quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Menina Bonita do Laço de Fita

MENINA BONITA DO LAÇO DE FITA
Era uma vez uma menina linda, linda.
Essa história é ótima para trabalhar diversidade de forma interdisciplinar e intradisciplinar, como está previsto nos PCNs que defendem a Construção Social do Cidadão.
Além de uma roda de Contação de histórias, pode ser confeccionada uma boneca de Pano, para trabalhar as diferenças e cada dia uma aluno cuida da nova amiga e brinca com ela.
Eis uma sugestão de Projeto:
PROJETO:
ÁREA DE CONHECIMENTO: Língua Portuguesa
OBJETO DE ESTUDO: Diversidade Étnico-Cultural Brasileira
Ensino Fundamental – 1º ao 5º ano
INTRODUÇÃO:
Desenvolvimento do tema da diversidade, não somente com o objetivo de apresentar aos alunos a riqueza da diversidade étnico-cultural brasileira, contribuindo para que as crianças se apropriem de valores como o respeito a si próprias e ao outro, mas também com o objetivo de elevar a auto-estima do aluno negro.
A sugestão é que as atividades sejam desenvolvidas durante um período mínimo de cinco dias, (lembrando que essa sugestão de aulas não poderá ocorrer num dia só) no decorrer dos quais o professor irá:
1. Apresentar a história à classe, contando-a, sem mostrar o livro.
2. Pedir às crianças que dêem um título (um nome) à história ouvida, escrevendo na lousa as sugestões apresentadas.
3. Contar que quem escreveu a história foi Ana Maria Machado, uma escritora brasileira que escreve livros para crianças, principalmente. Se o(a) professor(a) já tiver lido para a classe outros livros da autora, relembrar o fato aos alunos, se possível, mostrando-os.
4. Dizer o título do livro: "Menina bonita do laço de fita" e comparar com os nomes apresentados pelos alunos na atividade 2, perguntando a eles se gostaram mais do nome escolhido por eles próprios ou o escolhido pela autora; mostrar às crianças que nem sempre temos a mesma opinião sobre um mesmo fato ou situação e que o importante é que aprendamos a respeitar todas as opiniões; comentar os nomes escolhidos pelos alunos, na medida em que se afastam ou se aproximam do nome original da história.
5. Mostrar a capa do livro aos alunos. "Ler" a imagem da capa com eles, fazendo perguntas sobre a ilustração: a cor da pele da menina, do coelho, o cabelo da menina (quem usa cabelo assim? é difícil fazer um penteado como esse? leva muito tempo?). Destacar o olhar apaixonado, pensativo-sonhador do coelho. Pedir aos alunos que mostrem o que mais na ilustração indica que o coelho está apaixonado. Dizer o nome do ilustrador e falar sobre a importância da ilustração na leitura.
6. Ler o livro para os alunos, agora parando em cada página, mostrando as imagens e destacando as palavras e expressões que valorizam a menina, que a retratam como bela: "Era uma vez uma menina linda, linda. Os olhos dela pareciam duas azeitonas, daquelas bem brilhantes. Os cabelos eram enroladinhos e bem negros, feitos fiapos da noite. A pele era escura e lustrosa, que nem o pêlo da pantera negra quando pula na chuva.". Os adjetivos e comparações usados pela autora vão além de aguçar a imaginação infantil (olhos = duas azeitonas daquelas bem brilhantes; cabelos = fiapos da noite; pele = pêlo da pantera negra quando pula na chuva); eles evocam uma imagem positiva da menina, valorizando nela aspectos como cabelo e cor de pele, que normalmente são "maquiados", escondidos, quando a personagem é negra. A beleza natural da menina ganha enfeites que reforçam seu encanto, dando a ela ares de personagem de contos de fadas, pois: "Ainda por cima, a mãe gostava de fazer trancinhas no cabelo dela e enfeitar com laço de fita colorida. Ela ficava parecendo uma princesa das Terras da África, ou uma fada do Reino do Luar". Esses dois trechos contribuem para que, ao imaginário infantil a menina seja apresentada como uma bela princesa de contos de fadas, o que é extremamente positivo e eleva a auto-estima da criança, que se identificará com a heroína. Perguntar aos alunos se eles têm uma idéia de por que o coelho quer ter a cor de pele da menina. Será que ele não está satisfeito com a própria cor? Comentar com as crianças as respostas dadas. É importante que o(a) professor(a) destaque que além de muito bonita, essa heroína é também muito esperta e criativa, pois mesmo não sabendo responder às perguntas do coelho, sempre tem uma solução para que ele se torne da cor desejada: cair na tinta preta, tomar muito café, comer muita jabuticaba... Antes de ler o trecho que fala da intervenção da mãe no diálogo entre a menina e o coelho, perguntar se alguém lembra como era a mãe da garota. Comparar o texto escrito ("uma mulata linda e risonha") e a ilustração da mãe que é a de uma linda moça, moderna, bem vestida e arrumada (enfeitada, pintada, cabelos penteados), o que também contribui para que a classe forme uma imagem estética positiva da mulher negra.
7. Aproveitar a descoberta do coelho ("a gente se parece sempre é com os pais, os tios, os avós e até com os parentes tortos") e perguntar aos alunos com quem eles acham que se parecem. Essa atividade pode desdobrar-se em outras, por exemplo:
a) as crianças podem entrevistar os pais para saberem com quem se parecem e apresentar os resultados da pesquisa oralmente (Por exemplo, dizendo frases como: Minha mãe diz que meus olhos são parecidos com os dela, mas que meus cabelos e minha boca se parecem com os da minha avó.);
b) os alunos podem levar fotografias de parentes (pais, avós, tios, irmãos, por exemplo); atrás de cada foto deve constar o nome da criança que a trouxe; os alunos dividem-se em grupos de quatro. As fotos de cada grupo são empilhadas, com a frente para cima; os alunos tiram a sorte para ver quem começa jogando; o primeiro pega a primeira foto e tenta adivinhar quem a trouxe, observando as semelhanças entre as fotos e os colegas de grupo; se foi ele mesmo quem trouxe a foto, deve embaralhar a pilha, para que a fotografia saia do primeiro lugar; enquanto for acertando, o jogador continuará jogando. Ganhará o jogo quem tiver acertado mais. Ao final, as crianças devem contar aos colegas de grupo quem são as pessoas que estão nas fotos. Terminada a brincadeira, o (a) professor(a) colocará para a turma a seguinte questão: somos parecidos com as pessoas da nossa família? O coelho branco estava certo em suas conclusões?
8. Pedir às crianças que desenhem: a) a menina do laço de fita e a mãe; b) o coelho e sua nova família; c) suas famílias.
9. Organizar uma roda de conversas. Reler o trecho: "O coelho achava a menina a pessoa mais linda que ele tinha visto em toda a vida. E pensava: - Ah, quando eu casar quero ter uma filhinha pretinha e linda que nem ela." Questionar: O que é ser bonito? Como uma pessoa deve ser para ser bonita? Provavelmente surgirão respostas diferentes umas das outras. Retomar o que foi dito na atividade nº 4 e mostrar às crianças que nem sempre temos a mesma opinião sobre um assunto e que isso é muito bom, pois o mundo seria muito aborrecido se todos pensassem do mesmo jeito e se, por exemplo, só existisse um único modelo de beleza. Destacar que o importante é respeitar as diferenças. Conversar com a classe sobre os padrões de beleza existentes em "Menina bonita".
10. Mostrar, num mapa-múndi, os cinco continentes - a América, a Europa, a Ásia, a África e a Oceania, ressaltando que eles são divididos em países, cada um com seus costumes e tradições, suas festas, músicas e danças, suas religiões e seu jeito de ser, pois ninguém é igual a ninguém e é isso que dá graça à vida.
11. Conversar com as crianças sobre as "famílias" (povos) que formam o Brasil: os índios, o negro, o colonizador europeu, os imigrantes italianos, japoneses, árabes, judeus etc. Explicar que esses povos foram se cruzando, para formar a grande família brasileira, que tem as características de suas origens. Lembrar aqui as contribuições desses povos nas festas, na música, na culinária, nas histórias etc.
12. Retomar a atividade 10 e complementá-la, destacando a importância do respeito à diversidade étnico-cultural que compõe o Brasil.
Essas são algumas sugestões, apenas. O professor deve assumir uma postura de combate a todas as formas de discriminação e preconceito, valorizando as diferentes etnias que constituem o Brasil e que, de certa forma, estão representadas nas crianças que compõem uma sala de aula na Educação.
Para finalizar, um destaque: para assumir o compromisso de trabalhar a diversidade cultural e étnica na Educação Infantil/Fundamental, o professor precisa ter segurança quanto ao que será desenvolvido.
Um caminho para isso é a reflexão conjunta dos professores nas reuniões pedagógicas, procurando respostas a indagações como: Sou preconceituoso? Já vivi situações de discriminação ou preconceito? E, tratando-se da etnia negra: O que sei sobre o continente africano? O que sei sobre as condições dos africanos escravizados no Brasil? O que sei sobre suas lutas de resistência, seus heróis, suas histórias? Conheço a história de Zumbi? A influência que os africanos escravizados tiveram na formação da identidade brasileira, nas religiões, festas, cantigas, danças, culinária e, principalmente, histórias que contribuem para ampliar o repertório e povoar o imaginário das crianças com representações positivas do negro?
“Nossas escolas pretendem formar cidadãos. E cidadania não combina com desigualdade, assim como democracia não combina com preconceito e discriminação. Se as crianças vão à escola é porque desejamos que se desenvolva plenamente como seres humanos...”
Fonte:
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Planejamento de Ensino - Profª Heloísa Argento
Este planejamento consta de três modalidades:
•Plano de curso - É a previsão de todas as atividades escolares em uma área de estudo ou disciplina , durante o período letivo,correspondente a uma série.
•Plano de unidade- representa uma forma de organização de programa, articulada a uma técnica de ensino
•Plano de aula – é a previsão mais precisa possível quanto o conteúdo ou atividades didáticas que ativem o processo ensino-aprendizagem capaz de possibilitar ao aluno alcançar objetivos previamente estabelecidos.
Caberá ao professor, para bem efetuar o seu planejamento de ensino saber:
•A quem ensinar
Relacionado com o tipo de aluno a que visa o ensino
•Por que ensinar
Relacionado com os objetivos da educação e da escola
•O que ensinar
Relacionado com o curso, a modalidade e o conteúdo a ser desenvolvido
•Como ensinar
Relacionado os recursos didáticos que o professor tem que utilizar para alcançar os objetivos que se propõe
•Como avaliar a aprendizagem.
Refere-se á maneira de obter dados a respeito da aprendizagem dos educandos e como avaliá-los
Alguns dos objetivos do planejamento de ensino:
•Precisar as metas que se deseja alcançar
•Dar visão global e detalhada do ensino a ser levado a efeito;
•Prever experiências de aprendizagem a partir das
experiências anteriores dos alunos;
•Propor trabalhos adequados ao tempo disponível;
•Ajustar o ensino ás reais possibilidades dos alunos;
• propiciar seqüências progressivas de aprendizagem;
•Possibilitar o acompanhamento mais eficiente dos estudos
•Dos alunos;
• Promover, sempre que possível, integração das diversas
áreas do estudo.
Após a determinação de metas, objetivos e planejamento, vem a execução, constando de pré- requisitos, motivação, apresentação do conteúdo e elaboração.
Pré- requisito- figura como elemento indispensável para o planejamento de ensino
Motivação- é o trabalho de predispor os educandos para os trabalhos escolares
Apresentação do conteúdo- é o momento inicial da realização de uma tarefa didática varia de acordo coma metodologia utilizada. E pode ser realizada de várias maneiras.
Elaboração do conteúdo- consiste em os educandos trabalharem com o assunto apresentado. Nessa fase, realizam-se pesquisas, discussões, debates, exercícios, resumos etc.
Elementos fundamentais na elaboração do conteúdo:
a)Linguagem didática;
b)Material didático;
c)Métodos e técnicas de ensino;
d)Direção de classe e disciplina.
A avaliação é o momento importante do planejamento, porque é o que permite saber o que foi efetivamente ensinado e aprendido , propiciando a verificação das virtudes e falhas do processo, afim de melhorá-lo.
Referência Bibliográfica:
NERICI, Imideo G , Didática Geral – Ed. Atlas S.ª, 1989
Curso de Formação
Terminei meu curso com ele no último domingo e confesso que clareou muita coisa que ainda estava escura no meu "intelecto"..kkkkkk
Recomendadíssimo!
Se um dia ele aparecer na sua cidade não desperdice a oportunidade!
NOVA TURMA PARA O CURSO PREPARATÓRIO PARA OS CONCURSOS
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MATERIAL: CD COM TODO O CONTEÚDO/CERTIFICADO.
São Vicente
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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Como passa Rápido!!!

quinta-feira, 16 de julho de 2009
Parabéns Profª Sandra!!!!

