisar o texto incluindo diálogos, retirando as expressões “aí”, “daí”, “né”, “então” e acrescentar a linguagem típica de contos. Conseqüentemente acrescentaremos, também, conteúdo a história.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Campanha Da Amizade




Você que tem uma amiga muito querida e gostaria de homenageá-la, participe dessa campanha que é uma forma muito especial de conhecer, ser conhecida e de presentear os blogs amigos que sempre visitam o seu cantinho. Propague essa onda de amizade e participe vc também.
Esse eu recebi de uma nova amiga virtual:
Carla - http://gospel-gifs.zip.net

INSTRUÇÕES


Pegue o selo no Gospel Gifs (clike no selo), nomeie 10 blogs amigos e visite cada um deles avisando da nomeação. se vc foi nomeado por alguém, passe adiante e visite os outros nove blogs que foram nomeados junto com vc.
Ao repassar a campanha, pode copiar o texto acima ou criar o seu próprio texto. O importante é não esquecer de avisar onde se encontra o selo e de nomear os seus 10 blogs amigos.

Aí vão os meus 8 links Homenageados:


http://cantinhoencantadodaeducaçãoinfantil.blogspot.com
http://educriança.blogspot.com
http://gospel-gifs.zip.net
http://meustrabalhospedagógicos.blogspot.com
http://luzimara-prazerdensinar.blogspot.com/
http://baudasdobraduras.blogspot.com/
http://pedagogiadoafeto.blogspot.com/
http://aventaldehistoria.blogspot.com/

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Projeto Mala mágica - um incentivo à leitura de forma divertida

Além de estimular para a alfabetização e criar o hábito e o gosto pela boa leitura o projeto desenvolveu a linguagem oral das crianças ampliando seu vocabulário, entrosou a classe que aprendeu a trabalhar em grupo, produziu trabalhos artísticos desenvolvendo a capacidade criadora, culminando num sucesso absoluto que ampliou o conhecimento do mundo das crianças que ainda aprenderam a confrontar realidade e fantasia.


Denominado “Mala Mágica” o projeto constituiu-se basicamente em a cada final de semana a mala ir para a casa de um aluno, juntamente com um livro de literatura. Ao retornar à escola, o aluno deveria levar para a sala de aula a mala e dentro dela a fantasia do personagem principal da história e o registro dos momentos mais importantes desta construção. O que uniu os responsáveis ao projeto engajando-os no mesmo.


“ Cada vez que a criança ouve histórias de faz-de-conta, dá vazão às próprias emoções e pode ensaiar diversos papéis, pois a linguagem simbólica, não verbal dos “Contos de fadas”, comunica-se diretamente com o imaginário da criança, fazendo-a perceber que os problemas existem, mas que eles devem ser enfrentados e podem ser sempre solucionados.”



Através da fantasia a criança compensa as pressões de sua vida e por serem otimistas e transmitirem uma mensagem de felicidade e realização, se aproximam da realidade das mesmas. As histórias educam e estimulam o desenvolvimento da atenção, da imaginação, observação, memória, reflexão e linguagem.


Um baile com todos fantasiados foi realizado no final do semestre de intenso trabalho.
Para a prática da Literatura Infantil não existem receitas prontas, o que deve existir é o conhecimento e o gosto do professor aliado a um espírito criativo, pois cada professor é conhecedor de sua realidade e por isso mesmo, deverá procurar melhores meios para desenvolver a sensibilidade literária.



Muitos adultos não gostam de ler, porque não foi desenvolvido neles o hábito e o prazer pela leitura, daí a importância da mesma ser vista como fonte de fruição e prazer.
O trabalho com a literatura, o brincar de faz-de-conta é necessário porque imitar diferentes situações permite-nos construir nossa história de vida e outras pequenas histórias, além de participar de atividades de curta duração que envolve tanto o coletivo, com momentos de negociações e limites, permitindo-lhe, assim, maior descontração e autonomia.