Desde o ano passado Praia Grande, no litoral de São Paulo, adotou o Programa Cidade Educadora.
As crianças e as professoras, a partir do 1º ano, podem contar com uma ferramenta importantíssima: o livro didático.
Tendo como base os textos e atividades do livro a professora Sandra desenvolveu este "faz de conta" que foi destaque no Blog da Editora Aymará.
Parabéns Sandra, que essa e, outras tantas atividades que você desenvolve, sirva de exemplo.
Criatividade, esta é a palavra chave para manter nossas crianças interessadas.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O Aniversário do Seu Alfabeto
quinta-feira, 25 de junho de 2009
TRABALHANDO COM MÚSICA
Nesta postagem colocarei algumas propostas interessantes para trabalhar MÚSICALIZAÇÃO com embasamento teórico dos Referenciais.
OBJETIVOS
Crianças de zero a três anos
O trabalho com Música deve se organizar de forma a que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:
• ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos, fontes sonoras e produções musicais;
• brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais.
Crianças de quatro a seis anos
Para esta fase, os objetivos estabelecidos para a faixa etária de zero a três anos deverão ser aprofundados e ampliados, garantindo-se, ainda, oportunidades para que as crianças sejam capazes de:
• explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar seu conhecimento do mundo;
• perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio de improvisações, composições e interpretações musicais.
CONTEÚDOS
A organização dos conteúdos para o trabalho na área de Música nas instituições de educação infantil deverá, acima de tudo, respeitar o nível de percepção e desenvolvimento (musical e global) das crianças em cada fase, bem como as diferenças socioculturais entre os grupos de crianças das muitas regiões do país. Os conteúdos deverão priorizar a possibilidade de desenvolver a comunicação e expressão por meio dessa linguagem. Serão trabalhados como conceitos em construção, organizados num processo contínuo e integrado que deve abranger:
• a exploração de materiais e a escuta de obras musicais para propiciar o contato e experiências com a matéria-prima da linguagem musical: o som (e suas qualidades) e o silêncio;
• a vivência da organização dos sons e silêncios em linguagem musical pelo fazer e pelo contato com obras diversas;
• a reflexão sobre a música como produto cultural do ser humano é importante forma de conhecer e representar o mundo.
Os conteúdos estarão organizados em dois blocos: “O fazer musical” e “Apreciação musical”, que abarcarão, também, questões referentes à reflexão.
O fazer musical
é uma forma de comunicação e expressão que acontece por meio da improvisação, da composição e da interpretação. Improvisar é criar instantaneamente, orientando-se por alguns critérios pré-definidos, mas com grande margem a realizações aleatórias, não-determinadas. Compor é criar a partir de estruturas fixas e determinadas e interpretar é executar uma composição contando com a participação expressiva do intérprete.
CRIANÇAS DE ZERO A TRÊS ANOS
• Exploração, expressão e produção do silêncio e de sons com a voz, o corpo, o entorno e materiais sonoros diversos.
• Interpretação de músicas e canções diversas.
• Participação em brincadeiras e jogos cantados e rítmicos.
CRIANÇAS DE QUATRO A SEIS ANOS
Nesta fase ampliam-se as possibilidades de trabalho que já vinham sendo desenvolvidas com as crianças de zero a três anos. Os conteúdos podem ser tratados em contextos que incluem a reflexão sobre aspectos referentes aos elementos da linguagem musical.
• Reconhecimento e utilização expressiva, em contextos musicais das diferentes características geradas pelo silêncio e pelos sons: altura (graves ou agudos), duração (curtos ou longos), intensidade (fracos ou fortes) e timbre (característica que distingue e “personaliza” cada som).
• Reconhecimento e utilização das variações de velocidade e densidade16 na organização e realização de algumas produções musicais.
• Participação em jogos e brincadeiras que envolvam a dança e/ ou a improvisação musical.
Repertório de canções para desenvolver memória musical.
Apreciação musical
A apreciação musical refere-se a audição e interação com músicas diversas.
CRIANÇAS DE ZERO E TRÊS ANOS
• Escuta de obras musicais variadas.
• Participação em situações que integrem músicas, canções e movimentos corporais.
CRIANÇAS DE QUATRO A SEIS ANOS
• Escuta de obras musicais de diversos gêneros, estilos, épocas e culturas, da produção musical brasileira e de outros povos e países.
• Reconhecimento de elementos musicais básicos: frases, partes, elementos que se repetem etc. (a forma).
• Informações sobre as obras ouvidas e sobre seus compositores para iniciar seus conhecimentos sobre a produção musical.
ORIENTAÇÕES GERAIS PARA O PROFESSOR
• sensibilizar-se em relação às questões inerentes à música;
• reconhecer a música como linguagem cujo conhecimento se constrói;
• entender e respeitar como as crianças se expressam musicalmente em cada fase, para, a partir daí, fornecer os meios necessários (vivências, informações, materiais) ao desenvolvimento de sua capacidade expressiva
ORGANIZAÇÃO DO TEMPO
• explorar materiais adequados à confecção;
• desenvolver recursos técnicos para a confecção do instrumento;
• informar-se sobre a origem e história do instrumento musical em questão;
• vivenciar e entender questões relativas a acústica e produção do som;
• fazer música, por meio da improvisação ou composição, no momento em que os instrumentos criados estiverem prontos.
Alguns Jogos e Brincadeiras
A gatinha parda
Faz-se uma roda, todos de pé.
Escolhe uma criança para ficar no centro da roda com olhos vendados e com uma varinha na mão. As crianças começam a girar na roda e cantar:
Ah, minha gatinha parda, que em janeiro me fugiu, quem roubou minha gatinha você sabe, você sabe, você viu?
Todos se calam.
A que está no centro da roda toca em alguém com a varinha.
A que foi tocada deve miar como um gato. Quem tocou tenta descobrir que é. Se descobrir, diz o nome e quem miou vai para o centro recomeçar a brincadeira. Se não acertar continua sendo a do centro, recomeça a brincadeira até adivinhar quem é.
Caixinha de surpresas
Antes de iniciar o jogo, escreve-se em papeizinhos várias tarefas engraçadas. Coloca dentro de uma caixinha.Sentados em círculo, a caixinha irá circular de mão em mão, até a música parar. Quem estiver com a caixinha na mão no momento que a música parar deverá tirar um papel da caixinha e executar a tarefa. Continua até acabar os papéis.
Ceguinho
Forma-se uma roda e uma criança fica no centro da roda com os olhos vendados. Todos deverão girar na roda e cantar “Pai Francisco”. Quando o ceguinho bater palmas, a roda deverá parar e ele caminhará para a frente e tocar no colega para adivinhar quem é.
Estátua
As crianças ficam em fila. Escolhe-se uma criança para começar a brincadeira. Esta criança começa a puxar as crianças perguntando antes de puxar:
pimenta, pimentinha, pimentão ou sapatinho de algodão?
Quem responder:
- Pimenta: é puxada normalmente e virar estátua.
- Pimentinha: é puxada devagar e virar estátua.
- Pimentão: é puxada com força e virar estátua.
- Sapatinho de algodão: deve ser carregada no colo e ao ser colocada no chão virar estátua.
Após todos virarem estátua a líder diz:
Entrei no jardim de flores, não sei qual escolherei, aquela que for mais bela, com ela me abraçarei.
Então escolhe uma estátua para se abraçar. A escolhida deverá ser a próxima líder. Todos retornam à posição normal e recomeça a brincadeira.
Estátua 2
Faz-se uma roda e todos vão rodando de mãos dadas e cantando a seguinte canção:
“A casinha da vovó,
cercadinha de cipó,
o café tá demorando,
com certeza não tem pó!
Brasil! 2000!
Quem mexer saiu!”.
Todos ficam como estátua e não vale rir, nem se mexer, nem piscar, nem se coçar, quem será que vai ganhar?
Formando grupos
As crianças deverão ficar em roda girando e cantando. A professora irá bater palmas ou apitar e mostrar um cartão que deverá ter um número. Se o número for o 4 por exemplo, as crianças saem da roda e formam grupos de quatro e depois voltam para a roda, continua a brincadeira até não poder formar mais grupos. Quem ficar de fora sai da brincadeira.
Lenço Atrás
Os componentes deverão tirar a sorte para ver quem ficará com o lenço. Deverão sentar na roda com as pernas cruzadas. Quem estiver segurando o lenço corre ao redor da roda enquanto o grupo fala:
Corre, cutia
Na casa da tia
Corre, cipó
Na casa da avó
Lencinho na mão
Caiu no chão
Moço bonito
Do meu coração.
O dono do lenço então pergunta:
- Posso jogar?
E todos respondem:
- Pode! Um, dois, três!
Deixa então o lenço cair atrás de alguém da roda. Este deverá perceber, pegar o lenço e correr atrás de quem jogou antes que este sente no seu lugar. Se conseguir pegar aquele que jogou ele será o próximo a jogar o lenço, se não conseguir quem jogou o lenço continuará segurando o lenço para jogar atrás de outra pessoa.
Peixinhos e tubarões
Separados em dois times, deverão formar o time dos peixinhos e dos tubarões. No momento em que tocar uma música "piano", os peixinhos saem para passear. Quando tocar uma música "forte", os tubarões saem para tentar pegar os peixinhos, que deverão voltar correndo. O peixinho que for pego vira tubarão.
Senhor caçador
As crianças ficam em roda e uma delas será o caçador que deverá ficar com os olhos vendados. Todos os outros cantam:
“Senhor caçador,
preste bem atenção!
Não vá se enganar,
Quando o galo cantar!
Canta, galo!”
Uma das crianças imita a voz do galo e o caçador deverá adivinhar quem é. Se não descobrir pagará uma prenda que o galo dirá qual é. Ir trocando as vozes dos bichos.
Serra, Serra, Serrador
Brincam duas crianças, uma de frente para outra, de pé, dando as mãos. Começam a balançar de trás para frente, indo e vindo e cantando:
- Serra, serra, serrador!
Serra o papo do vovô!
Quantas tábuas já serrou?
Uma diz um número, por exemplo, quatro. Elas então deverão dar quatro giros com os braços sem soltarem as mãos.
Subi na Roseira
Duas crianças batem a corda e outras duas começam a pular e vão falando uma para outra:
Ai, ai...
O que você tem?
Saudades.
De quem?
Do cravo, da rosa e de mais ninguém.
Subi na roseira, desci pelo galho, fulano (fala um nome) me acuda, senão eu caio.
Sai quem recitou e entra quem foi chamado
Adoletá
Adoletá
Lepeti
Peti Polá
Lê café com chocolá
Adoletá
Puxa o rabo do tatu
Quando quem saiu foi tu
Puxa o rabo da cutia
Quando sai a sua tia
Quando um ganha o outro perde
Não adianta disfarçar
E tem que ficar ligado
Quando a música parar.
(Bate a mão direita com a direita do companheiro à sua frente e a esquerda com a esquerda).
De marré
Eu sou pobre, pobre, pobre
de marré, marré, marré
Eu sou pobre, pobre, pobre de marré, deci
Eu sou rica, rica, rica
de marré, marré, marré
Eu sou rica, rica, rica de marré, deci
Quero uma de vossas filhas
de marré, marré, marré
Quero uma de vossas filhas
de marré, deci
Escolha a que quiser
de marré, marré, marré
Escolha a que quiserde marré, deci
Eu sou pobre, pobre, pobre
de marré, marré, marré
Eu sou pobre, pobre, pobre
de marré, deci
Eu sou rica, rica, rica
de marré, marré, marré
Eu sou rica, rica, ricade marré, deci
Eu quero a (nome da criança)
de marré, marré, marré
Eu quero a (nome da criança)
de marré, deci
Que Oficio darás a ela
de marré, marré, marré
Que Oficio darás a ela
de marré, deci
Dou Oficio de chapeleira
de marré, marré, marré
Dou Oficio de chapeleira
de marré, deci
Este Oficio não me agrada
de marré, marré, marré
Este Oficio não me agrada
de marré, deci
Dou Oficio de costureira
de marré, marré, marré
Dou Oficio de costureira
de marré, deci
Este Oficio já me serve
de marré, marré, marré
Este Oficio já me serve
de marré, deci
(Ao aceitar o Oficio, a menina "pobre" passa para a fileira da "rica", este processo se dá até a ultima criança "pobre" passar para a fileira da "rica". E então as pobres que se tornaram ricas cantam:)
Eu de pobre fiquei rica
de marré, marré, marré
Eu de pobre fiquei rica
de marré, deci
(E então as que eram muito ricas, perdem um pouco da riqueza, cantam:)
Eu de rica fiquei pobre
de marré, marré, marré
Eu de rica fiquei pobre
de marré, deci
Fixação das notas
Minha viola
Eu tirei um dó da minh(á)* viola
Da minha viola eu tirei um dó
Dor...mir é muito bom, é muito bom
Dor...mir é muito bom, é muito bom
(Cantar rápido):
É bom camarada
É bom camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um ré da minh(á) viola
Da minha viola eu tirei um ré
Re...mar é muito bom, é muito bom
Re...mar é muito bom, é muito bom
É bom camarada
É bom camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um mi da minh(á)viola,
Da minha viola eu tirei um mi,
Min...gau é muito bom, é muito bom
Min...gau é muito bom, é muito bom
É bom camarada
É bom camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um fá da minh(á)viola
Da minha viola eu tirei um fá
Fa...lar é muito bom, é muito bom
Fa...lar é muito bom, é muito bom
É bom camarada
É bom camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um sol da minh(á)viola
Da minha viola eu tirei um sol
So...rrir é muito bom, muito bom
So...rrir é muito bom, muito bom
É bom camarada
É bom camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um lá da minh(á)viola
Da minha eu tirei um lá
La...var é muito bom
É muito bom
La...var é muito bom
É muito bom
É bom camarada
É bom camarada, é bom, é bom, é bom
Eu tirei um si da minh(á) viola
Da minha viola eu tirei um si
Si...lêncio é muito bom, é muito bom
Si...lêncio é muito bom, é bom demais
É bom camarada
É bom camarada, é bom, é bom, é bom
* Cantar como se a sílaba tônica fosse a última
O Caranguejo
Caranguejo não é peixe,
Caranguejo peixe é
Caranguejo só é Peixe na enchente da maré.
Palma,palma,palma!
Pé,pé,pé!
Roda, roda, roda
Caranguejo peixe é
A mulher do Caranguejo
tinha um caranguejinho:
Deu no Ouro ,
deu na Prata,
Ficou todo douradinho!
Palma,palma,palma!
Pé,pé,pé!
façam roda minha gente Caranguejo peixe é!
Fui a Espanha buscar o meu chapéu
Azul e branco da cor daquele Céu
Caranguejo só é peixe na enchente da maré
Palma,palma,palma!
Pé,pé,pé!
Dança Crioula que vem da Bahia,
Pega a criança joga na bacia.
Bacia que é de ouro lavada com sabão
Depois de areada enxugada com roupão
Roupão é de seda enfeitada com filó
Agora eu quero ver a ficar pra vovó.
(se a criança não conseguir um par na dança fica para "vovó")
(ai as demais crianças pedem a sua benção)
A nossa benção vovó
Roda, roda, cavalheiro
Caranguejo só é peixe na enchente da maré.
Palma é palma é palma
Pé é pé é pé
Você gosta de mim ô fulana (diz o nome da pessoa que está dentro da roda)
Eu também de você ô fulana
Vou pedir a seu pai ô fulana
Para casar com você ô fulana
Se ele disser que sim ô fulana
Tratarei dos papéis ô fulana
Se ele disser que não ô fulana
Morrerei de paixão ô fulana
Palma é palma é palma ô fulana
Pé é pé é pé ô fulana
Roda é roda é roda ô fulana
Abraçarás quem quiser ô fulana
(A pessoa abraça alguém que deverá vir para dentro da roda. Importante combinar antes da brincadeira que a mesma pessoa não poderá ser abraçada duas vezes e quem ainda não foi deverá ser abraçada trabalhando assim a socialização e afeto)
Sambalê, lê
Sambalê, lê tá doente
Tá com a cabeça quebrada
Sambalê, lê precisava
É de umas boas palmadas
Samba, samba, samba ô lê, lê
Samba, samba, samba ô lá, lá
Olhe morena bonita
Como é que se namora
Põe-se um lencinho no bolso
Com as pontinhas de fora
Samba, samba, samba ô lê, lê
Samba, samba, samba ô lá, lá
Trabalhando o ritmo
Tanta Laranja Madura
Tanta laranja madura menina, que cor são elas,
Elas são verde-amarela, vira (nome da menina)
cor de canela, vira (nome da menina)
cor de canela.
OBS: Cada vez que é dito o nome de uma participante (vira… cor de canela) esta ficará de costas para roda.
Brincadeira de mãos
Para conhecimento dos nomes dos alunos:
Onde é que _________(Maria ) vai morar:
Casa, castelo, buraco ou cemitério, casa, castelo, buraco ou cemitério
- Stop -
( coloca-se números com os dedos)
conta-se os números seguindo a mesma rima de cima casa castelo, buraco ou cemitério - até acabar os dedos. (aí é só rir a vontade) as crianças adoram
- Pode ser feita outra forma - fazer meninas contra meninos - turma contra turma
Jogos com fichas
Jogo dos Sons
*** = silêncio
>>> = Palmas
*** >>> >>> >>> *** *** >>> >>>>>> *** *** >>> *** >>> >>> >>
Agora com as fichas iremos montar uma canção de som e silêncio !
Fazer fichas de papel ou montar um cartaz, ou até mesmo escrever no quadro negro as figuras correspondentes e jogar - alternar as figuras
Créditos livro do professor objetivo - 2005
Jogo da ressonância
Jogo das Ressonâncias
1- Brincadeira do peixinho: cada criança receberá um peixinho de papel de seda que deverá ser colocado no chão para que sopre, exercitando assim a respiração.
2 – Com os lábios fechados, pronunciar a letra MA ressonância deve ser contínua e regular.
3 – Ressoe sobre uma nota só.
Maaa ..... Paaa.... Vaaa....Ma... Ma...... Va.....
Fonte: livro do professor objetivo - 2005
Qual é a música?
Bem simples mas gostoso de brincar.
Escolhemos canções que o grupo já tem intimidade em cantar e executamos um techo da música.
Pode ser com teclado ou outro instrumento , até a voz , assovio, podemos utilizar murmurando a melodia, gesticulando - com cartazes... e a criança deverá adivinhar a música e continua a cantar.
Para incentivar a criança poderá ser escolhido o ajudante da aula de música com essa brincadeira!
O primeiro que acertar é o ajudante!
Brincadeira Saimon diz:
Os participantes devem seguir o comando do prof. apenas quando ele diz a frase
Simon diz - (então o prof dá o comando)
cantar a música atirei o pau no gato
Pular com um pé no ritmo da música
tocar um trecho musical
dançar....(intermináveis variações basta usar a criatividade)
O obejtivo também é de enganar os participantes - dizendo Simon não quer...O aluno que errar Paga prenda ou um mico pré determinado.
Agradecimento ESPECIAL as minhas amigas Marilza e Ana Marcia Vogel que disponibilizaram essas atividades
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Resposta para Karla

Bom, se eu fosse fazr esse BANNER, destacaria as principais características de cada estado que compõe a região Sudeste.
Faria um mapa da Região e em cada estado faríamos desenhos ou colagens dessas características, por exemplo no Rio de Janeiro, o Cristo Redentor; em Minas, a culinária; em São Paulo, as várias culturas...e assim por diante.
Faça tudo bem colorido e com diversos materiais, eles vão adorar pintar com tinta, fazer colagens.
Boa Sorte, amiga
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Resposta,
Bom amiga, seu Projeto sobre Artes e Cores quando for escrito não precisa ser especificado dia a dia, deixe isso para os Planos de Aulas no Semanário ou Diário de Bordo.
No Projeto relate objetivamente os conteúdos, estratégias, materiais, objetivos...enfim...existem alguns modelos de projetos aqui mesmo no blog para que você utilize como exemplo.
Tomara que eu tenha te ajudado.
Qualquer dúvida, estou aqui.
Beijocas
Voltando a ativa!!!
As visitas serão muito importante para que veja se continuo no caminho certo e os comentários então nem se fale será o meu termômetro....rsrrs
beijocas
sábado, 25 de abril de 2009
Prazer Eu sou o MURILO!!!!!!!
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Em FALTA!!!!
E fiquei muito feliz de ver que vocês não me abandonaram!!!
Sumi sim e continuo sumida, mas é por uma causa justa, tenho certeza que vocês me entendem (as mulheres principalmente...rsrsrsrs).
Bom, eu estou sentindo muitas contrações apesar de estar com 31 semanas de gravidez e hoje fiz uma Ultrasson e tive a confirmação de que o bebê, o meu MURILO está cefálico, ou seja, encaixado, por isso estou com muita dor na sala de aula e quando chego em casa só penso em ficar de pernas para cima.
Me perdoem pela minha ausência nas postagens, tenho muitas idéias para expor para vocês, mas falta ânimo.
Beijocas
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
FÉRIAS!!!!!!!!!!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Que Encanto!!!!!
Esta é uma das grandes maravilhas que encontrei graças a minha amiga virtual Marilza que é um anjo que sempre divide seus saberes e suas pesquisas nas comunidades do Orkut.
Obrigada, Mainha
E aqui vai o link do Projeto Casa da Gente de autoria da Professora Simonha Marquardt Volkmann da Prefeitura Municipal de Jaraguá do Sul.
Confiram porque vale muito a pena!!!!
http://www.nte-jgs.rct-sc.br/~educacaoinfantil/projetos/casagente.htm
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Culinária!!!!!!!!

quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Clássicos Infantis

A Bela e a Fera
Era uma vez, um lindo jovem que vivia em um castelo.
Certa noite, ele recebeu a visita de uma velhinha, que lhe pediu abrigo. Ele negou e ela foi embora. A velha furiosa, transformou-o numa Fera.
Em uma vila distante morava um comerciante chamado Maurício que tinha uma filha chamada Bela .
Um dia, Maurício voltando de viagem passou por um castelo viu um jardim e pegou uma flor para sua filha.
De repente, apareceu uma Fera e aprisionou Maurício. Bela encontrou o cavalo do seu pai perdido e descobriu que seu ele estava no castelo. Chegando lá encontrou seu pai preso. Então resolveu conversar com a Fera. Ela disse à Fera que seu pai já estava velho e se ofereceu para ficar em seu lugar, a troca foi feita. Eles tornaram-se amigos.
Com os passar dos dias eles se apaixonaram, Bela deu-lhe um beijo o encanto da velha foi desfeito ele se transformou em um príncipe, casaram-se e foram felizes para sempre.
Peter Pan
Era uma vez, três irmãos chamados: Wendy, João e Miguel. Eles gostavam das histórias de Peter Pan.
Um dia, Peter Pan entrou no quarto das crianças, pois procurava a sua sombra que tinha sumido.
Então, a fada Sininho jogou um pozinho nas crianças por que queriam voar igual ao Peter Pan. Certo dia descobriram que haviam crianças perdidas na aldeia do índios. No momento em que as crianças voavam viram o capitão gancho que armava um plano para Peter Pan. A fada Sininho avisou que o capitão tinha prendido uma princesa e Peter Pan foi salvá-la.
Quando o capitão gancho viu, quis pegar Peter Pan, ele desviou e o capitão caiu no mar cheio de crocodilos. De volta, a fada Sininho contou que os piratas tinham levado as outras crianças. Peter Pan e seus amigos lutaram com o capitão gancho. A fada Sininho jogou um pozinho por todo o navio e o capitão gancho caiu de novo no mar com os crocodilos.
E assim, as crianças voltaram para casa felizes por ter ajudado o herói Peter Pan.
Pequena Sereia
Era uma vez, um rei chamado Netuno. Ele morava com suas três filhas. A mais nova se chamava Pequena Sereia.
Certo dia, Pequena Sereia foi ao mar tomar sol e cantar com sua bela sua voz. De repente viu um navio naufragando e foi tentar salvar. Ela salvou o rapaz que estava no navio e levou até à praia sem saber que ele era um príncipe.
Pequena Sereia queria ser humana e pediu a bruxa dos mares que lhe transformasse em humana, ela aceitou mas em troca pediu a sua voz como forma de pagamento.
Um dia, o príncipe comentou que estava apaixonado pela moça que lhe salvara. Ela ouviu ele falar mas não pode dizer nada por que estava sem sua voz. O pai da Pequena Sereia soube que a bruxa tinha roubado a voz de sua filha e obrigou a bruxa devolver, então foi devolvida a voz de Pequena Sereia.
Desde então, Pequena Sereia contou tudo que tinha acontecido. O príncipe a pediu em casamento, se casaram, no mar e na terra eles foram felizes para sempre.
Aladim
Aladim era um rapaz muito pobre, seu sonho era se casar com a filha de Sultão, a bela princesa Esmeralda. No palácio onde viviam Sultão e Esmeralda, vivia o malvado Califa.
Um dia, Aladim chegou na caverna do Deus Tigre e encontrou um tapete mágico que lhe ensinou a esfregar a lâmpada mágica. Ele esfregou e de dentro saiu em gênio que disse:
__Você pode fazer um pedido!
Aladim desejou ser um príncipe e foi atendido. Depois disso foi ao encontro da princesa. Ele mudou o seu nome para não ser descoberto pelo Califa. Ao encontrar Esmeralda se apaixonaram e marcaram o casamento. Califa descobriu que o príncipe era Aladim.
Então, Sultão e Esmeralda tiveram que se render ao Califa que se tornou poderoso com a lâmpada mágica que roubara de Aladim. Aladim encontrou mais uma vez o tapete mágico que o levou de volta ao palácio. Chegando lá, ele desafiou Califa, pegou a lâmpada mágica e aprisionou Califa dentro.
Aladim e Esmeralda se casaram, então Aladim fez o último pedido:
__Gênio quero que seja livre!
E assim, o gênio foi solto e todos viveram felizes para sempre.
Os três porquinhos
Era uma vez, três porquinhos chamados: Cícero, Heitor e Prático.
Um dia, eles resolveram deixar a casa de sua mãe e foram construir suas próprias casas na floresta.
Prático disse que faria sua casa de tijolos, os irmãos riram e disseram que palha e madeira era mais simples.
Enquanto Prático trabalhava muito seus irmãos fizeram suas casas depressa e foram brincar.
Uma noite, veio um lobo bateu na casa de palha e queria entrar, o porquinho apavorado não abriu a porta. Então o lobo estufou o peito e soprou forte. O porquinho correu para a casa do irmão. O lobo chegou gritou mas ninguém abriu a porta, estufou novamente o peito e soprou e tudo voou.
Os irmãos correram para a casa de Prático construída de tijolos. Como era esperto deixou um caldeirão perto da porta, o lobo correu e caiu dentro do caldeirão com água fervendo e fugiu da casa.
E assim, os três porquinhos viveram felizes na casa de tijolos.
Chapeuzinho vermelho
Era uma vez, uma linda menina chamada Chapeuzinho Vermelho.
Certo dia, sua mãe pediu que ela fosse levar uma cesta de doces na casa da sua vovó.
Sua mãe disse a ela que tivesse cuidado e que não fosse pela floresta mas que seguisse o caminho do bosque.
De repente, apareceu um lobo mau que perguntou para onde ela estava indo. Ela disse que estava indo à casa da vovó. O lobo mandou Chapeuzinho ir pela floresta. E assim enganou Chapeuzinho e foi para a casa da vovó. Chegando lá, o lobo já tinha enganado sua vovó dizendo que era chapeuzinho Vermelho. Comeu a vovó, se disfarçou vestiu-se de vovó e deitou-se na cama.
Quando chapeuzinho chegou na casa da vovó tomou um susto e perguntou: __Vovozinha, por que essas orelhas tão grandes?
__É pra te ouvir melhor!
E pra que esses olhos tão grandes?
__É pra te ver melhor!
E essa boca tão grande?
E o lobo respondeu:
__É pra te comer!
Ele correu atrás de Chapeuzinho Vermelho, ele tropeçou e caiu, ela conseguiu se esconder dentro de um armário.
De repente apareceu um caçador que procurava por esse lobo a muito tempo. Ele atirou, matou o lobo, tirou a vovó de dentro da sua barriga, encheu a barriga com pedrinhas.
E assim, Chapeuzinho e a vovó se abraçaram, prometeu não desobedecer mais a sua mãe e foram muito felizes.
A Bela Adormecida
Era uma vez, um rei e uma rainha de um reino distante. Eles estavam tristes por que não tinham filhos. Ao chegar a primavera a rainha deu a luz a uma menina chamada Aurora.
Felizes com o nascimento comemoraram com uma festa, o batizado de sua filha. Todas as fadas do reino foram convidadas e cada uma delas presenteou Aurora com um dom: humildade, amor e sabedoria.
De repente, surgiu uma malévola furiosa por não ter sido convidada, disse que Aurora ao completar quinze anos espetaria o seu dedo no fuso de uma roca e dormiria num profundo sono.
As fadas se reuniram para desfazer o feitiço, mas não conseguiram. O rei ordenou que todas as rocas fossem destruídas.
O tempo passou, e no aniversário de quinze anos de Aurora, ela passeando pelo castelo encontrou uma a roca, sem querer espetou o seu dedo e caiu em um profundo sono, junto com ela todos do reino adormeceram. A história se espalhou por todo o reino e virou uma lenda.
Um dia, um príncipe soube e foi até o castelo, chegando lá encontrou todos adormecidos. Viu a princesa Aurora e encantou-se com sua beleza, deu-lhe um beijo. Aurora despertou e todos do reino também.
Tempos depois, todos se reuniram para celebrar o casamento do príncipe e da bela Aurora que viveram felizes para sempre.
Cinderela
Era uma vez, uma linda moça chamada Cinderela. Após a morte de seu pai ela passou a morar com a sua madrasta e sua duas filhas. Cinderela passou a ser empregada da casa. Com a herança de seu pai, a madrasta cobria as duas filhas de vaidades.
Um dia, o rei mandou uma mensagem convidando todas as moças do reino para um baile, pois queria escolher a noiva do príncipe.
No dia do baile, Cinderela perguntou a madrasta se podia ir, ela disse que não, pois teria que ficar para fazer os trabalhos de casa.
Vendo todos irem ao baile, Cinderela chorou muito. De repente, apareceu sua fada madrinha e com sua varinha de condão, transformou sua roupa velha em um belo vestido, sapatinho de cristal e uma carroagem e disse que à meia noite o encanto acabaria. E assim, Cinderela foi ao baile. Chegando lá todos se encantaram com sua elegância. O príncipe dançou com ela a noite inteira. Mas à meia noite com medo do encanto acabar, Cinderela saiu correndo deixando cair seu sapatinho de cristal.
Então, foi enviado um mensageiro para que todas as moças do reino calçassem o sapatinho. Chegando na casa de Cinderela as irmãs dela calçaram o sapato. Ao calçar no pé de Cinderela todas começaram a rir, mas para surpresa de todos só coube no pé de Cinderela.
E assim, o príncipe casou-se com Cinderela e foram felizes para sempre.
Pinóquio
Era uma vez, um velho carpinteiro chamado Gepeto. Ele não tinha família e passava o tempo construindo bonecos de madeira.
Um dia, Gepeto construiu um boneco muito bonito e chamou-o de Pinóquio Como Gepeto se sentia só, pediu as estrelas que desse vida ao boneco. Enquanto ele dormia apareceu uma fada azul e deu vida ao boneco.e prometeu que transformaria Pinóquio em um menino de verdade. No dia seguinte, Gepeto matriculou Pinóquio em uma escola e comprou material escolar. No primeiro dia de aula, o grilo falante foi ensinar o caminho da escola para Pinóquio. Perto da escola tinha um circo, Pinóquio foi até lá, como não tinha dinheiro para comprar o ingresso, deu o seu material escolar. O dono do circo disse que ele que seria famoso, ele aceitou trabalhar no circo. No fim da tarde Pinóquio sentiu saudades de casa e resolveu voltar. Contou muitas mentiras que ele contava o seu nariz crescia. No caminho de casa encontrou dois malandros que disseram que Pinóquio ficaria rico, então ele acreditou, mas já estava ficando tarde e Pinóquio foi embora, mas os malandros prenderam ele. Passou-se os dias e Pinóquio conseguiu fugir.
Chegando em casa não encontrou Gepeto. Ele foi até a praia e lá descobriu que Gepeto tinha sido engolido por uma baleia. Pinóquio entrou no mar para salvar Gepeto a baleia lhe engoliu também, então encontrou Gepeto dentro. Para conseguir sair de dentro da baleia eles fizeram uma fogueira, e assim conseguiram sair de lá.
Desde então, Pinóquio passou a viver como uma criança normal, resolveu não mentir mais e viveram muito felizes.
João e Maria
Era uma vez, senhor lenhador que morava com seus filhos João, Maria e a madrasta.
Eles moravam numa casa muito humilde e não tinham o que comer. Um dia a madrasta disse ao lenhador que abandonasse as crianças na floresta e ele concordou. João ao ouvir a conversa colocou no bolso pedrinhas para marcar o caminho de volta.
Quando foi na segunda tentativa a madrasta deu pão e colocaram pedaços de pão para marcar o cominho de volta, mas os passarinhos comeram tudo,então eles não conseguiram mais voltar e se perderam. Com medo, caminharam e viram uma luz de longe. Chegando lá encontraram uma casinha de doces. Eles tocaram a campanhinha feita de doces, a dona da casa disse que eles podiam entrar. A bruxa então, prendeu João no porão cheio de pedras preciosas e colocou Maria para fazer os trabalhos de casa. Ela queria comer o menino e todas às vezes que a bruxa pedia o dedo de João para ver se ele estava gordo ele colocava um pedaço de osso.
Um dia, a bruxa pediu a Maria que acendesse o fogo por que ia comer João. Maria esperou a bruxa chegar perto e empurrou ela dentro do fogo. João e Maria saíram correndo. Encontraram um rio e viram seu pai. O pai pediu-lhes perdão e disse que a madrasta tinha morrido.
Então, João entregou as pedras preciosas que pegara da bruxa, e com o dinheiro das vendas ficaram ricos e felizes.
Rapunzel
Era uma vez um casal que queria ter uma filha.Nos fundos da casa do casal tinha um jardim com belas flores e frutas. Nesse jardim morava uma feiticeira.
Um dia, a mulher sentiu vontade de comer maçãs do jardim da vizinha. O marido foi colher as maçãs para sua esposa.
De repente, apareceu a feiticeira e perguntou:
__Por que você veio roubar as minhas maçãs?
O marido respondeu:
__ Minha esposa estava com desejo de comer maçãs.
A mulher deixou ele pegar e disse que em troca tinha que dar o filho que nascesse. Quando a sua esposa deu a luz chamou-a de Rapunzel. Ela tornou-se a moça mais bonita com tranças. Ao completar doze anos a feiticeira prendeu Rapunzel na torre no meio da floresta com uma janela no quarto.
Quando a feiticeira queria subir na torre ela gritava:
__Rapunzel, jogue suas tranças!
Um dia, na torre Rapunzel quando cantava, apareceu um príncipe que caçava, ele pediu para ela jogar as suas tranças. E assim ele subiu e vendo a beleza de Rapunzel pediu-lhe em casamento e decidiram fugir. No dia da fuga, a feiticeira descobriu e furiosa cortou as tranças de Rapunzel. Então esperou o príncipe para se vingar. Quando ele chegou, viu a feiticeira e apavorado caiu em cima do espinho e ficou cego.O príncipe passou a viver no bosque comendo frutas e raízes. Um belo dia seu encanto foi desfeito ele ficou tão emocionado que voltou a enxergar.
Finalmente, ele encontrou Rapunzel, levou para seu reino, se casaram e foram felizes para sempre.
Branca de Neve
Era uma vez uma linda moça chamada Branca de Neve. Quando seu pai morreu, ela passou a viver com sua madrasta.
Um dia, sua madrasta perguntou a um espelho mágico:
__Espelho, espelho meu existe alguém mais bela do que eu?
__Até que um dia espelho disse que a mais bela era Branca de Neve. Ela mandou um caçador procurar ela na floresta e mandou matar Branca de Neve. Ao encontrar ela o caçador pediu que fugisse para bem longe.
De repente, Branca de Neve encontrou uma casinha, entrou e viu que tudo era pequeno, juntou duas camas e deitou-se. Ao anoitecer apareceu sete anões que entraram em sua casa e encontraram Branca de Neve dormindo. Quando ela acordou viu os sete anões, então ela contou sua triste história e os sete anões passaram a cuidar dela.
Um dia, a madrasta descobriu que Branca de Neve não tinha morrido e se disfarçou de velhinha, foi até a floresta e ofereceu uma maçã envenenada para Branca de Neve. Ela mordeu a maçã e adormeceu. Os anões colocaram Branca de Neve em um caixão de cristal. Passando um príncipe viu Branca de Neve dormindo, se apaixonou. Ele resolveu dar-lhe um beijo, Branca de Neve acordou o encanto foi desfeito eles se casaram e foram felizes para sempre.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
100 Anos da Imigração Japonesa

Objetivos:
Conhecer, valorizar e respeitar a cultura japonesa assim como sua grande contribuição a nossa cultura.
Estratégias:
Para os Berçários:
- Apresentação das diversas contribuições deixadas pelos imigrantes que até hoje estão em nosso cotidiano; (texto 100 legados japoneses)
- leitura dramatizada da lenda da princesa “Orihime”
- Caracterização, através de maquiagem típica e penteados;
- Desenhos para representar os sonhos que irão ser pendurados nos bambus
- Jogo da memória com figuras japonesas
- Brincadeira típica: Daruma-san ga koronda, jogo cujo objetivo é aproximar- se ao máximo do “pegador”, sem ser percebido por este, enquanto ele fala “Daruma-san ga koronda” (literalmente “O boneco daruma tropeçou”).
Para Infantil I, II e 1º ano
- Apresentação das diversas contribuições deixadas pelos imigrantes que até hoje estão em nosso cotidiano; (texto 100 legados japoneses)
- Confecção do Origami de Tsuru;
- Caracterização, através de maquiagem típica e penteados;
- Desenhos ou escrita espontânea para representar os sonhos que irão ser pendurados nos bambus do festival
- Jogo da memória com figuras japonesas
Para a Unidade:
Culminância:
- Reprodução do “Festival das Estrelas”
Uma lenda japonesa conta a origem do festival Tanabata:
Certo dia Tenkou o "Senhor Celestial", pai da moça, apresentou-lhe um jovem e belo rapaz, Kengyu o "Pastor do Gado" (também nomeado Hikoboshi), acreditando que este fosse o par ideal para ela.
Os dois se apaixonaram fulminantemente. A partir de então, a vida de ambos girava apenas em torno do belo romance, deixando de lado suas tarefas e obrigações diárias.
Indignado com a falta de responsabilidade do jovem casal, o pai de Orihime decidiu separar os dois, obrigando-os a morar em lados opostos da Via-Láctea.
A separação trouxe muito sofrimento e tristeza para Orihime. Sentindo o pesar de sua filha, seu pai resolveu permitir que o jovem casal se encontrasse, porém somente uma vez por ano, no sétimo dia do sétimo mês do calendário lunar, desde que cumprissem sua ordem de atender todos os pedidos vindos da Terra nesta data.
Na mitologia japonesa, este casal é representada por estrelas situadas em lados opostos da galáxia, que realmente só são vistas juntas uma vez por ano: Vega (Orihime) e Altair (Kengyu).
A celebração
O festival que celebra esta história de amor teve início na Corte Imperial do Japão há cerca de 1.150 anos, e lá tornou-se feriado nacional em 1603.
Atualmente o Tanabata é uma das maiores festas populares do Japão. É realizado em diversas cidades, o mais tradicional é o de Miyagui, que se realiza em agosto, aproveitando as férias de verão das escolas japonesas.
No Brasil
No Brasil o primeiro festival Tanabata foi realizado na cidade de Assaí no Estado do Paraná no ano de 1978.
O Festival das Estrelas
Com o nome de "Festival das Estrelas", o Tanabata Matsuri é realizado na cidade de São Paulo, na Praça da Liberdade, no mês de julho, desde 1979.
Esta é a principal comemoração anual do bairro, incluída no Calendário Turístico do Estado e do Município de São Paulo:
as ruas a praça são decoradas com grandes ramos de bambu ornamentados por enfeites de papel colorido que simbolizam as estrelas;
tanzaku, pequenos pedaços de papel onde as pessoas colocam seus pedidos, são pendurados nesses bambus;
são realizados também apresentações de tambores Taikô, danças folclóricas e shows de cantores.
sábado, 20 de setembro de 2008
Sumi, mas estou lendo tudo...
Sinto muitas dores na barriga e estou fazendo alguns exames pra saber a causa e enquanto isso repouso...
Dei uma passadinha aqui porque estava morrendo de saudades, mas j´´a estou voltando pra cama.
Ah, prometo que em breve respondo todos os pedidos do mural.
beijocas
domingo, 7 de setembro de 2008
Bom Dia Todas as Cores - Ruth Rocha
Meu amigo Camaleão acordou de bom humor.
- Bom dia, sol, bom dia, flores, bom dia, todas as cores!
Lavou o rosto numa folha cheia de orvalho,
mudou sua cor para a cor-de-rosa,
que ele achava a mais bonita de todas,
e saiu para o sol, contente da vida.
Meu amigo Camaleão
estava feliz porque tinha chegado a primavera.
E o sol, finalmente, depois de um inverno longo e frio, brilhava, alegre, no céu.
- Eu hoje estou de bem com a vida, ele disse.
Logo que saiu de casa, o Camaleão encontrou o professor pernilongo.
O professor pernilongo toca violino na orquestra do Teatro Florestal.
- Bom dia, professor!
Como vai o senhor?
- Bom dia, Camaleão!
Mas o que é isso, meu irmão?
Por que é que mudou de cor?
Essa cor não lhe cai bem...
Olhe para o azul do céu.
Por que não fica azul também?
O Camaleão, amável como ele era, resolveu ficar azul como o céu da primavera...
Até que numa clareira o Camaleão encontrou o sabiá-laranjeira:
- Meu amigo Camaleão, muito bom dia e você!
Mas que cor é essa agora?
O amigo está azul por quê?
E o sabiá explicou que a cor mais linda do mundo era a cor alaranjada, cor de laranja, dourada.
Nosso amigo, bem depressa, resolveu mudar de cor.
Ficou logo alaranjado, louro, laranja, dourado.
E cantando, alegremente, lá se foi, ainda contente...
Na pracinha da floresta,
saindo da capelinha,
vinha o senhor louva-a-deus, mais a família inteirinha.
Ele é um senhor muito sério, que não gosta de gracinha.
- Bom dia, Camaleão!
Que cor mais escandalosa!
Parece até fantasia pra baile de carnaval...
Você devia arranjar uma cor mais natural...
Veja o verde da folhagem...
Veja o verde da campina...
Você devia fazer o que a natureza ensina.
É claro que o nosso amigo resolveu mudar de cor.
Ficou logo bem verdinho.
E foi pelo seu caminho...
Vocês agora já sabem como era o Camaleão.
Bastava que alguém falasse, mudava de opinião.
Ficava roxo, amarelo, ficava cor-de-pavão.
Ficava de toda cor.
Não sabia dizer NÃO.
Por isso, naquele dia, cada vez que
Se encontrava com algum de seus amigos,
E que o amigo estranhava a cor com que ele estava...
Adivinha o que fazia o nosso Camaleão.
Pois ele logo mudava, mudava para outro tom...
Mudou de rosa para azul.
De azul para alaranjado.
De laranja para verde.
De verde para encarnado.
Mudou de preto para branco.
De branco virou roxinho.
De roxo para amarelo.
E até para cor de vinho...
Quando o sol começou a se pôr no horizonte,
Camaleão resolveu voltar para casa.
Estava cansado do longo passeio e mais cansado ainda de tanto mudar de cor.
Entrou na sua casinha.
Deitou para descansar.
E lá ficou a pensar:
- Por mais que a gente se esforce, não pode agradar a todos.
Alguns gostam de farofa.
Outros preferem farelo...
Uns querem comer maçã.
Outros preferem marmelo...
Tem quem goste de sapato.
Tem quem goste de chinelo...
E se não fossem os gostos,
Que seria do amarelo?
Por isso, no outro dia,
Camaleão levantou-se bem cedinho.
- Bom dia, sol, bom dia, flores, bom dia, todas as cores!
Lavou o rosto numa folha cheia de orvalho,
mudou sua cor para a cor-de-rosa,
que ele achava a mais bonita de todas,
e saiu para o sol,
contente da vida.
Logo que saiu,
Camaleão encontrou o sapo cururu, que é cantor de sucesso na Rádio Jovem Floresta.
- Bom dia, meu caro sapo!
Que dia mais lindo, não?
- Muito bom dia, amigo Camaleão!
Mais que cor mais engraçada, antiga, tão desbotada...
Por que é que você não usa uma cor mais avançada?
O Camaleão sorriu e disse para o seu amigo:
- Eu uso as cores que eu gosto, e com isso faço bem.
Eu gosto dos bons conselhos, mas faço o que me convém.
Quem não agrada a si mesmo, não pode agradar ninguém...
E assim aconteceu
O que acabei de contar.
Se gostaram, muito bem!
Se não gostaram, AZAR!
domingo, 31 de agosto de 2008
Primavera!!!!!!!!