Enfim, o professor com sua criatividade, inteligência e imaginação saberá dar toques de entusiasmo às histórias, penetrando no mundo da fantasia que as crianças possuem, já que ele é considerado o marco inicial da personalidade da Educação Infantil. Este deve procurar desenvolver seu trabalho com atividades que a partir de leituras do mundo, coloquem os educandos em contato com a leitura e a escrita, favorecendo condições ideais para a alfabetização.

Autora do projeto: Monique Corrêa Saliba
Fonte: Paty Fontes - Projetos Pedagógicos Dinâmicos



SUGESTÕES PARA ENRIQUECER O PROJETO
A maleta recebe os dedoches em feltro.

domingo, 13 de abril de 2008

3ª Etapa do Projeto Quem Aumenta um ponto...inventa um conto!




Trabalhar com as crianças o conceito de “Dia e Noite” através de cartazes e do relógio.
Explicar que o dia é dividido por horas. E como os povos antigos sabiam contar as horas.
Confeccionar um relógio de Sol para concretizar o conteúdo e comparar com a nossa contagem.

Dia do Livro - Dica


Farei com meus alunos essa semana um pequeno Projetinho;
Contarei o porquê da comemoração;
Montaremos diversos livros, sobre vários assuntos:cores, dobraduras, frutas, figuras geométricas. Um cada dia da semana.
Confeccionaremos em TNT, EVA, papel dobradura.
Para finalizar a semana faremos uma exposição dos livros confeccionados.

A Criança e Adolescente só tem direitos e não obrigações?





1. "Criança e Adolescente só têm direitos e não obrigações" (?) (art. 6º; art. 16, I; art. 17; art. 18).



Não. Nos termos do art. 6° do ECA, eles têm tanto direitos quanto deveres individuais e coletivos. Até mesmo o direito à liberdade, previsto no art. 16 não é ilimitado. Referido artigo enumera os aspectos compreendidos por esse direito. Nada é ilimitado: nem os direitos, nem os deveres. Ambos são impostos por lei, mas devem ser exercidos dentro dos limites legais.
A participação da comunidade escolar (leia-se pais de alunos) adquire grande importância, na medida em que é o Conselho de Escola que irá elaborar o Regimento Escolar. Os pais (ou responsáveis) têm o direito de conhecer o processo pedagógico da escola, de participar da definição das suas propostas educacionais, mas também têm o dever de acompanhar a freqüência e o aproveitamento dos seus filhos (ou pupilos).
Crianças e Adolescentes têm todos os seus direitos previstos e assegurados no Estatuto. Deve-se respeitá-los, não se esquecendo de que, na escola, esses direitos devem ser exercidos nos limites do Regimento Escolar.
2. O que fazer, ao tomar conhecimento de abusos praticados contra a criança e o adolescente?
É obrigação do Diretor da Escola tentar resolver o problema com a família, além de comunicar o Conselho Tutelar. Deve proceder da mesma forma, quando se tratar de faltas injustificadas, maus tratos ou qualquer outra anormalidade.3. Como deve ser vista a censura no ECA?
Deve ser vista como uma questão legal. Ou seja, a censura não é ética, moral, mas legal.Exemplo: uma fita de vídeo classificada com imprópria para menores de 18 anos não poderá ser exibida para os alunos com idade inferior à indicada.
4. O Estatuto criou a figura Proteção integral à Criança e Adolescente.
5. Criança = 0 a 12 anos incompletos;
Adolescente = 12 a 18 anos; Excepcionalmente até os 21 anos (por exemplo, quando tratar-se de assegurar direitos dos mesmos).
6. Os direitos da Criança e Adolescente devem ser assegurados "com absoluta prioridade".
7. Obrigações da direção:
a) comunicar ao Conselho Tutelar os casos de suspeita ou confirmação de maus tratos (além de outras providências legais);b) não permitir que a Criança e Adolescente seja exposta a vexame ou constrangimento ("escola não é extensão do lar");c) comunicar ao Conselho Tutelar os casos de reiteração de faltas injustificadas, evasão escolar (esgotados os recursos escolares), elevados níveis de repetência (depois de tentar resolver o problema com os pais/responsáveis);d) tomar todas as medidas cabíveis quando da ocorrência de atos infracionais: ressarcimento de dano, "queixa" no Distrito Policial, apelo à Polícia, comunicações ao Conselho Tutelar, Juiz e Promotor;e) não divulgar (e não permitir a divulgação) de atos (infracionais) administrativos, policiais e judiciais referentes a Criança e Adolescente;f) facilitar o acesso à escola (e à documentação) aos responsáveis por Criança e Adolescente (principalmente o Ministério Público), desde que no exercício de suas funções, não abdicando, porém, da condição de diretor (art. 201, § 5º, b);g) não permitir a exibição de filme, peça, etc., classificado pelo órgão competente como não recomendado para Crianças e Adolescentes.
8. São deveres dos pais ou responsáveis:
a) matricular o filho ou pupilo na escola;b) acompanhar sua freqüência;c) acompanhar seu aproveitamento escolar.
9. É direito dos pais ou responsáveis ter ciência do processo pedagógico, bem como participar da definição das propostas educacionais.
10. Direitos da Criança e Adolescente:
a) opinião e expressão;b) brincar, praticar esportes e divertir-se;c) contestar critérios avaliativos e recorrer a instâncias superiores;d) ser respeitado por seus educadores;e) organizar (e participar em) entidades estudantis;f) vaga em escola pública próxima de sua residência;g) sigilo em todos os tipos de processos;h) se autor de ato infracional, não ser conduzido ou transportado indevidamente.