Em setembro, é hora de comemorar a chegada da primavera.
Um ótimo momento para convidar a turminha a observar a natureza e suas mudanças, ficando atento ao rítmo da vida.
A percepção e valorização do meio ambiente, devem ser um projeto que dura o ano inteiro, mas é útil aproveitar a estação das flores, para sensibilizar os pequenos para a importância da preservação.
APROVEITE PARA FAZER JOGOS E CONFECÇÕES COM SUCATAS NESTA DATA
PROJETO AMBIENTAL RECICLANDO IDÉIAS
*Criação de uma patrulha ambiental encarregada de fiscalizar os ambientes e as pessoas que ele ocupam;
· Utilizando garrafas de 2 litros plásticas podemos fazer porta lápis, porta papel higiênico, floreiras, vai e vém, bilboquê e muitas outras coisas que nossa criatividade permitir;

A comemoração da “SEMANA DA PÁTRIA”, representa uma importante fonte de estímulos ao civismo, propiciando assim, a oportunidade de:
-formar na criança o conceito Pátria;
-despertar o sentimento de patriotismo;
-formar atitude de respeito aos símbolos do Brasil;
-desenvolver a compreensão do passado histórico e da significação da data “ Sete de Setembro”.
OBJETIVOS:
-compreender a razão dos festejos da Semana da Pátria;
-Refletir sobre o que é ser patriota;
-Comemorar as datas cívicas do nosso país;
-Incentivar o amor à Pátria;
-Conhecer melhor a nossa história;
-Valorizar os símbolos da nossa Pátria;
-Identificar os símbolos nacionais;
-Reconhecer a Bandeira como símbolo da Pátria;
-Conhecer e valorizar os direitos e deveres de todos nós, cidadãos;
-Valorizar a escola como participante de grandeza da Pátria;
-Despertar o civismo e o senso crítico através dos conteúdos propostos pelo Hino Nacional;
SUGESTÕES DE ATIVIDADES:
1) Conversas, debates e discussões sobre:
-o que é Pátria;
-o que aconteceu no dia 7 de setembro;
-a figura de D.Pedro I;
-os símbolos da Pátria: a Bandeira, as Armas, o Selo, Hino;
-o grito da Independência;
-a vida no Brasil antes e depois da Independência;
2) Textos informativos, literários, poéticos;
3) Textos coletivos;
4) Álbum;
5) Vídeos;
6) Hinos: Nacional, da Independência;
7) Pesquisas;
8) Cartazes de fatos da época alusivos ao fato histórico;
9) Linha de tempo do Descobrimento à Independência, da Independência aos dias atuais;
10) Jogral;
11) Dramatização;
12) Poemas e diálogos de temas nacionais;
13) Mural de notícias de jornais e revistas sobre a data cívica;
14) Uso de mapas para a localização do Brasil;
15) Confecção dos Símbolos Nacionais (pintura, desenho, recorte e colagem);
16) Concurso de poesia;
17) Seleção de canções patrióticas e populares: Canção do Soldado,Eu te amo meu Brasil;
18) Confecção de:
- bandeirinhas com as cores nacionais,
- Bandeira do Brasil,
- cata-ventos,
- estrelas e outras figuras-símbolo em verde e amarlo, distintivos em azul, branco, verde e amarelo,
- viseiras para o desfile.
19) Mural: "Vultos da História do Brasil"
Dividir a sala em grupos, sendo que cada um deles deverá pesquisar a biografia das pessoas mais importantes da Independência do Brasil e colocar no Mural "Vultos da História do Brasil".
Pesquisa: Propor às crianças que pesquisem nomes de pessoas que vêm elevando o nome do Brasil com seu trabalho, seja no esporte, artes, etc.
20) Produção Textual
Lançar um concurso de produção de texto: "Brasil Pátria Querida". Pode-se confeccionar um livro reunindo todos os textos produzidos e ilustrados pelos alunos.
Sete de setembro,
data tão festiva,
foi a independência
desta terra tão querida.
É uma grande data
para o meu Brasil ,
que hoje está liberto
e cheio de encantos mil.
Viva, viva, viva a independência
do Brasil!
****http://www.projetospedagogicosdinamicos.com/patria.htm****
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Assunto Pessoal
Fiz meu exame de Beta HCG hoje e deu POSITIVO!!!!!!!!!!!!
Estou GRÁVIDA!!!!!!!!!
APROVEITANDO, quero agradecer as mais de 80.000 visitas. Obrigada e vcs são sempre bem vindos a nossa S@L@ DE AUL@
beijocas
domingo, 17 de agosto de 2008
Viva a Primavera!!!!

de Emílio Carlos
(Cenário: um canto de parede. Sugestão: coloca-se TNT em 2 retângulos grandes de madeira ou cano de PVC. Sugestão 2: coloca-se lençóis ou tecidos pendurados em varais formando um canto. Sugestão 3: usa-se o próprio canto de onde será feita a apresentação.)
NARRADOR - Era uma vez uma plantinha que nasceu num vasinho que ficava em cima de uma mesa.Ali a plantinha vivia. Suas raízes foram crescendo, crescendo, e a plantinha também foi crescendo.A plantinha achava que o vasinho era tudo que existia, que não havia nada mais além do vasinho. Seu mundo era aquele vasinho. E a plantinha foi absorvendo o mundo.Suas raízes foram crescendo, crescendo, até que tomaram conta de todo o vaso. Daí a plantinha foi percebendo que o vasinho era muito pequeno pra ela, que não havia mais espaço ali.A plantinha estava sufocando no vasinho e começou a morrer. A cada dia que passava murchava e murchava, cada vez mais.
NARRADOR - Foi quando uma mão pegou o vasinho. A plantinha ficou surpresa, mas estava tão doente que nem conseguiu dizer nada.A mão levou o vasinho para fora da casa e tirou a plantinha do vasinho. A plantinha achou que ia ser jogada fora no lixo, que sua vida tinha terminado.
(O jardineiro vai até um jardim cheio de outras plantinhas. TNT azul ao fundo para o céu + cenário de jardim à vontade. A terra pode ser feita com TNT marrom com buracos para que cada criança vestida de plantinha/flor esteja. O jardineiro simula plantar a plantinha no meio delas. As outras plantinhas olham para ela felizes. O jardineiro simula aguar com um regador – sem água – as plantas.)
(Nota: o sol pode ser feito de cartolina ou papel cartão, colocado em um bastão – cabo de vassoura – e um adulto o levanta. Da mesma forma pode-se fazer um pássaro passar pelo cenário.)
NARRADOR - Sabem o que a mão fez? Fez um buraco na terra do jardim e plantou a plantinha. Depois lhe deu bastante água.A plantinha, antes sufocada no vaso, agora podia respirar feliz. Suas raízes puderam crescer ainda mais na terra do jardim, e a plantinha cresceu mais ainda. Conheceu o sol, a chuva, os pássaros e outras plantinhas que ali viviam.E passou a ser muito, muito feliz!Nós somos como essa plantinha. Ficamos no vasinho do mundo, e nos perdemos nele, até consumir nosso mundo e nos consumirmos.Deixe a mão de Deus te levar para o Seu jardim! Só no jardim do amor de Deus você poderá florescer plenamente, existir em sua plenitude vivendo com o Senhor!
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Coreografia Folclórica
Coreógrafa: Monique Saliba
Fantasias:
Meninas: Chapéu de fada de cartolina e varinha de palito de churrasco coberta e estrelinha de EVA ou Papel Cartão, pedir para vir de collant rosa do ballet ou uma camiseta rosa justinha, fazer saia rodadinha de TNT
Meninos 1: Fazer carapuça do saci de TNT e pedir para vir de short ou bermuda vermelha
Meninos 2: Capa de Tnt preta, dente de plástico, pedir para vir de roupa preta ou tom escuro.
O gato preto cruzou a estrada
(Rodar a mão como se fosse manivela para direita, depois para a esquerda)
(Levantar os braços abrindo no alto e depois balançar as mãos como se fosse para cima e para baixo)
(Piscar com as mãos para direita, depois esquerda e girar com o corpo com a mão na cintura).
(Pular para a direita, pular para a esquerda)
(Ajoelha os meninos e as meninas rodam em volta balançando a varinha com a mão e a outra na cintura)
(Pular para a direita, pular para a esquerda)
(Ajoelha os meninos e as meninas rodam em volta balançando a varinha com a mão e a outra na cintura)
(Pular para a direita, pular para a esquerda)
quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Introdução
Não há dúvida que as crianças pequenas adoram se movimentar.
Elas vivem e demonstram seus estados afetivos com o corpo inteiro: se estão alegres, pulam, correm e brincam ruidosamente. Se estão tímidas ou tristes, encolhem-se e sua expressão corporal é reveladora do que sentem.
Henri Wallon nos lembra que a criança pequena utiliza seus gestos e movimentos para apoiar seu pensamento, como se este se projetasse em suas posturas. O movimento é uma linguagem, que comunica estados, sensações, idéias: o corpo fala.
Assim, é importante que na Educação Infantil o professor possa organizar situações e atividades em que as crianças possam conhecer e valorizar as possibilidades expressivas do próprio corpo.
Objetivos
- Conhecer e valorizar as possibilidades expressivas do próprio corpo
- Comunicar, através do movimento, emoções e estados afetivos
Conteúdos
Expressividade / Dança
Ano
2 a 6 anos
Tempo estimado
20 a 30 minutos
Material necessário
Pedaços de tecido leve (quadrados de 50x50 cm)
Aparelho de som
Espaço
Uma sala grande. Se não houver um espaço sem móveis, prepare a sala antes, afastando mesas e cadeiras, privilegiando o espaço central. A música é muito importante e a cada momento da atividade vamos apresentar uma sugestão.
Desenvolvimento da atividade
As crianças e você também - devem estar descalças e usando roupas confortáveis!
1) Comece reunindo as crianças. A música pode ser alegre, como A Canoa Virou (Palavra Cantada, CD Cantigas de Roda). Sentados no chão numa grande roda, com as pernas estendidas, proponha que brinquem de massa de pés: todos devem chegar para a frente arrastando o bumbum até que os pés de todos se toquem. Os pés se agitam se acariciam, ora mais lentamente, ora mais rapidamente.
Você pode enriquecer a brincadeira, sugerindo:
- O meio da roda é uma piscina!
- O meio da roda é uma grande gelatina!
- O meio da roda é um tapete de grama!
2) Peça que todos se deitem no chão. Coloque uma música no aparelho de som. É importante que seja uma música alegre, que estimule as crianças a se movimentar, porém sem excitá-las demais. Sugestão: Loro (Egberto Gismonti, CD Circense). Não se esqueça que, para as crianças pequenas, o entorno simbólico é muito importante para a atividade. Diga a eles que a sala vai se transformar numa grande floresta e todos serão habitantes dela...
Todos os bichos estão dormindo. Aos poucos, vão acordar.
Primeiro todos serão aranhas, que andarão com o apoio dos pés e das mãos no chão...
Depois se transformarão em minhocas, arrastando-se pelo chão com a lateral do corpo...
Logo serão cobras, arrastando-se pelo chão com o apoio da barriga...
Tatus-bola, que com um movimento de abrir e fechar sua casca percorrerão a floresta...
Leões, tigres, leopardos, de quatro patas pelo chão...
Coelhos que andam pelo espaço com pulos pequenos e cangurus que percorrem a floresta com pulos grandes e largos...
Passarinhos que batem suas asas bem pequeninas e águias que voam lá do alto com suas asas enormes e bem abertas...
3) Distribua para as crianças os pedaços de tecido coloridos, um para cada um. É importante que eles sejam leves e que produzam movimento ao serem agitados pelas crianças. Deixe que elas explorem a sala manipulando os pedaços de tecido. Sugira que as crianças pintem a sala com os tecidos, como se fossem pincéis. A sala toda tem que ficar pintada o chão, as paredes, o teto. Diga às crianças que nenhum pedaço da sala pode ficar sem pintar. Sugestão de música: Peixinhos do Mar (Milton Nascimento, CD Sentinela).
4) Sempre ao som de uma música (por exemplo Fome Come, da Palavra Cantada, CD Canções de Brincar), sugira uma brincadeira que as crianças adoram: peça que joguem os tecidos para cima e a os peguem, a cada vez, com uma parte diferente do corpo:
- com a cabeça
- com a barriga
- com o braço
- com o cotovelo
- com os pés
- com as costas
- com o bumbum
- com as palmas das mãos etc.
5) Para terminar, um gostoso relaxamento. Sugestão de música: Palhaço (Egberto Gismonti, CD Circense).
Organize as crianças em duplas e ofereça a elas uma bolinha de algodão ou mesmo um rolinho de pintura, como os usados nas atividades de Artes Visuais. Enquanto uma criança fica deitada, a outra deve acariciar seu rosto e partes do seu corpo com o algodão ou o rolinho. Isso deve ser feito com suavidade e cuidado, e possibilita uma interação muito especial das crianças, que, assim, cuidam umas das outras após uma atividade movimentada.
Avaliação
O recém-publicado documento Orientações Curriculares Expectativas de Aprendizagens e Orientações Didáticas para a Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo observa que a avaliação que mais deve interessar o professor não é aquela que compara diferentes crianças, mas a que compara uma criança com ela mesma, dentro de certo período de tempo. Assim, o professor tem na observação o melhor instrumento para avaliar a aprendizagem dos pequenos: eles participaram da atividade? Em qual momento se envolveram mais? O que foi mais desafiador para cada criança? E para o grupo? Essas e outras perguntas ajudam inclusive o professor a planejar as próximas atividades, mantendo ou modificando suas propostas dentro do campo de experiências do Movimento para as crianças.
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Pedido da Luciana

Lá você com certeza encontra que música quiser e com temas separados, tudo organizado.
Este é o link:
http://www.orkut.com.br/Community.aspx?cmm=39067069
beijocas, e aproveite bastante!!!
Pedido da Cris

Os motivos eram geométricos e revelavam inspiração na arte da tapeçaria.Já na Macedônia os gregos formavam quadros de pequenos seixos brancos, pretos e de vários tons de vermelho com cenas de luta e de caça, além de motivos mitológicos.Na antiguidade romana, pavimentos em zonas nobres feitos de mármore ou terracota têm registros na história.
A partir de 40 a.C. a Itália torna-se o maior centro de produção de mosaicos. Ele era utilizado principalmente em motivos religiosos, revestindo pisos e paredes. Ravena é umas das cidades italianas onde se encontram mosaicos maravilhosos. O mosaico bizantino utiliza muito os tons dourado e prateado e foi utilizado principalmente no revestimento de tetos de igrejas.No Brasil o mosaico foi utilizado por Cândido Portinari, Di Cavalcanti e Tomie Ohtake em diversas de suas obras. Ele ainda é utilizado, principalmente na construção civil em imensos painéis, na decoração de piscinas e em pisos e paredes dos mais diversos ambientes.
Painel de Di CavalcantiCada objeto em mosaico é unico: o corte de cada pedaço é feito artesanalmente e fica muito difícil repetir as formas utilizadas em um motivo.
Com crianças costumo trabalhar com materiais altenativos, exemplos:
Tampinhas de garrafas
EVA cortadinhos de diversas formas
Papéis coloridos
Espero ter ajudado, beijocas
Créditos da imagem: blog Aprender e Cia
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Estava procurando essa história para vocês.sexta-feira, 25 de julho de 2008
Dv Super Interessante
http://www.4shared.com/account/dir/6577738/204ea7d7/sharing.html?rnd=48
Crédito: Lilian Moreira Amadei
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Projeto Olimpíadas

Culminância:
terça-feira, 22 de julho de 2008
Transformando espaços com luzes e sombras - Cultura Chinesa

Introdução
Revista Nova Escola - Ed.181 - 2005 Especial da China
Olimpíadas 2008


Huanhuan
Sexo da mascote: masculino
Curiosidades sobre as mascotes
Em inglês são chamados de The Friendlies (Os Amistosos).
Desde então, assim como na antiguidade, a cada 4 anos os jogos são realizados. A cada edição um país é escolhido para sediar os Jogos Olímpicos, que ficam orgulhosos em receber os atletas de todo o mundo nesta festa maravilhosa de união entre os povos.
Metas para o 1º Ano (6 anos)

- -Fazer intercâmbio oral, ouvindo com atenção e formulando perguntas;
- -Ouvir com atenção textos lidos;
- -Ler textos conhecidos, como parlendas, adivinhas e canções;
- -Conhecer e recontar repertório variado de textos literários;
- -Escrever texto de memória de acordo com sua hipótese de escrita;
- -Escrever seu nome e utilizá-lo como referência para a escrita;
- -Conhecer as repreentações das letras maiúsculas do alfabeto de imprensa;
- -Localizar palavras em textos;
- -Escrever usando hipótese silábica, com ou sem valor sonoro convencional;
- -Reescrever ditando textos conhecidos;
- -Revisar textos coletivamente,apoiado em leitura em voz alta feita pelo professor;
Matemática
- -Ampliar os conhecimentos dos números;
- -Contar oral e mentalmente objetos;
- -Utilizar estratégias pessoais para resolver problemas que envolvam as quatro operações;
- -Indicar o número certo quando houver poucos objetos;
- -Ler mapas e plantas baixas simples;
- -Identificar e representar semelhanças e diferenças entre formas geométricas;
- -Montar e desmontar embalagens tridimensionais;
- -Usar o calendário;
- -Comparar, identificar e estimar grandezas (comprimento, massa,temperatura e capacidade) e iniciar o uso de instrumentos de medidas;
- -Começar a usar e a fazer tabelas simples.
Este documento foi retirado da REVISTA NOVA ESCOLA que se baseou nas diretrizes curriculares feitas pela secretarias da Educação do estado e do município de São Paulo.
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Desafio Pessoal
A brincadeira é você responder rapidamente as perguntas no seu blog, depois, escolher 5 amigas blogueiras, para que façam o mesmo, desta forma você visita os blogs que foram indicados junto com você e, de quebra, visita os que indicou para avisá-los do desafio.
VAMOS LÁ?
DESAFIO PESSOAL!
1. O que eu estava fazendo há 10 anos atrás?
Há 10 anos atrás eu estava com 17 anos, e estava fazendo magistério, porém já trabalhava na mesma escola onde estudava como eventual e aplicando um Projeto de Estimulação Pedagógica com alunos que tinha déficit de aprendizagem.
2. Quais são as coisas que vc tem na sua lista pra fazer hoje? (relatar pelo menos cinco coisas)
Já é de noite então vou relatar as coisas que fiz durante o dia...acordei tarde, porque afinal de contas hj é meu primeiro dia de recesso. Arrumei a casa, e fui passear com meu filhote, fomos no shopping e ele brincou nos brinquedos, depois ao cinema assistimos o Panda Kung Fu (muito legal) Voltamos pra casa e jantamos e agora estou aqui vendo as novidades do Blog.
3.petiscos que vc gosta:
Todos, comer é muito bom e besteira então nem se fale.
4. Coisas que eu gostaria de fazer se fosse bilionária
Compraria minha casa, daria uma de presente pra minha mãe e outra pra minha sogra. Depois investiria meu dinheiro em vários projetos Educacionais e de geração de renda contemplando faixas etárias diversificadas.
5. Lugares que já morei:
Sou meio nômade durante a infância mudei muito mas sempre pra mesma cidade, depois que cresci ai já viu comecei a pular de cidade...Santos, Cubatão, São vicente e São Sebastião e voltei este ano pra São Vicente.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Projeto "CONTADOR MIRIM"
Resolvi criar mais este Projeto (Contador Mirim) afim de incentivar a leitura e o reconto de histórias clássicas.
O desenvolvimento é simples:
Faço a Contação utilizando somente o livro, depois reconto com diversos materiais ilustrativos (dedoches, fantoches, cartazes, ...).
Na outra etapa, alunos voluntários vão às salas dos Berçários e Inf. I para realizarem a Contação para as crianças menores.
Hoje foi nossa primeira experiência na Contação para os pequenos e, tenho que relatar que foi fantástica!!!
Tivemos receptividade na sala visitada; os alunos tímidos estão começando a mostrar interesse em ser um Contador de Histórias; e as meninas que contaram deram um SHOW de Contação.
terça-feira, 8 de julho de 2008
Dia dos Pais (algumas dicas)

Quando derramar comida sobre minha camisa e esquecer como amarrar meus sapatos, tenhas paciência comigo e lembra-te das horas em que passei te ensinando a fazer as mesmas coisas. Se quando conversares comigo, eu repetir as mesmas histórias, que sabes de sobra como terminam, não me interrompas e me escute.
sábado, 5 de julho de 2008
Desculpem o sumiço
segunda-feira, 23 de junho de 2008
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Pedido da Cris
Amigo Secreto de Nomes
Objetivo Geral:
· Reconhecer e escrever seu nome.
Objetivos Específicos:
· Estimular a criança a participar de situações sociais de linguagem;
· Trabalhar a escrita do próprio nome e o reconhecimento do nome dos colegas;
· Desenvolver a afetividade.
Conteúdo:
· Escrita do seu próprio nome e reconhecimento do nome dos colegas.
Metodologia:
Distribuir metade de uma folha de sulfite A4 para cada criança.
Peça que elas escrevam o nome e enfeite-o da forma que quiserem, com carinhas, florzinhas, corações, enfim.
Recolha e coloque-os dentro de um envelope e solicite que um por vez retire um nome e guarde para si, não vale mostrar para o amigo.
Chame o primeiro aluno para ler o nome retirado.
O amigo ganhará um abraço. E será o próximo a ler.
Durante a leitura do nome se tiver algum aluno com dificuldade a professora pode intervir fazendo perguntas, tais como:
· Qual a primeira letra desse nome?
· Qual o amigo da sala que tem essa letra?
Avaliação:
· Avaliar a escrita a leitura e o reconhecimento dos nomes e também a socialização de cada criança do grupo.
Recursos
· Lápis de cor
· Folha de sulfite A4
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Blog de Músicas - Excelente
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Realizando Sondagem
OBJETIVOS DA SONDAGEM*INSTRUMENTO PARA MAPEAR O CONHECIMENTO DAS CRIANÇAS SOBRE A ESCRITA;
* REORIENTAR SUA PRÁTICA PEDAGÓGICA;
*MATERIAL DE PESQUISA PARA DEFINIR AS POSSÍVEIS INTERVENÇÕES;
* ELABORAR SEU PLANEJAMENTO,PROPONDO SITUAÇÕES CAPAZES DE GERAR NOVOS AVANÇOS NA APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS;
*OBTER DADOS SOBRE O PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE CADA CRIANÇA.
REALIZANDO UMA SONDAGEM
AS INVESTIGAÇÕES SOBRE A PSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITA PERMITEM AO PROFESSOR ATUAR COMO MEDIADOR NO PROCESSOR ENSINO-APRENDIZAGEM E FORNECER PISTAS PARA O APRENDIZ TORNAR-SE ALFABÉTICO.
NESSE PROCESSO, A SONDAGEM DIAGNÓSTICA CAPACITA O EDUCADOR A CONHECER AS HIPÓTESES DAS CRIANÇAS ENVOLVIDAS.
PARA REALIZAR UMA SONDAGEM ESCOLHE-SE QUATRO PALAVRAS (UMA POLISSÍLABA,UMA TRISSÍLABA,UMA DISSÍLABA E UMA MONOSSÍLABA,NESTA ORDEM) E UMA FRASE DE UM MESMO CAMPO SEMÂNTICO.
UMA DAS PALAVRAS DITADAS ANTERIORMENTE DEVE APARECER NESTA FRASE.EXEMPLO":
Lista de animais
DINOSSAURO
JACARÉ
GATO
BOI
O GATO DORMIU NA SALA.
Evitar palavras com sílabas contíguas , tipo urubu
PEDE-SE ENTÃO, PARA QUE A CRIANÇA(atividade individual) ESCREVA DO JEITO QUE SOUBER.
É IMPORTANTE PEDIR PARA QUE ELA LEIA,APONTANDO AS LETRAS E OS SINAIS CORRESPONDENTES À FALA.
A PARTIR DO MATERIAL INVESTIGADO EM UMA SONDAGEM,PODE-SE REFLETIR SOBRE O PENSAMENTO DA CRIANÇA E PERCEBER SUA HIPÓTESE LINGUÍSTICA.
COMO A SONDAGEM DEVE SER UTILIZADA
* INSTRUMENTO PARA ANALISAR AS HIPÓTESES DA CRIANÇA A PARTIR DE ATIVIDADES SIGNIFICATIVAS,COLOCANDO A CRIANÇA DIRETAMENTE EM CONTATO COM O DESAFIO DE ESCREVER.
* SUBSÍDIO PARA O PROFESSOR;
* INSTRUMENTALIZADOR DO PROCESSO;
* CONHECER O QUE A CRIANÇA PENSA DE FORMA GERAL SOBRE A ESCRITA,QUAL A LÓGICA QUE UTILIZA NAQUELE MOMENTO PARA ESCREVER;
* ANALISAR AS HIPÓTESES DAS CRIANÇAS A PARTIR DE UMA PROPOSTA SIGNIFICATIVA,QUE FAZ PARTE DE UMA SEQUÊNCIA DE ATIVIDADE,ELA SABE PORQUE ESTÁ ESCREVENDO E PARA QUE ESTÁ ESCREVENDO,TENDO UMA FUNÇÃO SOCIAL;
* COLECIONAR PRODUÇÕES DAS CRIANÇAS:COM ESSE MATERIAL É POSSÍVEL FAZER UM ACOMPANHAMENTO PERIÓDICO DA APRENDIZAGEM DA CRIANÇA E FORMULAR INDICADORES QUE PERMITAM TER UMA VISÃO DA EVOLUÇÃO DA HIPÓTESE DE ESCRITA DA CRIANÇA AO LONGO DO PROCESSO.
Fonte: grupo Professores Solidários
Mais Músicas Juninas
Novo cd RECREIO ESPECIAL FESTA JUNINA
Segue o link para baixar:
http://www.4shared.com/dir/428632/9b6ae683/sharing.html
Descubra como a festa junina é comemorada em cada região do Brasil, aprenda a dançar a quadrilha e conheça as letras das canções mais populares.Ainda, no CD você encontra as músicas mais animadas para esquentar seu arraial!
FAIXAS:
1. QUERMESSE RECREIO
2.PAU-DE-SEBO
3.PESCARIA DE QUERMESSE
4.O GAGO APAIXONADO
5.QUEM FOI?
6.OMAIS IMPORTANTE É O QUE SE TEM NO CORAÇÃO.
7.ALTO-FALANTE
8.CADEIA DE BRINCADEIRA
9.BAITA FESTA
10. QUADRILHA ( com marcação)
11. QUADRILHA ( sem marcação)
Músicas Juninas
Neste link tem algumas músicas de festa junina que podem ser trabalhadas com as crianças.
CD - Luiz Gonzaga - Quadrilhas e Marchinhas Juninas
01. Fim de festa
02. Polca fogueteira
03. Lascando o cano
04. Pagode russo
05. Fogueira de São João
06. Olha pro céu
07. São João na roça
08. Fogo sem fuzil
09. Quero chá
10. Matuto de opinião
11. Boi bumbá
12. O maior tocador
13. Piriri
domingo, 15 de junho de 2008
Desculpem a ausência....
sábado, 7 de junho de 2008
Artistas e Arteiros


quarta-feira, 4 de junho de 2008
Meio Ambiente

Uma atividade que integra Ciências & Arte de forma divertida!
Através do lúdico os alunos podem observar o crescimento das plantas. Os bonecos ainda auxiliam no estudo dos seres com vida e sem vida. Feitos de meia calça contém terra e sementes de alpiste dentro. Por fora, os bonecos podem ser enfeitados e caracterizados com olhos, nariz, boca e orelhas criando fisionomias diferentes.As crianças podem acompanhar o crescimento das sementes de alpiste brotando e formando o cabelo do boneco molhando-os diariamente. Assim, percebem a importância da água na vida das plantas, sem água não há vida!
Material Necessário:
• Meia calça usada;
• Serragem;
• Alpiste ou painço;
• Material de sua preferência para olhos, boca e nariz. ( botões e lã,cola plástica colorida, );
• Garrafas Pet para a base.
Como fazer:
• Corte uma perna da meia calça;
• Coloque o alpiste ou painço;
• Complete com serragem;
• Dê um nó e corte o restante da meia;
• Faça a modelagem em forma de bola;
• Monte o boneco;
• Molhe a cabeça do boneco, em alguns dias o alpiste começa a nascer dando origem aos cabelos;
• Use sua imaginação, criando diferentes tipos de bocas, olhos e detalhes;
• Corte o fundo de uma garrafa pet para fazer a base do boneco - assim, ele ficará em pé e ainda evita de molhar ao redor já que a água ali se concentra.É bom deixar água limpa no fundo da base. Todos os dias lave a base e troque a água.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Literatura de Cordel

Ela fez outro caminho
domingo, 25 de maio de 2008
Jogos de Seriação e Classificação - Pedido da Linadia

O ser humano desde que nasce está em contato com o número, a começar pela própria idade, onde uma criança pequena sem saber quanto é, mostra com os dedos os anos que tem. Nesta situação, ela não está fazendo a conservação do número, pois ainda não associa número a quantidade, este processo , segundo Kamii (1997, p.26) não ocorre antes dos cinco anos.
O trabalho com o número na maioria das escolas infantis baseiam-se basicamente no reconhecimento dos algarismos e escritas do mesmo; muitos educadores esquecem da importância da exploração da variedade de idéias matemáticas existentes, referentes a classificação e seriação.
Toda criança passa por descobertas, ela precisa mexer, experimentar, tocar para poder assim conhecer o novo. Necessita do concreto para poder organizar seus conhecimentos, o qual é adquirido naturalmente através do contato com outras pessoas, das interações com o grupo de amigos. Ou seja é uma construção resultante das ações da criança com o mundo.
A criança da faixa etária entre 2 e 7 anos está construindo a conservação do número, e para isto necessita do contato com materiais concretos, precisa tocar, manipular e experimentar. Se dermos a uma criança pequena vários cubinhos de madeira, a primeira reação será pegar, virar de um lado para outro, bater um com o outro, e por fim atira-lo longe. Nesta situação, ela pode reconhecer o objeto, construiu um novo conhecimento, necessitou perceber a singularidade do objeto para agir sobre ele, organizando suas percepções e relações entre formas, peso, tamanho, espessuras.
Uma criança um pouco maior, a qual já fez este tipo de relação parte para um novo conhecimento, o da classificação, a qual já é capaz de perceber semelhanças e diferenças. Um exemplo é o trabalho com os blocos lógicos, o importante é deixa-lo ao alcance da criança para que explore o material. Assim que manteve um bom contato, podemos lançar desafios para que formule hipóteses:
- Dê uma peça como esta.
- Dê mais uma como esta.
- Agora separe os parecidos.
- Existe outra maneira de separar os parecidos?
- Podemos separar os parecidos de outra forma ainda?
O importante é que a criança crie estratégias, ela deverá perceber que existem os grupos das cores, do tamanho, das formas, das espessuras.
A próxima etapa é a da seriação, a qual é explorado a construção de série. Exemplo de atividades:
- formar fila por tamanho dos alunos (do maior ao menor);
- propor atividades com diversos tamanhos de cabo de vassoura para ordená-lo;
- ordenar brinquedos da sala de aula.
Além do material diversificado, o professor poderá explorar o jogo-matemático da "Centopéia". O jogo consiste em um saquinho com vários de círculos de cartolina nas cores azuis, amarelas e vermelhas, e de um tabuleiro com o desenho da centopéia.
No tabuleiro está o desenho da centopéia com alguns círculos do corpo colorido, a criança retira do saco um círculo (é importante que não veja qual a cor escolhida), se fizer parte da seqüência ela completa o corpo, se for uma outra cor que não a da ordem dada, coloca o círculo de volta e espera a sua próxima jogada. Neste jogo a criança estabeleceu uma seqüência de cores que deve ser seguida.
O trabalho com a classificação, seriação e quantificação são decorrentes das relações que a criança faz entre os objetos.
Estas atividades iniciais auxiliam a criança a construção do número, a relacionar o numeral à quantidade.
Através da atividade lúdica a criança constrói símbolos. Elas devem ter a oportunidade de inventar (construir) as relações matemáticas em vez de simplesmente entrar em contato com o pensamento pronto, formular suas hipóteses a partir de ensaio e erro, para confirmá-las ou refutá-las.
Segundo Kamii “... embora a estrutura mental de número esteja bem formada em torno dos cinco para os seis anos, possibilitando à maioria das crianças a conservação do número elementar, ela não está suficientemente estruturada antes dos sete anos e meio de idade para permitir que a criança entenda que todos os números consecutivos estão conectados pela operação de “+ 1”. ( 1997, pág.28)
A criança está se preparando para formar esta estrutura (relacionar quantidade a escrita do número) nos jogos e brincadeiras. Por isso a atividade lúdica, o contato com diferentes materiais é tão importante na Educação Infantil.
As brincadeiras, construções e jogos que fazem espontaneamente com eles, levam as trocas, comparações, descobertas estratégicas. Através dos jogos construirão um pensamento produtivo e raciocínio lógico, bem como terão melhores condições para enfrentarem situações novas e envolver-se com aplicações matemáticas.
Com a criança pequena, devemos começar trabalhando com a quantidade, atividades que envolvam a noção do + 1. Só através do concreto ela poderá perceber que dentro do 3 tem o 2, que dentro do 2 tem o 1.
Um exemplo para esta assimilação são os jogos de compra. Propomos ao grupo que façam uma rodinha, no centro colocamos vários pauzinhos de picolé e um dado com a quantidade 1, sugerimos a criança, cada uma respeitando a sua vez, que jogue o dado e compre a mesmo tanto de pauzinho que o dado indicou. Após a compra o professor explora com o grupo:
- Quantos pauzinhos de picolé o João comprou?
- E a Ana, quantos comprou?
Bem explorada esta rodada, passa-se para próxima, onde irão jogar o dado e comprar mais um pauzinho de picolé. O professor lança novos questionamentos:
- João comprou 1 pauzinho de picolé na outra rodada, agora ela comprou + 1, quantos pauzinhos ficou o João?
- E a Ana, ela tinha 1 pauzinho, comprou + 1, quantos ela tem agora?
Este tipo de exploração proporciona a criança perceber a existência do mais 1, que a quantidade 3 não é um único objeto, e sim 1 + 1 + 1.
É uma tarefa difícil, mas se bem explorada a criança poderá construir a conservação de número de uma forma simples e prazerosa.
Outro exemplo de jogo é o jogo do tapa certo, onde as crianças confeccionam uma mãozinha de cartolina com um pauzinho de churrasquinho, a mesma proposta, que façam uma rodinha, no centro várias frutas desenhadas. O professor após explorar bem as gravuras, cita uma fruta e a criança com a mãozinha bate sobre ela, aquela fruta fica reservada com ela e passa-se para uma próxima citação. Terminado o jogo, o professor irá lançar alguns questionamentos:
- Quantas maças eu comprei?
- Quantas laranjas?
- Quantos limões eu comprei?
- O que eu comprei mais maças ou laranjas?
- O que eu comprei mais maças ou frutas?
Questionamentos sobre a inclusão também auxiliam no processo da construção do número.
Assim que a quantidade estiver bem assimilada pela criança o professor poderá propor jogos intermediários, ou seja que trabalhem o número e a quantidade.
Cito como proposta o jogo do bingo. Cada criança recebe uma cartela, onde o professor canta o número e com uma tampinha de garrafa o aluno marca o número ou a quantidade. O interessante que na cartela tenha a escrita de alguns números e a quantidade de outros. Aquele que acabar grita BINGO !
Um outro jogo que desperta muito o interesse das crianças é o “Jogo do Troca”, onde ela irá relacionar a topologia do número com a sua quantidade. Os procedimentos do jogo consiste no seguinte, o grupo estará em rodinha e dividido por equipes, as quais receberão um tabuleiro; no centro estarão as fichas contento a escrita dos numerais de 1 a 6.
Cada equipe, respeitando a sua vez de jogar, irá virar a ficha do centro, se esta for correspondente a cor do seu tabuleiro, deverá comprá-la e preencher o tabuleiro (caso não haja correspondência de cor o representante da equipe deverá desvirar a ficha e passar a vez para a próxima equipe);
Se alguma equipe virar a ficha com a palavra TROCA TROCA, deverá trocar todo o seu tabuleiro com a equipe correspondente a cor mostrada na fichinha;
Termina o jogo assim que completarem seus tabuleiros;
O interessante deste jogo, é que quem estiver na frente não será necessariamente, o vencedor.
Este tipo de atividade, entre outras, auxiliará a criança no processo de construção do número.
Bibliografia:
KAMII, Constance. A Criança e o Número: implicações educacionais da teoria de Piaget para a atuação junto a escolares de 4 a 6 anos. 23ªed. Campinas: Papirus,1997
KOCH, Maria Celeste Machado. Descoberta do Número: conquista da criança. O papel da pré-escola neste processo. Revista do Professor. Porto Alegre, 24-30; out/dez, 1988
SARA, Pain. Diagnóstico e tratamento dos problemas de aprendizagem. 4ª ed. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992
SEBER, Maria da Glória. Construção da Inteligência pela Criança: atividades do período pré-operatório. 4ª ed. São Paulo: Scipione, 1995
SMOLE, Kátia Cristina Stocco. A Matemática na Educação Infantil: a teoria das inteligências múltiplas na prática escolar. Porto Alegre: Artes Médicas, 1996
Atividade de Inclusão - Deficientes Visuais