Fonte:http://www.publicado.com.br

domingo, 6 de abril de 2008

2ª Etapa



Apresentar diversos contos infantis.
Deixar as crianças manusearem livremente os livros, afim de que percebam sua estrutura.

Agora Vamos Acompanhar o Passo a Passo das Etapas do Projeto

1º Etapa

“Vamos inventar uma história”
Produção de uma história inventada pelas crianças. Com título, personagens e enredo.
Através de uma roda de conversa iniciamos a problematização inicial: “o que precisamos para ter uma história?”.
Coloquei um papel pardo preso na parede e começamos a criar. Fui apenas escriba e organizadora do pensamento para que não dispersasse.
Surgiu o conto: “A Lua e a Noite”.

Acrescentando mais alguns conteúdos ao Projeto

Objetivos
• Despertar o amor pelos livros e pela leitura;
• Trabalhar valores morais (virtudes);
• Desenvolver a criatividade;
• Envolver os alunos em atividades que necessite participação em grupo;
• Diferenciar, de forma lúdica, a linguagem oral da escrita.



Conteúdos
• Produção textual coletiva ditado para um escriba;
• Utilização correta de expressões usadas em contos, tempos verbais e adjetivos;
• Estudo das palavras-chave do texto produzido;
• Revisão de texto;
• Estudo lúdico das formas antigas e atuais de marcação de tempo (relógios e calendário);
• Recontar a história por meio de diversos recursos pedagógicos: flanelógrafo, tapete de histórias e dramatização;
• Confecções de cartazes que diferenciem atividades realizadas durante o dia, das que são realizadas a noite pelos seres humanos;
• Confecção do relógio de Sol com cartolina;
• Música: Sol, Lua e estrela, do “Palavra Cantada”;
• Leitura de diversos contos;
• Utilização da sala de informática para a ilustração da história.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Objetivos e Conteúdos do Projeto: Quem aumenta um ponto...inventa um conto!

Objetivos

Despertar o amor pelos livros e pela leitura;
· Trabalhar valores morais (virtudes);
· Desenvolver a criatividade;
· Envolver os alunos em atividades que necessite participação em grupo;
· Diferenciar a linguagem oral da escrita.



Conteúdos

· Produção textual coletiva ditado para um escriba;
· Utilização correta de expressões usadas em contos, tempos verbais e adjetivos;
· Estudo das palavras-chave do texto produzido;
· Revisão de texto.