Recursos didáticos na educação especial
Jonir Bechara Cerqueira
Elise de Melo Borba Ferreira
Resumo
Os materiais didáticos são de fundamental importância para a educação de deficientes visuais. Este texto pretende definir, classificar e ilustrar alguns destes materiais, além de apresentar recursos disponíveis a partir da utilização de equipamentos de informática.
Talvez em nenhuma outra forma de educação os recursos didáticos assumam tanta importância como na educação especial de pessoas deficientes visuais, levando-se em conta que:
1) um dos problemas básicos do deficiente visual, em especial o cego, é a dificuldade de contato com o ambiente físico;
2) a carência de material adequado pode conduzir a aprendizagem da criança deficiente visual a um mero verbalismo, desvinculado da realidade;
3) a formação de conceitos depende do íntimo contato da criança com as coisas do mundo;
4) tal como a criança de visão normal, a deficiente visual necessita de motivação para a aprendizagem;
5) alguns recursos podem suprir lacunas na aquisição de informações pela criança deficiente visual;
6) o manuseio de diferentes materiais possibilita o treinamento da percepção tátil, facilitando a discriminação de detalhes e suscitando a realização de movimentos delicados com os dedos.
Definição
Recursos didáticos são todos os recursos físicos, utilizados com maior ou menor freqüência em todas as disciplinas, áreas de estudo ou atividades, sejam quais forem as técnicas ou métodos empregados, visando auxiliar o educando a realizar sua aprendizagem mais eficientemente, constituindo-se num meio para facilitar, incentivar ou possibilitar o processo ensino-aprendizagem. De um modo genérico, os recursos didáticos podem ser classificados como:
Naturais: elementos de existência real na natureza, como água, pedra, animais.
Pedagógicos: quadro, flanelógrafo, cartaz, gravura, álbum seriado, slide, maqueta.
Tecnológicos: rádio, toca-discos, gravador, televisão, vídeo cassete, computador, ensino programado, laboratório de línguas.
Culturais: biblioteca pública, museu, exposições.
O bom aproveitamento dos recursos didáticos está condicionado aos seguintes fatores:
1) capacidade do aluno;
2) experiência do educando;
3) técnicas de emprego;
4) oportunidade de ser apresentado;
5) uso limitado, para não resultar em desinteresse.
Seleção, adaptação e confecção
Na educação especial de deficientes visuais, os recursos didáticos podem ser obtidos por uma das três seguintes formas:
Seleção
Dentre os recursos utilizados pelos alunos de visão normal, muitos podem ser aproveitados para os alunos cegos tais como se apresentam. É o caso dos sólidos geométricos, de alguns jogos e outros.
Adaptação
Há materiais que, mediante certas alterações, prestam-se para o ensino de alunos cegos e de visão subnormal. Neste caso estão os instrumentos de medir, como o metro, a balança, os mapas de encaixe, os jogos e outros.
Confecção
A elaboração de materiais simples, tanto quanto possível, deve ser feita com a participação do próprio aluno. É importante ressaltar que materiais de baixo custo ou de fácil obtenção podem ser freqüentemente empregados, como: palitos de fósforos, contas, chapinhas, barbantes, cartolinas, botões e outros.
Com relação ao uso, os recursos devem ser:
Fartos — para atender a vários alunos simultaneamente;
Variados — para despertar sempre o interesse da criança, possibilitando diversidade de experiências;
Significativos — para atender aspectos da percepção tátil (significativo para o tato) e/ou da percepção visual, no caso de alunos de visão subnormal.
ATIVIDADE:
Caixinha Surpresa
Costumo trabalhar com caixas de diversos tamanhos e colocamos uma dentro da outra e dentro da última caixa tem sempre um objeto. A criança vai manusear bem a caixa, balançar para escutar.
Depois, faço perguntinhas: "faz barulho?", "é pesado ou leve?"...
Agora vamos tenter adivinhar: "O que é o que é..."
Podem abrir...eles tem que tentar abrir sozinhos uma caixa após a outra.
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Projeto Histórias Infantis

• Conhecer diversas Histórias infantis;
• Utilizar a técnica de dramatizar e fazer recontos;
• Oportunizar a criatividade, imaginação, humor, ilusionismo;
• Desenvolver habilidades sociais;
• Desenvolver o hábito de ouvir com atenção;
• Enriquecer e ampliar o vocabulário;
• Intervir, posicionar, julgar e modificar subvenções sociais;
• Desenvolver o pensamento lógico e a rapidez de raciocínio;
• Criar atitudes desejáveis;
• Permitir a livre expressão. - Formulação dos Problemas:
• Quais são as leituras que vocês preferem: gibis, livros de histórias, histórias em quadrinhos, poemas, etc.?
• Vocês sabem algum história?
• Vocês lêem jornais ou revistas? Quais?
- Tempo da Atividade: 36 horas (módulos de 3 horas)
-Material:
Para as oficinas: usar material reciclado como retalhos de tecido, papéis coloridos, pratos de papelão, saquinhos de embalagens, fitas, brocal, embalagens diversas, durex colorido, tinta guache, cola colorida, lápis de cor, giz de cera, canetinhas hidrocor, lã, etc.
Para as apresentações das histórias: vídeo, aparelho de som, livros de literatura, C.D.,teatro, (apresentações feitas por turmas mais velhas, da própria escola).
Para a apresentação da teia de histórias: tapete, almofadões, aparelho de som com música suave, incenso, baú ou caixa grande de papelão enfeitada com brilho, estrelas, lua.
Para a avaliação: Papel, lápis, lápis de cor, giz de cera.
-Planejamento Apresentação:
1º Módulo:
Procurar conhecer quais as histórias infantis que mais interessam à turma.
Planejar oito histórias e a maneira de serem apresentadas:
* Branca de Neve e os Sete Anões – vídeo
* Dona Baratinha – Contada
* João e Maria – Leitura
* Os Três Porquinhos -C D
* Cinderela – vídeo
* A Bela e a Fera – teatro
* O Príncipe Sapo – contada
* Chapeuzinho Vermelho – teatro
(Cada história será apresentada em um dia, e o procedimento será o mesmo, em todas as apresentações)
Apresentar a história;
Fazer o reconto conjunto, interpretando a história;
Traçar o perfil dos personagens principais;
Copiar o nome da história no caderno ilustrando-a.
2 º ao 9º Módulo:
Apresentação e interpretação das histórias.
10º e 11º Módulos:
Preparar material de artes para a dramatização das histórias.
Serão duas oficinas de fantoches, máscaras, acessórios e objetos que caracterizam as histórias apresentadas.
Exemplo: maçã da Branca de Neve, máscara do Lobo Mau, chapéu de Bruxa, varinha mágica da Fada, espelho mágico da Madrasta, Sapatinho da Cinderela, Caixinha com moeda de Dona Baratinha, Coroa do Príncipe Sapo, Fantoches dos Três Porquinhos, capa do Chapeuzinho Vermelho, rosa encantada da Fera, saquinho com as pedrinhas de Joãozinho, coroa de Princesa.
-Temas Transversais
Ética: Diálogo, respeito mútuo, responsabilidade, cooperação, organização, solidariedade. Trabalho coletivo, compartilhar descobertas.
Pluralidade Cultural: Educação – Diferentes formas de transmissão de conhecimento: práticas educativas e educadores nas diferentes culturas;
Cidadania: Direitos e deveres individuais e coletivos.
Literatura e tradição: línguas, dialetos, variantes e variação lingüística.
-Desenvolvimento:
Das oficinas: Usar material reciclado para confeccionar as fantasias e adereços. Os moldes já serão entregues devidamente riscados e cortados. Os alunos se dividirão em grupos de trabalho e orientados por professora e estagiárias, executarão as atividades estipuladas.
(Algumas peças já se encontravam à disposição da turma, adquiridas anteriormente, pela escola).
Das apresentações das histórias: Propiciar aos alunos um ambiente aconchegante e confortável para conhecer as histórias, observando o planejamento das atividades.
Da teia de histórias: Desafiar os alunos a fazerem o reconto de todas as histórias ao mesmo tempo, numa mistura aleatória de personagens. Fazendo uso do tapete, almofadas, música e incenso, preparar um ambiente propício e agradável.
Colocar no baú as fantasias e acessórias confeccionados e numeradas, afixando na tampa do mesmo, uma lista apenas com o número de peças nele contidas.(Ao colocar as peças , exibi-las novamente às crianças relembrando a quem pertencem, de que história foi retirada, seu uso na história, etc).
Quando todas as crianças estiverem acomodadas no tapete, a professora iniciará a história:
Era uma vez, num bosque rodeado de lindas montanhas, onde dezenas de pássaros cantavam nos galhos floridos das árvores e agitavam suas asinhas num vôo apressado na busca de frutinhas para alimentar seus filhotes a piar nos ninhos. Naquela tarde ensolarada e perfumada de primavera, debaixo de um ipê amarelo, bem ao lado de um límpido lago, encontrei...
Aí a professora toca uma das crianças e ela dirá um número, retirando do baú a peça correspondente, continuando a história com o que lhe remete na lembrança, o objeto vindo do baú.
A criança dará asas a sua imaginação para colocar o objeto ou o personagem sorteado na história, continuará contando um pedacinho, depois tocará outra criança e esta deverá dar seqüência com outro objeto.
A história prossegue até todos os objetos e personagens forem usados ou até quando as crianças permanecerem interessadas.
-Avaliação:
Ao final de cada módulo, professor e alunos farão suas observações e avaliações, oralmente. Terminando por desenharem o que sentiram com as atividades, o que mais gostaram, ou como gostaria...
Bibliografia: BARRIE, J. M..Peter Pan e outras histórias. Rio de Janeiro, Gamma. Histórias da Carochinha. São Paulo, Ática,1987,p.23-
FAZ-DE-CONTA

PLANO DE AULA: FAZ- DE- CONTA
Espaço: Sala de aula ou área aberta.
Idade: A partir de 2 anos.
Material:Fantasias diversas, roupas do cotidiano de crianças e adultos, panos e retalhos de diversos tamanhos, chapéus, perucas, adereços, fantoches, blocos de espuma e almofadas.
Objetivos:Canalizar a agressividade natural para a experiência lúdica.
Descrição:Estimule a brincadeira com figuras como um lobo ou um monstro.No faz-de-conta, a criança enfrenta aquilo que gera medo – sentimento muito ligado à agressividade.Os outros materiais podem ser usados para fazer cabanas ou muros para se proteger.
Entre na brincadeira sempre que sentir a necessidade de interferir, como no momento em que perceber algum conflito.
As crianças devem expressar o medo e a agressividade, sem se machucar ou bater no outro.
MAIS UM FAZ- DE- CONTA
Idade: A partir de 4 anos.
Tempo: De uma a duas horas.
Espaço: Brinquedoteca ou sala de aula.
Material:Kits com objetos que alimentem o jogo simbólico.
Exemplos de kits: carrinho de supermercado infantil com embalagens de alimentos ou produtos de higiene pessoal e limpeza, todos limpos;fantasias;maleta com ferramentas que imitem as utilizadas em oficinas mecânicas;caixa com utensílios de cozinha;bolsa com escovas e pentes de cabelo, potes de creme e xampu.
Objetivos:Brincar com os colegas e expressar os sentimentos quanto ao processo de adaptação por meio de diferentes papéis.
Descrição:Coloque os kits espalhados em diferentes pontos da sala. Deixe as crianças explorarem os kits, escolhendo livremente os papéis que pretendem desempenhar e os colegas com quem desejam brincar.
Acompanhe atentamente o enredo das histórias criadas durante a brincadeira.Você pode perceber se elas expressam sentimentos relacionados ao período de adaptação e ajudá-las posteriormente, ao planejar outras atividades.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Pedido da Graziela - Coreografia Junina

Coreografia: É noite de São João
Cd: Eliana
Coreografa: Monique Saliba
Sanfona: Fazer com 2 caixas de leite vazia pintada e enfeitada com estrelinhas e papel dobrado para dar a idéia de sanfoninha, colocar fita para dependurar no pescoço, pintar as teclas da sanfoninha numa das caixinhas de leite.
Localização: Crianças localizadas em meia lua (roda semi aberta)
Tem, tem, tem pipoca, tem
Tem animação
Tem pé-de-moleque,
paçoquinha, pinhão
(Abrir e fechar a mão mostrando que tem quantidade)
É noite de São João
(Rodar com o braço no alto balançado as mãos)
A fogueira tá queimando
Vamos pular e dançar
Quando a sanfona tocar
(Pular abrindo e fechando a perna como se fosse polichinelo)
Quero ver cada um
pegando seu par
(Pegar a sanfoninha e segurar pela caixinha de leite cada uma com uma mão para dar a idéia de sanfoninha mesmo abrindo e fechando)
Toca, toca safoneiro
Toca, toca sem parar
O "arraiá" tá enfeitado
Minha gente vamos lá
(Virar para o coleguinha da direita e tocar a sanfoninha abrindo e fechando)
Toca, toca safoneiro
Toca, toca sem parar
Não quero ninguém parado
balanceio, vamos lá
(Virar para o coleguinha da esquerda e tocar a sanfoninha abrindo e fechando)
Parte Instrumental: Fazer uma rodinha e rodar e depois voltar para o lugar.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Atendendo Pedido

A palavra folclore é formada pelas palavras inglesas foIk, que significa povo, e lore, que é estudo, conhecimento. Ele é o estudo dos costumes e das tradições de um povo, representado pelos seus diversos movimentos culturais regionais. Conhecê-lo permite a valorização daquilo que é uma das principais marcas de um país: a sua cultura.
Dia do Folclore
No Brasil, o Dia do Folclore é comemorado em 22 de agosto. Nosso folclore é um dos mais ricos do mundo. Nele, estão presentes as características dos povos que contribuíram para a formação de nossa nação, principalmente os africanos, os indígenas e os europeus. As pessoas que o estudam são chamadas folcloristas. Um dos principais estudiosos brasileiros foi Luís da Câmara Cascudo (1898-1986).
Mitos e Lendas
A maioria das lendas são pequenos contos sobre o surgimento de um ser fantástico. Mitos geralmente são personagens criados pelo imaginário popular para explicar fenômenos naturais ou representar valores como coragem, poder ou esperteza. A principal diferença entre mitos e lendas é a crença de que as lendas tenham uma base de verdade, embora ninguém saiba ao certo se o fato aconteceu. Mitos são mais ligados ao incrível e ao inexplicável.
O Folclore no Brasil
As festas populares e o folclore brasileiro são um dos mais expressivos e ricos do mundo, manifestando-se nas canções, lendas, danças, crendices e na literatura. A mistura das raças e povos na formação da nação brasileira diversifica as festas e os eventos folclóricos em todas as regiões do país.
São tantas as práticas folclóricas brasileiras! Algumas chegam a interferir no cotidiano da população. As fases da lua, por exemplo, determinam a época do plantio e da colheita.
Nas regiões Norte e Nordeste do país, o bumba-meu-boi está inserido no calendário cultural. O bumba é uma brincadeira tradicional das festas juninas do Brasil, com personagens vestidos de índios e vaqueiros dançando e cantando ao som de zabumbas, matracas, pandeiros e orquestra .
O Festival Folclórico de Parintins, uma cidade do estado do Amazonas é o maior espetáculo da região, tendo como motivo a disputa entre dois grupos de bumba-meu-boi.
Em Pirenópolis, cidade histórica de Goiás, a festa do Divino Espírito Santo, conhecida como Cavalhadas, lembra a luta de conversão dos mouros ao cristianianismo.
Na Bahia, no Nordeste, o sincretismo religioso é praticado nas festas de Nosso Senhor do Bonfim, com a lavagem das escadarias da igreja, e de Iemanjá, senhora dos ventos e das tempestades que recebe flores em alto mar.
Na Região Sul, no estado do Rio Grande do Sul, é forte a tradição dos fandangos, bailes campestres de danças sapateadas ao som de músicas regionais. A Festa de Reis, uma homenagem aos reis magos que anunciam a chegada do Messias, está no calendário de várias regiões do país.
O folclore está presente no teatro, com os autos populares; na música, com as cantigas de roda e de ninar; e na dança, com o frevo, maracatu, maxixe, a folia de Reis e a congada; no vestuário, nos trajes das baianas e dos dançarinos dos maracatus e da chula.
Personagens fantásticos do folclore brasileiro povoam o imaginário popular, como o Saci Pererê, o moleque das pradarias gaúchas que anda numa perna só, o Lobisomen, que se transforma em monstro em noite de lua cheia, e o Boto, que surge das águas amazônicas sob a forma de um belo rapaz para seduzir as mocinhas.
Em todas as suas manifestações, é evidente a presença do folclore no ambiente brasileiro.
A maior festa popular do Brasil é o Carnaval.
A região sudeste para durante três dias em função dos folguedos de Momo, com o deslumbrante e longo desfile das escolas de samba na avenida.
Na Região Nordeste, especialmente no Carnaval do estado da Bahia, o que reúne o povo nas ruas são os trios elétricos, invenção baiana, arrastando multidões pelas ruas da cidade.
Em contrapartida ao período carnavalesco, na região norte do país, o brasileiro festeja com reverência as festas religiosas. Em Belém, no Pará, cerca de 2 milhões de pessoas participam do Círio, uma procissão de fé que se realiza em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré.
Nas regiões Norte e Nordeste, as festas juninas preservam a cultura interiorana, com cantigas de roda, e a tradicional quadrilha, que é uma sátira aos costumes do roceiro. São também realizados os chamados forrós, bailes populares tradicionais organizados ao redor de fogueiras que ardem e de variadas comidas típicas.
No Sul do país, as festas populares revivem os costumes e a cultura do imigrante. A Oktoberfest, festa tradicional da cerveja realizada na cidade de Blumenau, em Santa Catarina, exibe danças e trajes típicos da Alemanha. No Rio Grande do Sul, dezenas de festas populares homenageiam a arte e a tradição do gaúcho e de seus antepassados europeus.
PROJETO FOLCLORE
Justificativa:
Propiciar as crianças conhecer algumas brincadeiras folclóricas tradicionais, buscando nas brincadeiras a dimensão do aprender brincando.
Objetivo específico:
Estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de outros grupos, identificar e compreender a sua pertinência aos diversos grupos dos quais participam, respeitando suas regras básicas de convívio social e a diversidade que os compõe.
Objetivos Gerais:
-Identificar e valorizar o folclore brasileiro;
-Resgatar brincadeiras folclóricas;
-Estimular e desenvolver o gosto pela música e danças da cultura popular.
-Vivenciar, a partir de jogos e brincadeiras, laços de companheirismo e vínculos afetivos;
-Desenvolver a organização e autonomia para o trabalho individual, em dupla e grupos.
-Sistematizar os conhecimentos sobre folclore
Conteúdos:
-Possibilitar à criança conhecer e comparar os diferentes grupos sociais e as suas diferenciações, suas tradições históricas.
-Interessa-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural elaborando hipóteses, formulando perguntas, imaginando soluções para compreendê-lo, manifestando opiniões próprias sobre os acontecimentos, buscando e consultando diferentes formas de informações acompanhando experiências e confrontando idéias.
-Participação em atividades que envolvam histórias, brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às tradições culturais de sua comunidade e de outras.
Metodologia:
-Selecionar com as cças uma música e uma dança folclórica para realizar apresentação;
-Contar histórias diversas, lendas, parlendas, sobre folclore;
-Explorar as histórias, emitando personagens, sons, falas, etc, (Saci Pererê, Boitatá, Boto, Caipora, Cuca, Curupira,Iara, Lobisomem, Mantintapereira, Mula-sem-cabeça, Negrinho do Pastoreio, etc.
-Explorar as historias a partir de recursos como teatro de vara, fantoche, historias em quadrinhos historia com interferência, trabalhando com quantidade, vogais, noite e dia, partes do corpo, textura, cores.
-Trava língua, Provérbios
-Construir mural;
-Comparar os personagens das histórias, local, tempo, diferenças, semelhanças, forma, tamanho, cores, etc..
-Surpreender as crianças com cartas ou bilhetes do Saci-Pererê,
-Escolher com as crianças algumas brincadeiras folclóricas para serem realizadas ao longo do projeto; (que envolvam contagem, sons diferentes, etc...)
-Realizar uma oficina de confecção de Pipa;
-Construir pés de latas para brincadeiras;
-Fazer cachimbo do Saci Pererê com massa de modelar ou argila
-Realizar tarde de danças e brincadeiras
BILBOQUE DE BOLITAS
Materiais: Duas garrafas pet, cinco bolitas, tesoura e fita adesiva.
COMO FAZER:1. Corte uma garrafa ao meio, 2. Introduza as bolitas na garrafa não cortada, 3. Una as garrafas com fita adesiva, colocando a parte inferior da garrafa cortada sobre a garrafa inteira.
PETECA
MATERIAIS: Um saco de salgadinho vazio, tesoura, jornal e 20 cm de elástico.
COMO FAZER:1. Faça uma bola de jornal tamanho pequeno, 2. Introduza a bola de jornal no saco de salgadinho, 3. Amarre o elástico procurando deixar a base arredondada. 4. Picotar a parte superior do saco (como um penacho).
BOLA DE MEIA
MATERIAIS: Um pé de meia (nylon), jornal e tesoura.
COMO FAZER:1. Faça uma bola de jornal, 2. Introduza no pé de meia, 3. Procure dar formas arredondadas à bolinha, 4. Dê um nó próximo à bolinha, 5. Corte o excesso.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Para Alfabetizar - Crédito Blog ABC da Prô Erika

Analisar os diversos usos da escrita na vida cotidiana,
Descobrir que letras e números são diferentes,
Comparar a grande variedade de tipos de letras existentes (cursiva e de imprensa, maiúsculas e minúsculas, etc),
Descobrir que mesmo sem saber ler já se sabe alguma coisa de útil sobre a leitura,
Provocar o desejo de saber mais.
Antes de ensinar a decodificar letras e sons mostrar aos alunos o que se ganha com a leitura por meio de atividades de compreensão de leitura, para que a mesma faça sentido e lhe permita perceber os vários usos sociais da escrita.
NA ESCOLA:
· Passear pela escola, com o desafio de adivinhar o que está escrito: nome da escola, na fachada; o número do prédio; cartazes; placas das portas; avisos; números, dentre outros.
· Deixar a turma pensar o que está escrito em diferentes suportes de texto.
· Propor problemas para alunos que não se manifestam:
· O que será que está escrito na frente do ônibus, em uma lata de óleo, etc
.Pedir que os alunos tragam de casa: rótulos de vários produtos (alimentos, higiene, produtos de limpeza e remédio)
Buscar com os alunos:
· Placas de ruas e praças,
· Letreiros de ônibus e de lojas,
· Placas de veículos (letras e números),
· Rótulos de produtos diversos,
· Frases de pára-choque de caminhão,
· Cartazes e folhetos de publicidade,
· Embalagens,
· Latas,
· Jornais velhos,
· Revistas velhas
Colocar o material que os alunos trouxerem à vista de todos. Olhar e comparar o que trouxeram.
Questionar:
Alguém conhece este rótulo, ou produto?
O que será que está escrito aqui?
Ler para a turma e deixar que troquem os materiais.
FORA DA ESCOLA:
Observar coisas escrita fora da escola. No outro dia cada um falará sobre o que viu, letras ou números.
A professora pergunta:
· Onde estavam escritos?
· O que será que estava escrito?
Outras atividades para explorar os diferentes tipos de textos:
Um envelope endereçado e a carta que ele contém:
é pessoal ou comercial?
O que pode estar escrito em uma carta?
Livros variados,
Contas variadas
Dinheiro
Documentos
Calendários,
Listas de telefones úteis
Catálogos de telefone
Quando apresentar analisar:
· São escritos à mão ou à maquina,
· Que tipos de letras aparecem?
· São entremeados com figuras, fotos ou ilustrações? Ou não?
· Tem números e letras, ou só letras?
· Identificar o que é letra e o que é número.
· Há números e letras iguais?
· Tem palavras iguais?
· Tem algo repetido?
ATIVIDADES COM O NOME
Escreva os nomes dos alunos e as pregue na parede na ordem alfabética.
Compare com os alunos:
· Quantidade de letras dos nomes, qual tem mais, qual tem menos?
· Há nomes com poucas e muitas letras,
· Há nomes que começam, ou acabam com a mesma letra,
· Os nomes maiores nem sempre são das pessoas mais altas. O nome das pessoas não tem a ver com o tamanho do seu nome,
· Os nomes podem ser iguais,
· Podem ter o mesmo número de letras.
HORA DA LEITURA
Ler em voz alta para os alunos todos os dias.
Leituras de:
Anedota, Adivinhação, Material de propaganda, Anúncios variados
Receitas simples e econômicas:
suco de limão, sopa,macarrão, receitas da escola.
Convidar a merendeira para ditar a receita, o professor escreve no quadro para os alunos verem
Histórias:
Notícias de jornal, de preferência de interesse da turma e que tenha sido divulgada no rádio ou na televisão, jogo de futebol, chuva que caiu na cidade, aumento dos preços de comida, eleições.
As histórias não devem ser apresentadas para dar lições de moral, nem para transmitir conteúdos.
Leia algo que você mesmo goste.
Não mude a pronúncia e atente para a pontuação.
Mude o tom de voz para os personagens, para realçar passagens importantes do texto e as emoções que aparecem.
Não altere as palavras.
Dê explicações que forem necessárias, mas evite interromper freqüentemente a leitura.
Não leia por muito tempo.
Explore:
· as ilustrações.
· As informações contidas na capa e na contracapa (título, autor, etc)
· Numeração das páginas,
· Direção da escrita.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Atendendo Pedido

Atendendo ao seu pedido, está aqui o link da música "Olha pro Céu"
Realmente a música é muito bonitinha para trabalhar nessa data....
O primeiro link tem a letra na voz de Dominguinhos e Nando Cordel e no segundo somente o instrumental de Luiz Gonzaga.
Aproveite!!!
beijocas
http://www.4shared.com/file/44465386/210c7e7c/Dominguinhos_-_Olha_pro_Cu__Com_Nando_Cordel_.html?s=1
http://www.4shared.com/file/46937029/f27032/Festa_Junina_-_Luiz_Gonzaga_-_Olha_pro_ceu.html
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Festa Junina

Histórias, brincadeiras e comidas típicas para você se divertir com a família e os amigos
Comemorar o mês de junho é um hábito antigo em várias partes do mundo. Nos países católicos da Europa, as festas juninas são uma tradição desde o século 4º. O primeiro nome que receberam, "joaninas", foi em homenagem a São João e acabou sendo modificado ao longo dos anos. "Os Santos Antônio e Pedro também são festejados em junho, mas São João sempre teve mais devotos no continente europeu. Por isso, a festa recebeu o nome dele", diz Maria do Rosário Tavares de Lima, vice-presidente da Associação Brasileira de Folclore.
Sul: A tradição gaúcha ordena que se reúna a família ao redor da mesa de jantar. E que se passe a noite saboreando comidas típicas, como arroz-de-carreteiro, feijão-mexido e pinhão cozido na água ou assado na brasa.
Olha pro céu meu amor
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Olha essa idéia que máximo!!!

Esse jogo é bem simples de ser confeccionado... é feito com caixinhas de fósforo (sucata)... Junte uma boa quantidade de caixinhas (Peça ajuda às crianças... elas colaboram bastante)
Encape as caixinhas (a capinha somente) - de preferência com cartolina americana, pois, tem maior durabilidade. Cole em cada caixinha uma figura, se preferir pode passar ainda o papel contact transparente - fica melhor ainda. Dentro das caixinhas coloque as letras ou sílabas (separadamente) correspondente a respectiva figura. Veja na imagem como fica...
Deixem as crianças manusearem à vontade o jogo, montar a palavra relacionada à figura com as letrinhas ou sílabas contidas dentro da caixinha... acompanhando as crianças você poderá observar em qual estágio de leitura e escrita cada uma está... de acordo com a correspondencia que ela faz (figura e escrita)... Essa atividade pode ser desenvolvida individualmente, em duplas ou em grupos! É bem divertido... as crianças aprovam! rs
Credito:http://blog.orolix.com.br/blog/criandoeaprendendo/
quinta-feira, 1 de maio de 2008

Esse eu ganhei da minha amiga virtual Carla - http://gospel-gifs.zip.net/.
O Blog dela é fantástico!!
Se você também tem uma amiga muito querida e gostaria de homenageá-la, participe dessa campanha que é uma forma muito especial de conhecer, ser conhecida e de presentear os blogs amigos que sempre visitam o seu cantinho.
Propague essa onda de amizade e participe vc também.
INSTRUÇÕES
Pegue o selo no Gospel Gifs (clike no selo), nomeie 10 blogs amigos e visite cada um deles avisando da nomeação. se vc foi nomeado por alguém, passe adiante e visite os outros nove blogs que foram nomeados junto com vc.Ao repassar a campanha, pode copiar o texto acima ou criar o seu próprio texto. O importante é não esquecer de avisar onde se encontra o selo e de nomear os seus 10 blogs amigos.
Aí vão os links:
http://pedagogiadoafeto.blogspot.com/
http://meustrabalhospedagogicos.blogspot.com/
http://cantinhoencantadodaeducacaoinfantil.blogspot.com/
http://baudasdobraduras.blogspot.com/
http://gimenes-gentequeduca.blogspot.com
http://jacirinha.blogspot.com
http://abcdaproerika.blogspot.com
http://luzimara-prazerdeensinar.blogspot.com
http://marciliacampos.blogspot.com
PROJETO: "QUEM AUMENTA UM PONTO...INVENTA UM CONTO!" na íntegra
Justificativa
O Projeto partiu de um simples plano de aula, apenas mais uma atividade. Sem pretensão de se tornar um projeto.
Minha classe desse ano são crianças de seis anos e está no primeiro ano da Escola Municipal Oswaldo Justo, no município de Praia Grande – litoral sul de São Paulo.
São crianças muito inteligentes, de fácil apreensão dos conteúdos, porém têm atitudes agressivas quando se frustram ou não têm argumentação e acabam resolvendo as diferenças batendo nos amigos.
Detectada a “deficiência” da classe comecei a trabalhar com mais freqüência a “HORA DO CONTO”. Utilizei diversos Contos de Fadas que trabalham as virtudes, levei personagens confeccionados por mim para ilustrar as histórias na hora da narrativa, além de outros meios para recontá--las.
Comecei a ter uma resposta positiva em relação a disciplina neste momento. Eles gostam muito da “hora da história”. Gostam, mas já sabiam os contos “de trás para frente”, e pensei para uma atividade “Vamos inventar uma história, ou pelo menos vamos tentar”.
Planejei no semanário o dia da “invenção”.
No dia coloquei um papel pardo preso na parede e comecei a atividade com uma “roda de conversa” sobre o precisamos para ter uma história, título (o nome da história), os personagens, o enredo.
De repente a história foi acontecendo. Funcionou.
A resposta foi surpreendente. O enredo ficou lindo!
Li e reli. Jamais poderia permitir que uma história tão bem estruturada ficasse dentro de um armário enrolada num papel pardo.
Então surgiu o “Projeto de Produção Coletiva: Quem aumenta um ponto... inventa um conto”.
Objetivos
· Despertar o amor pelos livros e pela leitura;
· Trabalhar valores morais (virtudes);
· Desenvolver a criatividade;
· Envolver os alunos em atividades que necessite participação em grupo;
· Diferenciar, de forma lúdica, a linguagem oral da escrita.
Conteúdos
· Produção textual coletiva ditado para um escriba;
· Utilização correta de expressões usadas em contos, tempos verbais e adjetivos;
· Estudo das palavras-chave do texto produzido;
· Revisão de texto;
· Estudo lúdico das formas antigas e atuais de marcação de tempo (relógios e calendário);
· Recontar a história por meio de diversos recursos pedagógicos: flanelógrafo, tapete de histórias e dramatização;
· Confecções de cartazes que diferenciem atividades realizadas durante o dia, das que são realizadas a noite pelos seres humanos;
· Música: Sol, Lua e estrela, do “Palavra Cantada”;
· Leitura de diversos contos;
· Utilização da sala de informática para a ilustração da história.
1º Etapa
“Vamos inventar uma história”
Produção de uma história inventada pelas crianças. Com título, personagens e enredo.
Através de uma roda de conversa iniciamos a problematização inicial: “o que precisamos para ter uma história?”.
Coloquei um papel pardo preso na parede e começamos a criar. Fui apenas escriba e organizadora do pensamento para que não dispersasse.
Surgiu o conto: “A Lua e a Noite”.
2º Etapa
Apresentar diversos contos infantis.
Deixar as crianças manusearem livremente os livros, afim de que percebam sua estrutura.
3º Etapa
Trabalhar com as crianças o conceito de “Dia e Noite” através de cartazes e do relógio.
Explicar que o dia é dividido por horas.
Mostrar diversos tipos de relógio.
4º Etapa
Revisão da história.
Revisar o texto incluindo diálogos, retirando as expressões “aí”, “daí”, “né”, “então” e acrescentar a linguagem típica de contos. Conseqüentemente acrescentaremos, também, conteúdo a história.
5º Etapa
As crianças farão uma contação da História inventada, para outros alunos da Escola utilizando alguns recursos pedagógicos, tais com: flanelógrafo, avental de histórias, tapete de histórias.
6º Etapa
Montar uma peça de teatro com o enredo da história.
7º Etapa
Transcrever a história no computador no formato de um livro (folha A4 dividida ao meio) deixando espaço para a ilustração.
Os autores-ilustradores serão escolhidos através de votação dos professores de várias classes.
Para a votação será utilizado material pré-selecionado (desenhos com o tema da história).
8º Etapa
Reproduzir o original do livro para cada aluno ter seu exemplar.
Enviar a história original para a Editora para estudo de uma possível publicação.
Avaliação
Avaliar a participação e interesse dos alunos nas atividades propostas
Propor um ditado com alfabeto móvel: as crianças montarão palavras-chave da história (dia, noite, lua sol).
Fazer uma “roda de conto” um aluno começa a contar a história, ao ouvir uma palma outra criança continua.
Registrar os avanços da oralidade e da escrita. Compartilhar estes avanços com os pais.
ATENÇÃO O RETIRAR ESSE PROJETO DO BLOG DÊ OS CRÉDITOS, POIS ELE TÁ PROTEGIDO PELA LEI DE DIREITOS AUTORAIS
BEIJOCAS
Desabafo!!!
Pode ser pura ilusão,
Sonho que se sonha juntos
É sinal de solução
Então, vamos sonhar, companheiros,
Vamos sonhar ligeiro,
Sonhar em mutirão”.
Essa é uma canção que as comunidades eclesiais de base cantam, ou cantavam com mais freqüência. Numa época em que a militância era tomada por um espírito de luta, de utopia. Uma utopia movida por amor.
Infelizmente o que vemos são militantes, (se é que podemos chamá-los assim) corrompidos pela maldita ambição,pelo maldito dinheiro.
Pessoas que eu tinha como exemplo, não posso contar com elas neste momento de luta pessoalpor uma causa solcial.
É necessário que sonhemos em “mutirão” para que nosso “sonho utópico”volte a ser prioridade.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Um Artigo Escrito por Mim...
Domingo, para variar o final de noite é uma tortura televisiva,:música do “Fantástico” anunciando que amanhã será segunda-feira e que, claro, temos que correr atrás das promessas feitas para o Ano-Novo.
Mas, como a tecnologia é maravilhosa (em alguns casos), com meu controle remoto mudei de canal e assisti o final de uma palestra do psicoterapeuta PauloGaudêncio, no Café Filosófico (um programa excelente da TV Cultura).
E ele estava dissertando sobre ”Companheirismo na crise”, de como educamos nossos filhos, como introduzimos as normas, como eles nos testam na adolescência,...
Fui dormir, mas quem disse que consegui.
Fiquei pensando nos meus projetos e a frase do psicoterapeuta voltou como se fosse um raio “EDUCAR É DIZER E VIVER AS NORMAS”.
Percebi quanto podemos trazer essa realidade para a sala de aula.
Eu sempre achei que ia ser professora de História, de repente me vi numa sala de Educação Infantil, totalmente perdida, fora da minha realidade (de educadora do EJA).
O que fazer?
Li muito a respeito, levei um pouco da minha bagagem freireana, e claro joguei fora boa parte do que tinha aprendido no magistério.
Deu certo, quer dizer, mais ou menos certo, mas certo ao ponto de me apaixonar por Educação Infantil e trabalhar nos anos seguintes com os pequenos.
Mais ou menos certo? Por quê?
Porque eu tinha um defeito: eu falo alto, e sou agitada, ligada no 220, como dizem. Para uma educadora de Educação Infantil isso não pode ocorrer.
E aí entra a frase que não me deixou dormir...
Como dizer para uma criança de 5 anos que ela não deve falar alto se eu falava?
Minha primeira classe de Educação Infantil era uma competição: eles falavam alto (38 crianças de 5 anos) e eu falava mais alto para que eles me escutassem. Eu saia cansada.
Segunda experiência: Creche Municipal num bairro afastado do centro da cidade. Foi um drama, as crianças não tinham modelo e não entendiam a palavra NÃO. Conclusão: eu saia derrotada.
E novamente chegamos à frase do glorioso terapeuta: ”temos que ser a norma”, tanto para os nossos filhos de sangue quanto para os filhos de coração.
E aí me lembro de um texto maravilhoso da Silvia Costa (coordenadora do Projeto Jornal Escola do jornal A TRIBUNA de Santos), que se chama “SE...” e começa assim:
“Se eu vivesse novamente minha vida de professor, não teria tanto medo de errar...
Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais, correria mais riscos, “viajaria” mais durante as aulas...”
Nós temos tempo de relaxar, de correr riscos, de “viajar”, de sermos modelos e modificar a realidade dos nossos educandos num simples gesto de nos modificarmos.
Camila Luana Genaro
Caderno de Leitura

terça-feira, 29 de abril de 2008
Ando meio sumida....
Estou dodói, muito dodói. Mas logo, logo estarei de volta, na ativa....rsrsrsrs
Beijocas
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Sugestão para o Dia das Mães - Poesias
A coisa melhor da vida ao nascer me aconteceu:
- foi a mãezinha querida que, por sorte,
Deus me deu!
Procuro ser obediente faço tudo que ela diz, pois quero vê-la contente, sempre orgulhosa e feliz.
Agora, eu sou pequenino, mas quando um dia eu crescer vou zelar por seu destino, vou cuidar do seu viver...
Foi bom eu nascer menino, pra mãezinha proteger.
(in Cantiga do Só, J.G. de Araujo Jorge, 1964)
Mãezinha - só uma
(George Cooper)
Tantas estrelas, no céu, estão brilhando,
Tantas conchinhas brincando com o mar,
Tantos carneiros no campo pulando
E passarinhos voando a cantar.
Tantas abelhas fazendo zum-zum, e borboletas azuis a voar,
Tantas gotinhas de orvalho na grama,
Mãezinha - só uma eu tenho para amar.
(Trad. de Edvete da Cruz Machado, in O Mundo da Criança vol.2)
Marcas de Dedos
.Às vezes, você se aborrece
Porque ainda sou criancinha
E sempre deixo marcas de dedos
Nos móveis da casa inteirinha.
Mas estou crescendo dia a dia
E logo adulto vou ser
E essas marcas de dedos
Vão todas desaparecer.
Agora deixo uma marca bem especial
Pra você nunca esquecer
Como eram meus dedinhos
Antes de eu crescer.
Para você mamãe, com todo o meu carinho!!
MÃE
.Mãe...
São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o céu tem três letras
E nelas cabe o infinito;
Para louvar a nossa mãe,
Todo bem que se disser
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer;
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do CÉU
E apenas menor que Deus!
Mário Quintana
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Birra de Criança!!!!

As manifestações de tensão da criança de seis anos atingem o máximo dos cinco anos e meio aos seis. Entre essas manifestações incluem-se explosões de gritos, birras e agressões físicas aos pais. Perde o domínio de si mesma, tanto que por vezes é necessário que a mãe a leve ao quarto e deixe-a pensando no que fez. A mãe pode então fazer como a Super Nany, e dar-lhe um cantinho de pensamento, tirar-lhe algumas coisas que a ajude a compreender que errou e ainda, fazer-lhe um quadro que a auxilie a lembrar-se de suas obrigações.
É a idade de roer as unhas, colocar os dedos na boca, coçar o nariz, enrolar os cabelos, bufar, xingar, pestanejar, limpar a garganta, contrair os músculos da face, abanar a cabeça, gaguejar são algumas das reações da criança dessa idade.
terça-feira, 22 de abril de 2008
Diferença entre Planos de aula, Sequencias Didáticas e Projetos

Devem estar claros para o professor: o conteúdo a ser trabalhado, os objetivos de aprendizagem, que recursos serão necessários para desenvolver a aula e como será avaliado o aproveitamento do aluno.
Nessa modalidade, a duração é limitada a algumas semanas de aula. O conteúdo é mais específico que o de um projeto e é explorado em atividades seguidas, que se tornam cada vez mais complexas. Um exemplo de Matemática é a resolução de uma série de problemas que explorem a adição e a subtração, cuja dificuldade aumente a cada aula.
PROJETOS DE ENSINO
Tem duração longa, pode levar até um ano. Envolve a construção de um produto final – um livro, uma exposição, uma campanha, por exemplo – destinado a um público definido, que podem ser outros alunos, os pais, os moradores do bairro etc. Nesse caso, a participação da turma se dá em todas as etapas do planejamento.
O QUE É PROJETO DE APRENDIZAGEM?

No projeto de aprendizagem consideram-se as dúvidas/indagações vindas das necessidades e interesses do aluno/professor, inicialmente através do levantamento de hipóteses, partindo geralmente do conhecimento que o aluno/professor já tem, onde a aprendizagem será construída pelas interações reflexivas através da cooperação.
O trabalho através de situações problemas é umas das fortes características do projeto de aprendizagem, e quando se busca solucionar estes, toda a comunidade escolar vê-se envolvida, sendo estas situações "sustentadas por um levantamento de questões feitas pelo próprio estudante".
OS PAPÉIS
Neste processo tanto alunos como professores são atores e eternos aprendizes, desenvolvendo a autonomia, através da prática interdisciplinar, onde a intuição, imaginação e prazer são possibilidades construídas pelos desafios.
Na aprendizagem por projetos os alunos/professores levantam hipóteses, analisam, organizam, selecionam informações, buscam desenvolver novas formas de comunicação, expressão nas diversas áreas do conhecimento, refletem, imaginam e exercitam a cidadania através de atitudes solidárias e autônomas, enfim mostram o que querem, o que sabem o que podem fazer - são autores e atores que criam e inovam nos procedimentos e metodologias utilizadas/descobertas/recriadas.
O professor deve ter a competência técnica/conhecimento de sua área e disciplina neste processo para poder dar suporte como especialista/articulador as discussões das questões levantadas pelos alunos, para apurar mais claramente o nível de conceituação acerca do conteúdo em estudo, a linha de raciocínio e/ou compreensão do aluno, a fim de poder criar mais e mais desafios, nas relações criadas para sistematização e formalização dos conteúdos que surgem. As análises realizadas pelo professor orientador do projeto devem contemplar/sugerir questões que desestabilizam, provocam discussões, reflexões, análises e criticas, que contribuam para a formação do cidadão que deverá ter/desenvolver atitude e comprometimento com o grupo de desenvolvimento do projeto..
OS CONTEÚDOS
Os conteúdos são, no desenrolar do projeto, aprendidos, através de meios, onde o desenvolvimento da capacidade de aprender e continuar a aprendendo é natural neste processo contínuo de ir e vir nos questionamentos quanto as suas dúvidas e certezas, respeitando a individualidade quanto aos ritmos de aprendizagem de cada aluno, bem como, dando possibilidade de verificação das necessidades de aprendizagem específicas.
Os temas e conteúdos cruzam-se nas diversas atividades construídas/sugeridas para cada aluno e grupo de trabalho, onde em determinados nós todos se encontram, seja de forma simultânea ou não.
AVALIAÇÃO
Os registros dos textos de interações e pesquisas realizadas em grupo e/ou individualmente , as imagens, os sons ficam todos arquivados, possibilitando a melhor compreensão da construção do conhecimento, onde cada indivíduo envolvido no processo pode estar avaliando as suas produções, as do grupos, através de Portfólios e/ou Webfólios, desenvolvendo a auto-crítica quanto aos seus limites e possibilidades.
REFERÊNCIAS
1- COSTA, Irís F. Tempel; MAGDALENA, Beatriz C. Conteúdo: Para quê? Por quê?
____________________. 2- E Qual é a Questão?
____________________. 3- Introdução de Novas Tecnologias na Escola: Por quê? Para quê?
_____________________.4- Perguntas inteligentes: O que é Isto?
5- FAGUNDES, Léa. Projeto? O que é? Como se faz? Um repetente fala sobre o currículo.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Jogral para o Dia das Mães
de Emílio Carlos
(As criança entram. Cada criança faz uma fala. Outra opção é todas falarem juntas. Enquanto falam elas fazem gestos de mímica que ilustrem o que elas estão falando).
(Música: dedilhado de guitarra/violã o ou de teclado)
Quando eu era bem pequeno
Ainda era neném
Eu morava dentro da sua barriga
E queria muito lhe conhecer
Eu ficava pensando
Como será que você era
Se era magra ou fofinha
Se era azul ou amarela
Você me dava carinho
Você me dava atenção
Passava a mão na barriga
E aquilo era muito bom
Eu vivia andando por aí
Com você pra todo lugar
Porque você é muito dinâmica
Não é de sentar e parar
O esquisito era quando
Aquele médico passava um gelzinho
E queria, curioso,
Ficar olhando meu rostinho
Nessa hora eu tinha vergonha
E até virava de lado
- Ei dá licença, olha pra lá
Não vê que eu estou pelado?
O tempo passou e eu
Fui ficando maiorzinho
E aí dentro, que era tão gostoso,
Começou a ficar apertadinho
Então eu fiquei sabendo
Que era hora de nascer
Fiquei naquela dúvida
Mas eu queria te ver
Papai do Céu tinha falado
Que um anjo eu ia ter
Mas esqueceu de dizer
Que esse anjo era você.
(Nessa hora as crianças entregam botões de rosa para as mães que estão sentadas na frente, e para as outras mães. Música em homenagem às mães.)
Músicas para o Dia das Mães...by Hilary
Esse é o link para baixar as músicas:
http://www.4shared.com/dir/5516090/d72159b2/Dia_das_Maes_-_by_HILARY.html
Mensagem Dia das Mães
Para o dia da mamãe
Fiz um lindo presentinho
Não é igual o da loja
Mas ficou bem bonitinho.
Não é um presente caro
Uma jóia ou perfeição
Mas nele trabalharam
Os dedinhos da minha mão.
Adorei Essa Idéia!!!!
*Faça a capa do livrinho com cartolinas, desenhos das crianças, retrato da mãe ou no EVA
Cada página deverá ter um chocolate ou bala.
Exemplos de páginas:
1-mamãe, hoje quero te fazer uma… (Cole um chocolate SURPRESA)
2-Você é a expressão de…(cole um chocolate TALENTO)
3-É tão importante que está no meu…(cole um sonho de valsa)
4-Você me deixa com uma…(Cole um chocolate sensação) de proteção!
5-Como é…(cole um pacote de balinhas DELICADO) seu beijo e abraço!
6- Você é meu maior( cole um chocolate PRESTÍGIO)
7- TE AMO!!! FELIZ DIA DAS MÃES!!!( Cole 2 chocolates BIS)
Crédito: Cinthia Borher
Esse ano na escola da Cinthia Borher vai ter tarde de autógrafos uma idéia muito original
Confeccionar um livrinho para as mães e depois fazer uma tarde de autógrafo!
As crianças vão enfeitar a sala com trabalhos feitos por elas, depois terá uma apresentação com a música da Marisa Monte (Amor, I love you) e os livros serão entregues....Vai ficar lindo...
Se a lua fosse mãe, seria mãe das estrelas.
O céu seria sua casa, casa das estrelas belas.
Se a sereia fosse mãe, seria mãe dos peixinhos.
O mar seria um jardim e os barcos seus carrinhos.
Se a casa fosse mãe, seria a mãe das janelas.
Conversaria com a lua sobre as crianças estrelas
Falaria de receitas, pastéis de vento, quindins.
Emprestaria a cozinha pra lua fazer pudins !!!!
Se a terra fosse mãe, seria a mãe das sementes.
Pois mãe é tudo que abraça, acha graça e ama a gente.
Se uma fada fosse mãe, seria a mãe da alegria.
Toda mãe é um pouco fada...Nossa mãe fada seria.
Se a bruxa fosse mãe, seria uma mãe gozada;
Seria a mãe das vassouras, da família vassourada.
Se a chaleira fosse mãe, seria a mãe da água fervida,
Faria chá e remédio para as doenças da vida.
Se a mesa fosse mãe, as filhas, sendo cadeiras,
Sentariam comportadas, teriam boas maneiras.
Cada mãe é diferente.
Mãe verdadeira ou postiça,
Mãe vovó ou mãe titia,
Maria, Filó, Francisca, Gertrudes, Malvina, Alice.
Toda Mãe é como eu disse!
Dona Mamãe ralha e beija, erra, acerta, arruma a mesa, cozinha, escreve, trabalha fora,Ri, esquece, lembra e chora,
Traz remédio e sobremesa......
Tem até pai que é "tipo mãe"...
Esse, então, é uma beleza !!!!!
Assim é a minha mãe !!!!!!!!!!!!!!!!!!
Sylvia Orthof
Texto informativo sobre o Dia das Mães

No Brasil, o Dia das mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio ( de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas). É uma data especial, pois as mães recebem presentes e lembranças de seus filhos. Já se tornou uma tradição esta data comemorativa. Vamos entender um pouco mais sobre a história do Dia das Mães.
História do Dia das Mães
Encontramos na Grécia Antiga os primeiros indícios de comemoração desta data. Os gregos prestavam homenagens a deusa Reia, mãe comum de todos os seres. Neste dia, os gregos faziam ofertas, oferecendo presentes, além de prestarem homenagens à deusa.
Os romanos, que também eram politeístas e seguiam uma religião muita parecida com a grega, faziam este tipo de celebração. Em Roma, durava cerca de 3 dias ( entre 15 a 18 de março). Também eram realizadas festas em homenagem a Cibele, mãe dos deuses.
Porém, a comemoração tomou um caráter cristão somente nos primórdios do cristianismo. Era uma celebração realizada em homenagem a Virgem Maria, a mãe de Jesus.
Mas uma comemoração mais semelhante a dos dias atuais podemos encontrar na Inglaterra do século XVII. Era o “Domingo das Mães”. Durante as missas, os filhos entregavam presentes para suas mães. Aqueles filhos que trabalhavam longe de casa, ganhavam o dia para poderem visitar suas mães. Portanto, era um dia destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos atualmente.
Nos Estados Unidos, a idéia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta, em 1904, por Anna Jarvis. A idéia de Anna era criar uma data em homenagem a sua mãe que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte-Americano. A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional, foi aprovada pelo presidente Woodrow Wilson. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário.
Após estes eventos, a data espalhou-se pelo mundo todo, porém ganhando um caráter comercial. A essência da data estava sendo esquecida e foco passou a ser a compra de presentes, ditado pelas lojas como objetivos meramente comerciais. Este fato desagradou Anna Jarvis, que estava muito desapontada em ver que o caráter de solidariedade e amor da data estavam se perdendo. Ela tentou modificar tudo isso. Em 1923, liderou uma campanha contra a comercialização desta data. Embora com muita repercussão, a campanha pouco conseguiu mudar.
Crédito:
http://www.suapesquisa.com/historia_dia_das_maes.htm
Vamos aprender Matemática?

Para saber mais:Brincar: crescer e aprender, de Adriana Friedmann, editora Moderna, 1996Brincadeiras infantis nas aulas de matemáticaKátia Stocco Smole, Maria Ignez Diniz e Patrícia Cândido, editora Artmed, 2001
sexta-feira, 18 de abril de 2008
DIA DO LIVRO!!!!
Todas as Atividades propostas foram realizadas.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
4ª Etapa da Projeto Quem Aumenta um Ponto...inventa um Conto!!!
Revisar o texto incluindo diálogos, retirando as expressões “aí”, “daí”, “né”, “então” e acrescentar a linguagem típica de contos. Conseqüentemente acrescentaremos, também, conteúdo a história.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Campanha Da Amizade

Você que tem uma amiga muito querida e gostaria de homenageá-la, participe dessa campanha que é uma forma muito especial de conhecer, ser conhecida e de presentear os blogs amigos que sempre visitam o seu cantinho. Propague essa onda de amizade e participe vc também.
Esse eu recebi de uma nova amiga virtual:
Carla - http://gospel-gifs.zip.net
INSTRUÇÕES
Pegue o selo no Gospel Gifs (clike no selo), nomeie 10 blogs amigos e visite cada um deles avisando da nomeação. se vc foi nomeado por alguém, passe adiante e visite os outros nove blogs que foram nomeados junto com vc.
Ao repassar a campanha, pode copiar o texto acima ou criar o seu próprio texto. O importante é não esquecer de avisar onde se encontra o selo e de nomear os seus 10 blogs amigos.
Aí vão os meus 8 links Homenageados:
http://cantinhoencantadodaeducaçãoinfantil.blogspot.com
http://educriança.blogspot.com
http://gospel-gifs.zip.net
http://meustrabalhospedagógicos.blogspot.com
http://luzimara-prazerdensinar.blogspot.com/
http://baudasdobraduras.blogspot.com/
http://pedagogiadoafeto.blogspot.com/
http://aventaldehistoria.blogspot.com/
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Projeto Mala mágica - um incentivo à leitura de forma divertida
Denominado “Mala Mágica” o projeto constituiu-se basicamente em a cada final de semana a mala ir para a casa de um aluno, juntamente com um livro de literatura. Ao retornar à escola, o aluno deveria levar para a sala de aula a mala e dentro dela a fantasia do personagem principal da história e o registro dos momentos mais importantes desta construção. O que uniu os responsáveis ao projeto engajando-os no mesmo.
“ Cada vez que a criança ouve histórias de faz-de-conta, dá vazão às próprias emoções e pode ensaiar diversos papéis, pois a linguagem simbólica, não verbal dos “Contos de fadas”, comunica-se diretamente com o imaginário da criança, fazendo-a perceber que os problemas existem, mas que eles devem ser enfrentados e podem ser sempre solucionados.”
Através da fantasia a criança compensa as pressões de sua vida e por serem otimistas e transmitirem uma mensagem de felicidade e realização, se aproximam da realidade das mesmas. As histórias educam e estimulam o desenvolvimento da atenção, da imaginação, observação, memória, reflexão e linguagem.
Um baile com todos fantasiados foi realizado no final do semestre de intenso trabalho.
Para a prática da Literatura Infantil não existem receitas prontas, o que deve existir é o conhecimento e o gosto do professor aliado a um espírito criativo, pois cada professor é conhecedor de sua realidade e por isso mesmo, deverá procurar melhores meios para desenvolver a sensibilidade literária.
Muitos adultos não gostam de ler, porque não foi desenvolvido neles o hábito e o prazer pela leitura, daí a importância da mesma ser vista como fonte de fruição e prazer.
O trabalho com a literatura, o brincar de faz-de-conta é necessário porque imitar diferentes situações permite-nos construir nossa história de vida e outras pequenas histórias, além de participar de atividades de curta duração que envolve tanto o coletivo, com momentos de negociações e limites, permitindo-lhe, assim, maior descontração e autonomia.
Enfim, o professor com sua criatividade, inteligência e imaginação saberá dar toques de entusiasmo às histórias, penetrando no mundo da fantasia que as crianças possuem, já que ele é considerado o marco inicial da personalidade da Educação Infantil. Este deve procurar desenvolver seu trabalho com atividades que a partir de leituras do mundo, coloquem os educandos em contato com a leitura e a escrita, favorecendo condições ideais para a alfabetização.
Autora do projeto: Monique Corrêa Saliba
Fonte: Paty Fontes - Projetos Pedagógicos Dinâmicos
SUGESTÕES PARA ENRIQUECER O PROJETO
A maleta recebe os dedoches em feltro.
domingo, 13 de abril de 2008
3ª Etapa do Projeto Quem Aumenta um ponto...inventa um conto!
Trabalhar com as crianças o conceito de “Dia e Noite” através de cartazes e do relógio.
Explicar que o dia é dividido por horas. E como os povos antigos sabiam contar as horas.
Confeccionar um relógio de Sol para concretizar o conteúdo e comparar com a nossa contagem.
Dia do Livro - Dica

Farei com meus alunos essa semana um pequeno Projetinho;
Contarei o porquê da comemoração;
Montaremos diversos livros, sobre vários assuntos:cores, dobraduras, frutas, figuras geométricas. Um cada dia da semana.
Confeccionaremos em TNT, EVA, papel dobradura.
Para finalizar a semana faremos uma exposição dos livros confeccionados.











